quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Doenças incidentes na cultura da Mamoneira (Ricinus communis L)

Bernardo P. M. Rezende1

1Acadêmico do curso de Agronomia

1.0. INTRODUÇÃO

A mamoneira (Ricinus communis L.) é uma oleoginosa de relevante importância econômica e social, de cujas as sementes se extrai um óleo de excelentes propriedades, de largo uso como insumo industrial.

O teor de óleo das sementes de mamona pode variar de 35 a 55% (Vieira et al., 1998), mas a maior parte das cultivares plantadas comercialmente no Brasil possuem teor de óleo variando entre 45% e 50% (Freire et al., 2006). Cerca de 90% do óleo é composto por triglicerídio, principalmente da ricinoleína, que é o componente do ácido ricinoléico, cuja fórmula molecular é (C17H32OHCOOH). O ácido ricinoléico tem ligação insaturada e pertence ao grupo dos hidroxiácidos e se caracteriza por seu alto peso molecular (298) e baixo ponto de fusão (5oC). O grupo hidroxila presente na ricinoleína confere, ao óleo de mamona, a propriedade exclusiva de solubilidade em álcool (Weiss, 1983; Moshkin, 1986).

Atualmente, uma das reações químicas do óleo de mamona de maior destaque, é a de produção do BIODIESEL, que é um derivado de óleo da mamona ou outro óleo qualquer, com propriedades similares ao diesel (do petróleo). É produzido por reação de 1 molécula de óleo + 3 de álcool (etanol ou metanol) produzindo 3 moléculas de biodiesel + 1 de glicerina, reação do método mais usado, a transesterificação alcalina; entretanto, conforme a Petrobrás, há outras metodologias, como: esterificação ácida, craqueamento termocatalítico, hidrotratamento-rota semente-Petrobrás 2001 (H-BIO-Petrobrás-2006) e transesterificação “in situ”.

O cultivo da mamona está em expansão no Brasil,tanto no cerrado, com cultivos mecanizados em grandes áreas, quanto em regiões mais secas, comoo Nordeste, com áreas menores e mão-de-obra familiar. O crescente interesse pela ricinocultura se dá pelo fato desta cultura ser geradora de biodiesel,combustível não fóssil e menos poluente; no entanto,existem várias outras aplicações, como produção de plásticos, tintas e lubrificantes. Por outro lado ela assume um papel sócio econômico importante, em algumas regiões do Brasil (Azevedo e Lima, 2001).

Com o conseqüente adensamento de populações de uma mesma espécie, a expansão agrícola contribui para maior disseminação dos agentes etiológicos de moléstias. Os problemas fitossanitários relacionados à mamoneira são pouco estudados, contrastando com sua importância para o mundo moderno. Apesar de se tratar de uma planta rústica, a mamoneira é susceptível a várias doenças (Batista et al., 1998).

O objetivo deste trabalho é identificar, descrever e apontar praticas de manejo para as doenças incidentes mamoeira.

2.0. PRINCIPAIS DOENÇAS DA MAMONA

Os problemas fitossanitários relacionado à mamoneira são pouco estudados, contrastando com sua importância para o mundo moderno. Apesar de se tratar de uma planta rústica, a mamoneira é susceptível a várias doenças (Batista et al., 1998).

2.1. Mofo cinzento (Amphobotrys ricini)

A mamoneira (Ricinus communis L.), também conhecida como carrapateira ou rícino, é uma espécie de origem tropical que vegeta naturalmente desde a longitude 400 Norte até 400 Sul. O óleo extraído de suas sementes é um dos mais versáteis da natureza, com inúmeras aplicações industriais (Chierice e Claro Neto, 2001).

Embora seja uma planta com grande capacidade de adaptação às mais diferentes regiões do mundo, a mamoneira está sujeita a doenças causadas por diversos microorganismos que causam prejuízos de grande expressão econômica, principalmente quando as condições climáticas lhes são favoráveis (Fornazieri Júnior, 1986; Savy Filho, 1999).

Entre essas doenças, o mofo cinzento, causado pelo fungo Amphobotrys ricini (Buchw.) Hennebert, é uma das mais importantes. A doença causa grandes prejuízos à produção, pois destrói inflorescências e cachos, reduzindo a produção de óleo pela diminuição dos frutos colhidos (Lima et al., 2001).

O mofo cinzento da mamoneira é uma das doenças mais importantes da cultura, em função da rápida e completa destruição dos cachos; foi relatada pela primeira vez nos EUA, por volta de 1918 (Godfrey, 1923) e no Brasil em 1932, no estado de São Paulo (Gonçalves, 1936). A importância da doença foi crescendo à medida que se intensificou a exploração da cultura, sendo considerada, atualmente, a doença mais séria em algumas regiões do Brasil (Lima et al., 2001).

2.1.1. Sintomatologia

A doença é causada pelo fungo Amphobotrys ricini (Buchw.) Hennebert (sin. Botrytis ricini Godfrey), forma anamórfica de Botryotinia ricini (Godfrey) Wetzel, que pertence à classe dos Ascomycetes, ordem Helotiales e família Sclerotiniaceae. O fungo afeta principalmente inflorescências e cachos, entretanto pode-se desenvolver também sobre outras partes da planta, como caule e folhas, cujas lesões originam-se pela queda do material infectado da inflorescência (Batista et al., 1996). Os primeiros sintomas são pequenas manchas de tonalidade azulada nas inflorescências e frutos em desenvolvimento; em condições climáticas favoráveis, ocorre abundante esporulação do fungo na superfície dos tecidos afetados, o que confere a área lesionada um aspecto pulverulento de coloração cinza escuro (Godfrey, 1923).

2.1.2. Epidemiologia

Provavelmente, as principais fontes de inóculo do patógeno sejam mamoneiras espontâneas (asselvajadas) que nascem nas proximidades das áreas de plantio. A dispersão do patógeno é realizada pelo vento, por insetos (Kimati, 1980) e por sementes (Neergaard, 1979).

O progresso do mofo cinzento da mamoneira é dependente de condições favoráveis de umidade e temperatura. A doença é particularmente destrutiva em regiões onde o período de floração e frutificação da mamoneira coincide com alta umidade relativa associada com temperaturas em torno de 25º C (Godfrey, 1923).

2.1.3. Etiologia

2.1.4. Praticas de manejo

A utilização de sementes sadias, a rotação de culturas, a eliminação de restos culturais, o uso de maiores espaçamentos ente plantas e a eliminação de mamoneiras espontâneas, são algumas das táticas recomendadas no manejo da doença (Sichmann, 1972; Kimati, 1980; Lima et al., 2001).

Ressalta-se entretanto, que a utilização de espaçamentos maiores entre plantas é uma prática incompatível com os sistemas de produção mecanizados e que a eliminação de mamoneiras espontâneas, além de ser de difícil execução, é indesejável, pois eliminações drásticas podem contribuir para a redução da base genética utilizada, além de eliminar possíveis fontes de resistência.

O tratamento químico de sementes de mamoneira, visando à eliminação ou redução do inóculo de A. ricini, pode se constituir em uma tática eficiente na prevenção da introdução do patógeno via sementes em novas áreas de cultivo. Em outras culturas, essa medida tem sido uma das mais empregadas pela sua simplicidade de execução, baixo custo relativo e eficácia. Depois de estabelecida a doença, o controle químico, com pulverizações e curativas, poderá ser também uma das táticas utilizadas; entretanto, até o momento, não existem fungicidas registrados para a cultura.

O uso de cultivares com resistência ao mofo cinzento é a tática de manejo mais eficaz e desejável; no entanto, cultivares com níveis elevados de resistência a essa doença ainda estão sendo desenvolvidas.

2.2. Murcha-de-Fusarium (Fusarium oxysporum f. ricini (Wr.) Snyd e Hans)

Foi constatada nos estados de São Paulo e Paraná por volta de 1937 sendo mais tarde registrado em Minas Gerais e na região Norte do país (Arruda e Gonçalves, 1937; Kimati, 1980). Distribui-se na maioria dos estados que se cultiva a mamoneira. Dependendo das condições edafoclimáticas, da densidade do inoculo do patógeno no solo e do nível de resistência da cultivar esta doença pode causar sérios danos à cultura da mamoneira (Kimati, 1980). Registros na antiga União Soviética confirmam que a murcha-de-fusarium tem dizimado até 80% da população da plantas cultivadas (Moshkin, 1986).

2.2.1.Sintomatologia

Os sintomas característicos da doença são a perda de turgescência, áreas irregulares de coloração amarela na superfície foliar, não delimitadas, que se tornam posteriormente necrosadas, podendo induzir a queda de folhas. Outro sintoma bastante típico é o escurecimento dos vasos da planta onde a murcha é um reflexo da obstrução dos vasos ou da ação tóxica dos produtos resultantes da interação patógeno-hospedeiro (Kimati, 1980).

Não há evidências que comprovem que a disseminação possa ocorrer por meio de semente, contudo, mesmo não tendo sido constatada nenhuma fonte de infecção em seu interior observou-se que a semente afetada, em estado de decomposição superficial, originou uma plântula com sintomas da doença (Moshkin, 1986).

2.2.2. Epidemiologia

Temperaturas entre 22 °C e 25 °C proporcionam as condições ideais ao desenvolvimento da doença (Moshkin, 1986). Por ser um fungo habitante do solo, que vive saprofiticamente em restos de cultura, ele pode sobreviver na forma de clamidósporos. Dissemina-se por meio do transporte de partículas de solo contaminado e pela formação de macro e micronídios na superfície da planta afetada (Kimati, 1980).

2.2.3. Etiologia

O agente etiológico desta doença é o fungo Fusarium oxysporum f. sp. ricini (Wr.) Snyd e Hans que pertence à classe Deuteromycetes, ordem Moniliales e família Tuberculariaceae.

2.2.4. Praticas de manejo

Para o controle desta doença deve-se utilizar sementes sadias, rotação de culturas e eliminação de restos de cultura que podem contribuir para a redução da densidade de inóculo do patógeno no solo. O uso de cultivares resistentes tem sido recomendada por Kimati (1980) e Moshkin (1986), cultivares como Campinas, de origem brasileira, e Chervonnaya e Sizaya 7, de origem russa, com resistência horizontal, são indicadas para o controle desta doença.

2.3. Podridão-de-botryodiplodia (Botryodiplodia theobromae (Pat.))

Fungo bastante comum em várias culturas de importância econômica das regiões de clima tropical (Goos et al., 1961). No Brasil a podridão do caule e dos ramos da mamoneira, causada por este fungo, foi constatada pela primeira vez na região de Irecê, Bahia (Batista et al., 1996; Lima et al., 1997a).

2.3.1. Sintomatologia

Inicialmente, a planta afetada apresenta necrose dos tecidos, que evolui para podridão, seca e morte do caule e/ou dos ramos. Podem ser encontrados sobre a superfície do tecido afetado vários picnídios do fungo.

2.3.2. Epidemiologia

O estado nutricional da cultura e as condições climáticas são os principais fatores responsáveis pela predisposição da planta à incidência da doença. A disseminação do patógeno ocorre pelos picnidiósporos, encontrados em abundância na superfície do tecido da planta.

2.3.3. Etiologia

Seu agente etiológico é o fungo Botryodiplodia theobromae (Pat.), pertencente à classe dos Deuteromycetes, ordem Sphaeropsidales e família Sphaeropsidaceae.

2.3.4. Praticas de manejo

Como principais medidas de controle estão: manejo cultural adequado – sobretudo no que se refere ao aspecto nutricional, para evitar a exposição da cultura ao estresse – e o uso de sementes sadias oriundas de campos de produção isentos de doença.

2.4. Podridão-do-Caule ou Podridão-dos-Ramos (Lasiodplodia theobromae)

No Brasil, a podridão do caule e dos ramos da mamoneira foi constatada, pela primeira vez, na região de Irecê, Estado da Bahia (Kimati, 1980).

2.4.1. Sintomatologia

Seus sintomas são caracterizados sobretudo por necrose dos tecidos, que evolui para a podridão, seca e morte do caule e/ou dos ramos (Kimati, 1980).

2.4.2. Epidemiologia

O estado nutricional da planta e as condições climáticas, principalmente estresses por deficiência hídrica, são, possivelmente, os principais fatores responsáveis pela predisposição da planta à doença (Kimati, 1980).

2.4.3. Etiologia

Causada pelo fungo Lasiodplodia theobromae, que ocorre principalmente em tecidos injuriados de plantas submetidas a algum tipo de estresse (Kimati, 1980).

2.4.4. Pratica de manejo

Como principais medidas de controle estão: manejo cultural adequado – sobretudo no que se refere ao aspecto nutricional, para evitar a exposição da cultura ao estresse – e o uso de sementes sadias oriundas de campos de produção isentos de doença (Kimati, 1980).

2.5. Manchas Foliares (Alternaria ricini (Yoshii) Hansford, Cercospora ricinela (Sacc. & Bert) Speg.)

Manchas foliares causadas por fungos são muito comuns na cultura da mamona, porém não apresentam importância econômica devido aos pequenos prejuízos que causam (Kimati, 1980).

2.5.1. Sintomatologia

Nas folhas, os sintomas diferem um pouco quando causados por um ou por outro fungo. A. ricini produz manchas pardas irregulares na superfície das folhas, podendo ocorrer coalescência das lesões. Muitas vezes estas manchas apresentam um aspecto zonado concêntrico, no centro das quais aparecem as frutificações do fungo em condições de umidade elevada. Além de manchas foliares, este fungo pode causar lesões escuras e deprimidas nas cápsulas e necrose do pedicelo, prejudicando a formação das sementes (Kimati, 1980).(Fig. 1)

2.5.2. Epidemiologia

Desenvolve bem em umidade elevada, temperaturas em torno de 20 e 28°c, desequilíbrio nutricional contribui para uma maior incidência e severidade do patógeno (Kimati, 1980).

2.5.3. Etiologia

Tanto A. ricini quanto C. ricinela podem afetar o desenvolvimento das mudas novas, tornando-as subdesenvolvidas, inclusive podendo causar sua morte em casos de ataque severo. As manchas causadas por C. ricinela são relativamente menores, de tendência circular, com centro claro e bordos escuros. Este fungo também produz esporos no centro das lesões cm condições de umidade elevada (Kimati, 1980).

2.5.4. Praticas de manejo

Normalmente, não se recomendam medidas de controle para as manchas foliares, contudo, sabe-se que a adoção de maiores espaçamentos e uma adubação adequada contribuem para reduzir sua severidade. O controle químico através de pulverizações da parte aérea, apesar de eficiente, não é viável economicamente. O uso de variedades resistentes seria o método ideal de controle, porém pouco se conhece à respeito do nível de resistência das nossas variedades (Kimati, 1980).

2.6. Murcha-foliar-bacteriana (Xanthomonas axonopodis pv. ricini (Yoshi e Takimoto))

Apesar de ser uma doença bastante comum, até o momento não tem apresentado conseqüências econômicas para a cultura da mamoneira. Ocorre nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná (Akiba, 1974; Kimati, 1980).

2.6.1. Sintomatologia

Os sintomas caracterizam-se por pequenas manchas nas folhas, inicialmente de aspecto aquoso e coloração verde-escura, passando posteriormente a castanho-escura, de formato geralmente angular e algumas vezes circular. As lesões foliares podem coalescer causando necrose em extensas áreas do limbo, resultando no desfolhamento prematuro da planta (Cook, 1981; Drummond e Coelho, 1981).

2.6.2. Epidemiologia

As condições que favorecem o seu desenvolvimento são temperaturas e umidade relativa elevadas. A penetração da bactéria ocorre pelos estômatos ou por ferimentos no órgão afetado (Kimati, 1980). A disseminação dá-se principalmente pela água e pelo vento, e, às vezes, pela semente (Brigham e Spears, 1980).

2.6.3. Etiologia

O agente etiológico desta doença é a bactéria Xanthomonas axonopodis pv. ricini (Yoshi e Takimoto) que é gram negativa, com células providas de flagelo polar simples e colônias com pigmento amarelado ou esbranquiçado (Cook, 1981).

2.6.4. Praticas de manejo

Mais uma vez recomenda-se o uso de sementes sadias para ter um bom controle. A prática mais recomendável é a utilização de cultivares resistentes como, a cultivar Cimarron que possui boa tolerância (Kimati, 1980), e a Tacaratu que apresenta alto nível de resistência (Drummond e Coelho, 1981).

2.7. Podridão-de-macrophomina (Macrophomina phaseolina (Tassi))

Ocorre em vários países do mundo, no Brasil foi detectada na Bahia, e tem sido considerada uma das mais sérias moléstias da mamoneira nesse estado (Lima e Batista, 1997).

2.7.1. Sintomatologia

Os sintomas são: amarelecimento das folhas e murcha da planta, assemelhando-se na parte externa à murcha causada por Fusarium, depois observa-se necrose parcial ou total da raiz e, com o tempo, a podridão evolui da raiz em direção ao caule.

2.7.2. Epidemiologia

Baixa umidade do solo e alta temperatura favorecem o desenvolvimento da doença (Cook, 1955). Sua disseminação pode se dar por partículas do solo e pela água de irrigação ou da chuva (Dhingra e Sinclair, 1978).

2.7.4. Praticas de manejo

A rotação de culturas é recomendada em caso de grande incidência da doença, apesar do fungo possuir um grande número de hospedeiros, pois poderá induzir à redução na capacidade de multiplicação do patógeno. A eliminação de restos de cultura é outra medida muito eficaz na redução da densidade de inoculo do patógeno no solo. Até o momento não existem cultivares resistentes comercialmente exploradas. Trabalhos conduzidos pela Embrapa Algodão, que têm por objetivo a obtenção de genótipos resistentes, identificou a linhagem CNPA M.93-91 um bom material com boas perspectivas para uso nos trabalhos de melhoramento.

3.0. CONCLUSÃO

A cultura da mamona esta sendo muito explorada no Brasil, devido a produção principalmente de biodiesel. Com isso podemos adotar varias praticas de manejo diminuindo a incidência de doenças e pragas.

A mamoneira como qualquer outro ser vivo pode contrair várias doenças que dependem da cultivar (natureza genética), do patógeno (agente etiológico da doença) e do ambiente, em especial da temperatura e da umidade relativa do ar que, se forem elevadas, podem favorecer a incidência das doenças e da interferência do homem.

4.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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