quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Antracnose (Glomerella cingulata Stoneman) incidente em manga (Mangifera indica L.)


Antracnose (Glomerella cingulata Stoneman) incidente em manga (Mangifera indica L.)


Marcio N. Oliveira1 e Milton L. Paz Lima2
1Acadêmico do curso de Agronomia
2Professor do curso de Agronomia


INTRODUÇÃO
A produção de manga no Brasil apresenta grande potencial de crescimento para exportação. A manga representou 20% do volume total de frutas exportadas pelo Brasil, erdendo apenas para a laranja. 0 crescimento maior verifica-se os pomares formados para explorar o mercado externo. Das reas irrigadas do Vale do São Francisco, já saem quase 10% da rodução nacional. Os Estados Unidos e a Europa absorvem ais de 30% da produção de manga irrigada do Vale do São
Francisco 1 .A cultura da manga, no Brasil, já foi descrita 56 patógenos associados a cultura (EMBRAPA, Banco de Dados Brasileiro de Micologia, 2010), provocando danos ao seu desenvolvimento e rendimento potencial, o que nos traz a necessidade de um controle eficiente dos patógenos na cultura, diminuindo as injúrias provocadas pelos mesmos.
As doenças mais importantes da mangueira, são a antracnose (Colletotrichum gloeosporioides), oídio (Oidium mangiferae), podridão peduncular do fruto e podridão-seca-dos-ramos (Lasiodiplodia theobromae), podridão-parda-do-fruto (Dothiorella dominicana), seca da mangueira (Ceratocystis fimbriata), verrugose (Elsinoe mangifera), mancha angular (Xanthomonas campestris pv. mangiferaindica), malformação da mangueira (Fusarium subglutinans) e colapso interno do fruto (distúrbio fisiológico). Além destas doenças, destacam-se as podridões em pós-colheita causadas por Diplodia sp., Lasiodiplodia theobromae, Colletotrichum gloeosporioides, Dothiorella ribis e Hendersonula toruloidea (Junqueira et al.,2002).
Porém a antracnose se destaca, é uma doença de importância em todas as regiões produtoras de manga. É um dos maiores problemas fitosanitários, principalmente na exportação de mangas, exigindo pulverizações periódicas com fungicidas nos pomares e tratamentos pós-colheita eficientes.
Além de reduzir a produtividade e desqualificar comercialmente os frutos, a antracnose provoca ferimentos ou lesões nos frutos que beneficiam a infestação de fungos oportunistas e insetos (pragas), os quais podem provocar rapidamente a morte da planta ou parte desta que foi afetada (Cunha et al., 2000).

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Hospedeiro/cultura: Manga (Mangifera indica L.)
Família Botânica: Anacardiaceae
Doença: Antracnose-da-mangueira
Agente Causal: Colletotrichum gloeosporioides (Penz.) (anamorfo), Glomerella cingulata Stoneman (teleomorfo).
Local de Coleta: Instituto Federal Goiano – campus Urutaí
Data de Coleta: 18/10/2010
Taxonomia: A fase anamórfica pertence ao Reino Fungi, grupo incerto dos Fungos Mitospóricos, subgrupo Coleomicetes. A fase teleomórfica pertence ao Reino Fungi, Divisão Ascomycota, Classe Pyrenomycetes, Ordem Phyllachorales, Família Phyllachoraceae.

Sintomatologia: Nas folhas novas, a doença causa numerosas e pequenas manchas salientes, arredondadas ou irregulares, e salientes, de tamanho variável e coloração marrom. Estas lesões podem aparecer no ápice, nas margens ou mesmo no centro do limbo foliar (Fig. 1 A, C). Em condições favoráveis evoluem rapidamente, tornando a folha retorcida, necrosada e crestada, com rupturas na área lesionada. Na raque da inflorescência aparecem manchas de coloração marrom-escuras, destruindo grande número de flores. As raques e ramificações danificadas quebram facilmente, causando a queda dos frutos antes da maturação (Kimati, H. et al, 2005).
Em ramos novos observa-se manchas necróticas escuras, seguida da seca da ponta para a haste causando desfolha. Os frutos são suscetíveis em qualquer estádio, quando a infecção se da no inicio ocorre à queda dos frutos. Em frutos maiores o patógeno pode ficar latente, e quando os frutos amadurecem ocorre a quebra da latência, causando manchas negras e deprimidas (Fig. 1 B, D), podendo ser encontradas rachaduras (Kimati, H. et al, 2005).

Etiologia (Sinais): O patógeno cuja sinonímia é conhecida como Ascochyta rufomaculans (Berk.) apresenta como formae specialis as seguintes variações: Colletotrichum gloeosporioides f.sp. alatae R.D., Colletotrichum gloeosporioides f.sp. gloeosporioides (Penz.), Colletotrichum gloeosporioides f.sp. heveae Petch, Colletotrichum gloeosporioides f.sp. melongenae Fournet, Colletotrichum gloeosporioides f.sp. nectrioides Gonz., Colletotrichum gloeosporioides f.sp. aeschynomenes J.T., Colletotrichum gloeosporioides f.sp. clidemiae E.E., Colletotrichum gloeosporioides f.sp. cucurbitae Menten, Colletotrichum gloeosporioides f.sp. cuscutae T.Y., Colletotrichum gloeosporioides f.sp. manihotis Chevaug., Colletotrichum gloeosporioides f.sp. pilosae U.P. e Colletotrichum gloeosporioides f.sp. uredinicola U.P.. Em relação as variedades do patógeno são descritas as seguintes: Colletotrichum gloeosporioides var. aleuritis Saccas & Drouillon, Colletotrichum gloeosporioides var. cephalosporioides A.S. Costa, Colletotrichum gloeosporioides var. gloeosporioides Penz., Colletotrichum gloeosporioides var. gomphrenae Perera, Colletotrichum gloeosporioides var. hederae Pass., Colletotrichum gloeosporioides var. minus J.H., Colletotrichum gloeosporioides var. minus J.H. e Colletotrichum gloeosporioides var. nectrioidea Gonz (Index Fungorun, 2010).
Glomerella cingulata é um Ascomiceto que possui como fase imperfeita o fungo Colletotrichum gloeosporioides. Trata-se de um fungo que produz acérvulos subepidérmicos, dispostos em círculos. Os conídios são liberados dos acérvulos através de uma massa viscosa de coloração rosada. Os conídios são hialinos e gutulados, uninucleados, com 12-19 µm de comprimento por 1-6 µm de largura, arredondados na extremidade e levemente curvos (Fig. 1 F,G). Os peritécios são subesféricos, ascos são subclavados, medindo 42-60 x 10-12 µm, os ascósporos são hialinos, unicelulares e curvados, medindo 12-24 x 4-6 µm (Kimati, H. et al, 2005).

Epidemiologia: Apresentam uma forma parasitária, que ocorre na planta hospedeira, e uma fase saprofítica, que ocorre na matéria orgânica. A fase saprofítica corresponde a sobrevivência do patógeno na ausência de seu hospedeiro. Nessa fase os patógenos sobrevivem em restos de cultura ou em matéria orgânica do solo, na forma de micélio, escleródio. Estes fungos tem a capacidade de persistir no solo durante longos períodos, pois, sob condições normais, crescem na matéria orgânica, e em ambientes favoráveis, mantém-se viáveis através das estruturas de resistência.
A partir da fonte de inoculo, representadas por restos de cultura e matéria orgânica, pode ocorrer a disseminação, ativa ou passiva, das estruturas fúngicas. Na disseminação ativa, os zoósporos deslocam-se através da água presente no solo. A forma passiva é realizada através da água (enxurrada ou respingos), do movimento do solo(aração e gradagem) e do tranporte de material infectado (mudas e sementes), promovendo a disseminação dos propágulos a longas distâncias. Colletotrichum gloeosporioides associado a cultura da manga (Mangifera indica L.) tem ampla distribuição, já sendo descrito em vários países no mundo como a Austrália, Brasil, Camboja, China, Colômbia, Costa do Marfim, Cuba, Republica Dominicana, El Salvador, Etiópia, Estados Unidos, Guatemala, Guiana, Miamar, Nepal, Paquistão, Peru, Filipinas, Porto Rico, Serra Leoa, Somália, África do Sul, Tailândia, Venezuela e Ilhas Virgínias. Mostrando a distribuição da antracnose-da-mangueira em todos os continentes do mundo (Farr e Rosman, 2010).
São conhecidos os seguintes hospedeiros do fungo Colletotrichum gloeosporioides no Brasil: Abelmoschus esculentus (Quiabo), Actinidia chinensis (Kiwi), Allium cepa (Cebola), Anacardium occidentale (Cajueiro), Annona muricata (Graviola), Annona pygmaea, Annona reticulata, Annona squamosa (Fruta-do-conde), Anthurium sp., Arachis hypogaea (Amendoim), Artocarpus incisus (Fruta-pão), Artocarpus integrifolia (Jaca), Averrhoa carambola (Carambola), Bombax aquaticum (Mamorana), Capsicum annuum (Pimentão), Capsicum frutescens, Carica papaya (Mamoeiro), Caryocar brasiliense (Pequi), Citrus limon (Limão), Coriandrum sativum (Coentro), Cyclamen persicum (Ciclame), Elaeis guineensis (Dendê), Ficus carica (Figueira), Fragaria ananassa (Morango), Fragaria sp., Fragaria vesca (Morango-silvestre), Hancornia speciosa (Mangaba), Hevea brasiliensis (Seringueira), Hovenia dulcis (Uva-do-japão), Ilex paraguayensis (Erva-mate), Ipomoea batatas (Batata-doce), Jatropha curcas (Pinhão-manso), Lupinus albus (Tremoço), Lycopersicon esculentum (Tomateiro), Malpighia glabra (Acerola), Malus domestica (Macieira), Mangifera indica (Manga), Manihot esculenta (Mandioca), Moquilea tomentosa (Oiti), Musa paradisiaca (Bananeira), Nephrolepis duffii, Oenocarpus sp., Opuntia ficus-indica (Figo-da-India), Passiflora edulis (Maracujá-amarelo), Passiflora sp., Persea americana (Abacate-roxo), Pisum sativum (Ervilha), Prunus persica (Pêssego), Psidium guajava (Goiabeira), Ravenala sp., Ricinus communis (Mamona), Sapindus esculentus, Simmondsia chinensis (Jojoba), Solanum (Berinjela), Spondias dulcis (Cajá-manga), Spondias lutea (Cajá), Spondias purpurea L. (Siriguela), Spondias tuberosa (Umbuzeiro), Stylosanthes guianensis (Capim-meladinho), Syngonium angustatum (Singônio), Theobroma cacao (Cacau) e Vitis vinifera (Uva) (Farr e Rosman, 2010). Portanto muitas vezes a eliminação de culturas hospedeiras não é eficiente no controle, devido à alta gama de espécies que o patógeno incide.
Conídios são disseminados na planta pela água da chuva e produzidos durante todo o ano em lesões novas ou velhas de folhas, ramos verdes e secos, inflorescências mumificadas e nas raques desenvolvidas. A maior produção de conídios ocorre nas lesões das folhas novas em condições de alta umidade relativa, acima de 95%, ou em água livre e numa larga faixa de temperatura que vai de 10 °C a 30 °C, sendo a ideal para a formação de apressório acima de 25 °C (Kimati, H. et al, 2005).
A disseminação dos esporos de C. gloeosporioides dá-se principalmente pelo vento e por respingos de chuva, estando totalmente relacionado a sua incidência com a presença de molhamento foliar. Períodos chuvosos e encobertos como também orvalhos intensos durante o período noturno favorecem muito o desenvolvimento do patógeno. Em condições de elevada umidade relativa (superior a 90%) e temperaturas superiores a 22 °C é possível observar no centro das lesões pontuações pardo-amareladas que são as frutificações do patógeno (Tavares S. C. C., 1995).


Controle: O controle deve ser feito por meio de uma associação de métodos culturais e químicos e varietais, para aumentar a eficiência do manejo da doença.
Com relação ao controle químico, ate o aparecimento dos fungicidas orgânicos, os cúpricos eram usados exclusivamente com variáveis graus de sucesso como a calda bordalesa, óxido cuproso, oxicloreto de cobre e sulfato básico de cobre. Os fungicidas orgânicos zineb, maneb e capatan, em pulverizações semanais durante o florescimento, são eficientes no controle da antracnose. Nenhum deles, porém, se iguala aos cúpricos nas pulverizações pós-florescimento. Apesar de menos instáveis que os cúpricos, os fungicidas orgânicos tem algumas vantagens, pois não causam desequilíbrio na população de insetos com aumento de cochonilhas, causam menos injurias as flores abertas e não interferm nas atividades de insetos polinizadores (Kimati, H. et al, 2005).
Os pomares devem ser instalados em regiões com baixa umidade e promovida a indução de floração, de forma que ocorra produção em épocas desfavoráveis ao fungo. Nas regiões onde ocorrem, durante o ano, períodos de elevada umidade relativa, sugere-se realizar o plantio com maior espaçamento, para favorecer a ventilação e a insolação entre as plantas, bem como podas leves, para abrir a copa e aumentar a aeração e a penetração dos raios solares (Junqueira et al.,2002).
Existem diversos produtos químicos indicados para o controle da antracnose-da-mangueira, o produtor deve seguir a indicação de um técnico qualificado para a indicação do produto, dosagem e método de controle. Os fungicidas para o controle da doença e seus respectivos ingredientes ativos, registrados no Ministério da agricultura e Pecuária e Abastecimento, são os seguintes: Amistar Top (azoxistrobina + triazol), Amistar WG (azoxistrobina), Cercobin 500 SC (tiofanato-metílico), Cobox (oxicloreto de cobre), Cobre Atar BR (óxido cuproso), Cobre Atar MZ (óxido cuproso), Comet (estrobilurina), Constant (tebuconazol), Contact (hidróxido de cobre), Copsuper (oxicloreto de cobre), Cupravit Azul BR (oxicloreto de cobre), Cuprozeb (mancozebe), Difere (oxicloreto de cobre), Dithane NT (mancozebe), Domark 100 EC (triazol), Elite (triazol), Flare (triazol), Folicur 200 EC (triazol), Garant (hidróxido de cobre), Magnate 500 EC (imidazol), Mancozeb Sipcam (mancozebe), Manzate WG (mancozebe), Manzate 800 (mancozebe), Mofotil (tiofanato-metílico), Nativo (triazol + estrobilurina), Pomme (tiofanato-metílico), Propose (oxicloreto de cobre), Protectin (tiofanato-metílico), Ramexane 850 PM (oxicloreto de cobre), Reconil (oxicloreto de cobre), Score (triazol), Sportak 450 EC (procloraz), Status (oxicloreto de cobre), Tecto SC (benzimidazol), Triade (triazol) e Vantigo (azoxistrobina) (Agrofit, 2010).
Costa et al. (2004), avaliando a eficiência do fungicida azoxistrobina em diferentes doses, concluiu que os tratamentos com azoxistrobina nas dosagens de 75 e 100 mg L-1 i.a. acrescidos do espalhante adesivo nonilfenol etoxilado a 0,05% e azoxistrobina (75 mg L-1 i.a.) acrescidos de óleo mineral parafínico a 0,2 e 0,5%, podem ser usados como alternativa eficiente de controle da antracnose em frutos de mangueira, sempre que acompanhados de um tratamento pós-colheita.
O uso de variedades tolerantes é uma pratica indicada no manejo da doença. Dentre as cultivares plantadas com vistas ao mercado externo, a Tommy Atkins e Van Dyke são consideradas as menos suscetíveis à antracnose. As cultivares Haden, Bourbon e Palmer, de grande aceitação comercial, são consideradas como bastante suscetíveis. ‘Malikka’, ‘Amrapalli’ e ‘Alfa Embrapa 141’ vêm se comportando como resistentes (Junqueira et al.,2002).
Em relação aos frutos em pós-colheita para o aumento da aceitação dos mesmos no mercado de exportação é necessário realizar um controle eficaz, para evitar ou minimizar a podridão das mangas destinadas ao mercado. Atualmente, poucos fungicidas são registrados para esse fim, entre eles encontra-se o thiabendazole. Recentemente, as pesquisas realizadas no Laboratório de Qualidade Mercadológica da Embrapa Semi-Árido, em Petrolina- PE revelaram que a severidade da antracnose nas mangas imersas, por 10 minutos, em água aquecida a 50ºC em combinação com 0,15% de thiabendazole foi reduzida em 94,6%, em relação às mangas não tratadas (Choudhury et al., 2003).
O importante é avaliar cada caso é planejar ume estratégia para o controle da doença, consorciando diferentes métodos de manejo para o controle efetivo da doença.

LITERATURA CITADA:

AGROFIT Sistema Agrofit – sistema de agrotóxicos fitossanitários. Disponível em:<>, acessado em 18 de outubro de 2010.

CUNHA, M.M., SANTOS FILHO, H.P. & NASCIMENTO, A.S. do. Manga. Fitossanidade. Brasilia: EMBRAPA Mandioca e Fruticultura, Cruz das Almas-BA.Brasília – EMBRAPA Comunicação para Transferência de Tecnologia, Frutas do Brasil, 6, 2000.

COSTA R, SALES JÚNIOR, F.M., MARINHO, R.E.M., NUNES, G.H.S., AMARO FILHO, J. & MIRANDA, V.S. Utilização de azoxistrobina no controle da antracnose da mangueira. Fitopatologia Brasileira 29:193-196. 2004.

Choudhury M. M., COSTA T. S., ANJOS J. B.. Controle da antracnose pós-colheita da manga causada por Colletotrichum gloeosporioides. Comunicado técnico 116. ISSN 1516-1609 Petrolina, PE Dezembro, 2003.

EMBRAPA Banco de Dados Brasileiro de Micologia. Disponível em: Acessado em: 18 de outubro de 2010.

FARR & ROSMAN, SBML Systematic Botany of Mycological Resources. Disponível em: . Acessado em: 18 de outubro de 2010.

INDEX FUNGORUM. Disponível em: . Acesso em: 18 de outubro de 2010.

JUNQUEIRA, N. T. V., PINTO, A. C. Q., CUNHA, M. M., RAMOS, V. H. V. Controle das doenças da mangueira. In: Controle de doenças de plantas de fruteiras tropicais. ZAMBOLIM, L. et al. (ed.), cap. 6, p.323403. 2002.

KIMATI, H.; AMORIM, L.; REZENDE, J.A.M.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO, L.E.A. Manual de fitopatologia: Doenças das plantas cultivadas;. 4ª Ed.vol. 2, p. 340-341 – São Paulo: Agronômica Ceres, 2005.

PIZZOL, S. J.; FILHO MARTINES, J. G.; SILVA, T. H. S.; GONÇALVES, G. O mercado da manga no Brasil: aspectos gerais. Preços Agrícolas, Piracicaba, v.12, n.142, p. 34, 1998.

TAVARES, S.C.C. DE H. Principais doenças e alternativas de controle. In: EMBRAPA (CPATSA, Petrolina-PE). Informações Técnicas sobre a Cultura da manga no Semi-árido Brasileiro. Brasília: EMBRAPA-SPI,Cap. V, pp.123-156. 1995.


Um comentário:

  1. Prezados, existe uma mangueira no quintal da casa d minha tia, em Olaria, subúrbio do Rio, que eu conheço há mais de 50 anos.Em meados de junho/julho/2010 um dos três principais troncos secou totalmente e outro já apresenta os mesmos sintomas. Parou de dar frutos esse verão. Pergunto: O que podemos fazer para salvá-la? Por favor peço algumas instruções de vcs, se possível, pelo e-mail: zeluol@gmail.com
    Grato
    Jose Luiz de Oliveira
    Rio de Janeiro - RJ
    zeluol@gmail.com

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