quinta-feira, 1 de julho de 2010

REVISÃO DE LITERATURA A RESPEITO DO MELHORAMENTO GENÉTICO DA CULTURA DO AMENDOIM (Arachis hypogaea).

Autor: Bernardo Piccolo Moreira Rezende

INTRODUÇÃO

A origem do amendoim comum (Arachis hypogaea Lineu) parece estar associada a um eventual cruzamento entre duas espécies silvestres diplóides, que teria resultado em um híbrido estéril, cujos cromossomos foram duplicados, levando a restauração da fertilidade e provável seleção de controle genético da meiose (Simpson et al., 2001).
O gênero Arachis L. engloba cerca de 80 espécies, cuja distribuição natural é restrita ao Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai (Valls e Simpson, 1994). Sendo o Brasil o país que abriga o maior número de espécies. O amendoim comum tem mostrado significativa importância econômica, quase sempre circunscrita a pequenas regiões, mas também tem-se projetado internacionalmente como novas alternativas agrícolas. No século XVI, com a chegada dos europeus, o amendoim foi sendo difundido pelo mundo, assumindo importância na dieta alimentar de alguns povos, como na China e na Índia (Freitas; Peñaloza; Valls, 2003).
O amendoim é uma das principais oleaginosas cultivadas no mundo. Anualmente, são consumidas cerca de 8 milhões de toneladas de grãos na forma in natura ou industrializada e entre 15 e 18 milhões são esmagados para fabricação de óleo comestível (Macedo, 2004). Em termos de importância econômica, esta oleaginosa é a quarta mais cultivada, ficando atrás apenas da soja, do algodão e da colza. A China a Índia e os Estados Unidos são os principais produtores mundiais; Nigéria, Indonésia e Senegal somam, juntos, 10,2% da produção mundial (Santos, 2005).
O cultivo do amendoim no Brasil ocupa aproximadamente 129.500 ha. Cerca de 75% da produção nacional está concentrada no Estado de São Paulo (Companhia Nacional de Abastecimento, 2007). Essa produção, em sua quase totalidade, advém de áreas de reforma de canaviais, nas quais o amendoim é a principal cultura utilizada na rotação com a cana-de-açúcar.
O custo de produção da cultura gira em torno de 10% do rendimento bruto, mas em anos de grande incidência de pragas, o lavrador precisa estar atento, pois a falta de controle no momento certo pode tirar toda margem de lucro gerada por esta leguminosa. Em anos favoráveis para pragas e doenças o controle químico sobrecarrega o custo de produção (Lasca, 1986).
Diversas são as pragas que podem atacar as lavouras de amendoim. Atualmente para a região de Ribeirão Preto, SP, os tripes Enneothrips flavens (Moulton, 1941) (Thysanoptera: Thripidae); a lagarta-do-pescoço vermelho Stegasta bosquella (Chambers, 1875) (Lepidoptera: Gelechidae) e a lagarta Anticarsia gemmatalis constituem os principais problemas, acelerando a queda de folhas e incrementando a ocorrência de doenças fúngicas (Gallo et al., 1988).
Os programas de melhoramento de amendoim trabalham as seguintes características: produtividade, hábito de crescimento, ciclo, resistência ou tolerância a fatores bióticos e abióticos e qualidade do produto (Godoy et al., 1999).
O objetivo principal do presente trabalho é descrever sobre o melhoramento genético do amendoim comum, onde a seleção por cultivares mais produtivas e precoces, resistência ou tolerância a doenças e pragas e resistência a estresse hídrico são os objetivos do melhoramento dessa cultura.

2. DESENVOLVIMENTO

O melhoramento do amendoim comum tem sido feito, principalmente, pelo Instituto Agronômico de Campinas. São pesquisadores que trabalham no aperfeiçoamento dessa cultura desde 1940, ano que surgiu a primeira cultivar no Brasil, a IAC Tatu. Desde então 15 outras cultivares foram lançadas pelo IAC até o ano de 2008 (IAC Tatu, Tatuí, IAC Oirã, IAC Poitara, IAC Tupã, IAC Caiapó, IAC Jumbo, IAC 22, IAC 5, IAC Tatu - ST, IAC 8112, Runner IAC 886, IAC 11541, IAC 127, IAC 137, IAC 147, IAC 213) (Instituto Agronômico de Campinas, 2010).
Segundo o Registro Nacional de Cultivares do MAPA, existe 14 cultivares de amendoim comum registradas, aptas para comercialização. BR 1, BRS 151-L7 e BRS Havana da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA); IAC 22, IAC 5, IAC 8112, IAC Oirã, IAC Poitara, IAC Tupã, IAC-Caiapó, Runner IAC 886, Tatu Vermelho e IAC Tatu-ST do Instituto Agronômico de Campinas (IAC); e Iapar 25 –Ticão do Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR) (Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, 2010). Atualmente, essas três instituições de pesquisa são as principais a trabalharem com o melhoramento do amendoim.

2.1 Histórico do melhoramento
Há 40 anos, o Brasil era um importante produtor de amendoim e um dos maiores produtores mundiais de óleo de amendoim, sendo a cultura concentrada nos Estados de São Paulo e Paraná. Tanto que a década de 1970 foi marcada por uma produção destinada à indústria esmagadora, que abastecia o mercado interno com óleo e o externo com farelo e óleo (Freitas e Amaral, 2002). Mas na década seguinte, um conjunto de fatores - susceptibilidade às variações climáticas; baixo rendimento por área; variações bruscas nos preços; e elevado custo de produção (Nogueira Junior, 1976), além da grande concorrência por parte de outras atividades como soja, cana-deaçúcar e laranja (Freitas; Margarido; Negri Neto, 2003), desestimulou a cultura que sofreu contínua redução de área.
No final da década de 1980, com o predomínio do óleo de soja no mercado interno, a produção nacional de óleo de amendoim passou a ser destinada ao mercado externo, mas a inexistência de normas internas de controle de aflatoxina para o farelo reduziu a competitividade desse subproduto no exterior (Rocha e Barbosa, 1990).
A década de 1990, conforme Freitas e Amaral (2002), registra uma mudança no mercado de amendoim, apontando expansão do consumo in natura e o declínio nas aquisições por parte das esmagadoras, que reduziu a produção e exportação dos subprodutos, assim o produtor de amendoim passa a direcionar a produção agrícola em função da indústria confeiteira, que requer melhor qualidade do produto. Nessa fase a demanda por cultivares que atendessem melhor as exigências da indústria confeiteira tornou-se o grande desafio, assim como a adoção de outras tecnologias que pudessem garantir a qualidade do amendoim: como novas técnicas de manejo, de colheita e pós-colheita. As pesquisas que deram origem aos cultivares, IAC Caiapó, IAC Tatu-ST e IAC Runner 886, utilizando técnicas de melhoramento genético; posteriormente, foram realizados testes em escala de produção agrícola, através de parcerias com produtores, para comparação com os resultados experimentais.
Em 1996 foi lançado o cultivar IAC Caiapó9; a pesquisa para seu desenvolvimento envolveu 23 ensaios experimentais, em que foram avaliadas as características físicas e químicas e a produtividade alcançada (Zullo et al., 1993). Em seguida, foi avaliado o desempenho produtivo em três níveis de controle de doenças e estabilidade de produção (Godoy et al., 1999), e também a avaliação em diversos níveis de controle da cercosporiose (Moraes et al., 1998). O cultivar IAC Tatu-ST10 foi oficialmente lançado em 2000.
A partir de 1998 as sementes do cultivar passaram a ser multiplicadas em parcerias com cooperativa de produtores, visando a substituição dos antigos estoques de sementes de Tatu Comum. Para o desenvolvimento do cultivar IAC Runner 88612, foram conduzidos 26 ensaios experimentais para avaliação de desempenho e potencial produtivo em relação ao controle químico de doenças comparado com outros cultivares (Godoy et al., 1999).
Nesse contexto, também deve-se considerar as inovações institucionais, em que se destaca o lançamento, em 2001, do Pró-amendoim um programa de auto-regulamentação, que objetiva melhorar a qualidade do produto in natura e industrializado no Brasil e o selo de qualidade ABICAB14, que visa estimular a melhoria de qualidade do amendoim brasileiro, assegurando ao consumidor que o produto foi fiscalizado. A produção agrícola brasileira de amendoim, para a safra 2004/05, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), ficou em torno de 301 mil toneladas.

2.2 Banco de Germoplasma
No melhoramento de plantas, três recursos básicos devem ser explorados para que se consiga maior variabilidade genética. O primeiro é o conhecimento das diferenças hereditárias entre os genótipos da espécie cultivada. O segundo, refere-se às diferenças que podem ser criadas artificialmente pelo uso de mutagens e o terceiro são as diferenças que ocorrem entre os relativos selvagens das espécies cultivadas (Farias, 1996). Segundo Jatasra & Paroda (1983), a informação precisa sobre a divergência genética é decisiva para o sucesso de um programa de melhoramento uma vez que as plantas geneticamente divergentes produzem alto efeito heterótico e consequentemente segregantes desejáveis para a produção.
O estudo de diversidade genética em germoplasma pode ser procedido em vários níveis, através da caracterização dos acessos utilizando-se descritores agronômicos, bioquímicos, nutricionais e moleculares.
Na espécie A. hypogaea vários são os descritores que podem ser utilizados para caracterizar seus acessos. Alguns deles, contudo, por apresentarem pequena variação morfológica, oferecem pouca contribuição aos propósitos da curadoria.
A Embrapa Cenargen possui um banco de germoplasma de Arachis constituído de 928 acessos, 847 dos quais originários do Brasil, 48 do Paraguai, 13 da Bolívia, 13 da Argentina e 7 do Uruguai (Valls, 1997). A maioria desses acessos é mantida no Instituto Agronômico de Campinas (IAC) em trabalhos de parceria com o Cenargen. A Embrapa Algodão quando iniciou as pesquisas com amendoim em 1986, constituiu uma coleção de Arachis hypogaea, a qual conta atualmente com 228 acessos. Embora seja composta apenas de materiais da espécie cultivada, resultados obtidos através de estudos de diversidade genética têm demonstrado que a variação infra-específica detectada entre os acessos tem sido suficiente para gerar variabilidade genética no programa de melhoramento da cultura desenvolvido pela empresa (Sales, 1995; Farias, 1996).
A manutenção do BAG-Amendoim da Embrapa Algodão visa, além de conservar os acessos, verificar como eles podem contribuir para a ampliação da base genética das futuras cultivares, avaliando o seu potencial de variabilidade para incorporação na rotina do melhoramento genético desta oleaginosa. As principais abordagens utilizadas no estudo do BAG levam em conta a caracterização e classificação dos acessos e a análise da divergência e similaridade genética entre eles.
O registro dos acessos do BAG-Amendoim da Embrapa Algodão encontra-se disponível no SIBAG - Amendoim (Sistema de Informações de Banco Ativo de Germoplasma) um "software" recentemente desenvolvido pela empresa que organiza na base de dados, os descritores utilizados na caracterização e avaliação dos acessos de amendoim. Este "software" contribui para a obtenção de listas estruturadas por critérios definidos pelos usuários e respostas rápidas a consultas para orientar linhas e ações de pesquisa ligadas ao melhoramento da cultura.

2.3 Métodos de melhoramento
O maior objetivo no melhoramento genético do amendoim é conseguir cultivares com produções superior e estáveis, resistentes a várias pragas e doenças e com larga adaptação ambiental. Soma-se a isto, a melhoria na qualidade do óleo e da proteína para atender o mercado "in natura" e a indústria de produtos alimentícios.
Os métodos convencionais do melhoramento envolvem Introdução, Seleção, Linha pura, Seleção massal ou modificada, Hibridação e recombinação seguidas pelas técnicas de pedigree, bulk ou retrocruzamento (Allard, 1971). Segundo Wynne & Gregory (1981), podem ainda serem utilizados, para obtenção de uma população melhorada, o sistema de cruzamento múltiplo, seleção recorrente e o sistema dialelo de cruzamento seletivo.
A introdução deve resolver acima de tudo a questão da aclimatação. Os procedimentos da seleção não criam variabilidade genética, apenas atua na existente. A variabilidade é criada a partir da hibridação, entretanto, não deve ser esquecido que características indesejáveis estão freqüentemente ligadas a outras de valores econômico-cultural e que, enquanto algumas cultivares melhoradas são produzidas, uma forte pressão de seleção é responsável pela diversidade da erosão genética, contribuindo para a extinção de velhas raças.
De acordo com Coffelt & Hammons (1974), o melhoramento do amendoim pode ser dividido em três estágios: a) associação ou criação de um conjunto de germoplasma variado; b) seleção de indivíduos superiores através deste conjunto; e c) utilização dos indivíduos selecionados para criar variabilidade genética. A estimativa de variância genética, herdabilidade e coeficiente de correlação podem ser de grande valor em todos os três estágios.
A maioria das características agronômicas do amendoim são de natureza quantitativa. Um programa de melhoramento em tais caracteres é primariamente condicionado pela magnitude e natureza da variação presente na população (Qadri & Kunti, 1982). A produção, por exemplo, é um caráter complexo, governado por vários pares de genes, de efeito cumulativo, não dominantes e herdado quantitativamente (Coffelt & Hammons, 1974).
Badami (1930), citado por Coffelt & Hammons (1974) sugere que em uma população a ser melhorada, deve ser feita uma seleção preliminar baseada nas plantas que apresentem maior número de vagens maduras e uma seleção final nas plantas que apresentem maior peso de semente. Entretanto, Badwal & Gupta (1968) citado por Coffelt & Hammons (1974), sugerem que a seleção baseada apenas no rendimento é geralmente menos eficiente do que a seleção baseada nos componentes de produção. Esses autores estudaram a herança e correlação de nove caracteres em amendoim e revelaram que a seleção numa população para aumentar qualquer um dos seguintes caracteres: número de vagem; peso da vagem; número de sementes ou peso de sementes, resulta num correspondente aumento nos outros por eles estudados.

3. CONCLUSÕES

O surgimento de diversas técnicas complementares ao melhoramento de plantas no Século XX tem trazido várias lições. A primeira delas foi que nenhuma tecnologia por si só pode substituir a prática do melhoramento de plantas. Isso decorre de vários fatores. Novas tecnologias podem auxiliar na criação de variabilidade e/ou seleção de genótipos superiores, mas a avaliação a campo de materiais superiores ainda é uma etapa fundamental enquanto, a agricultura for praticada como tem sido feito até hoje.
A expectativa é de que o melhoramento de plantas, nas primeiras décadas do próximo milênio, continuará evoluindo, mas as mudanças não acontecerão de forma tão drástica. A fonte de genes mais utilizada no desenvolvimento varietal continuará sendo o germoplasma núcleo das espécies cultivadas. Os principais métodos para o desenvolvimento de novas variedades também serão aqueles que utilizam a hibridação. A mais onerosa etapa no desenvolvimento varietal continuará a ser a das avaliações de campo para as características quantitativas e a necessidade do trabalho em equipe multidisciplinar tornar-se-á mais evidente.
Ao se considerar que o melhoramento de plantas é uma tecnologia agrícola que pode se estender ao longo de 10 a 20 anos e que uma nova tecnologia tem que ser conhecida, testada e disseminada, antes de atingir a plenitude do seu potencial, conclui-se, portanto, que essa mesmo com suas limitações é uma tecnologia eficaz em cumprir com seus objetivos e pode trazer elementos para melhorar a suas contribuições com a sociedade e meio ambiente.

4. Literatura citada:

ALLARD, R. W. Princípios de melhoramento genético de plantas. Rio de Janeiro: USAID, 1971. 373.

COFFELT, T. A.; HAMMONS, R. O. Correlation and heritability studies on nine characteres in parental and infraspecific-cross populations of Arachys hypogaea. Oleagineux , v.29, p. 23 – 27, 1974.

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