terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Aspectos gerais e morfológicos de Nectria galligena

Aspectos gerais e morfológicos de Nectria galligena

Iara Silva Rocha
Acadêmica do curso de Agronomia
INTRODUÇÃO

A classificação dos fungos baseia-se em características morfológicas das hifas, corpos de frutificação e esporos, assim como seus ciclos de vida. A reprodução pode ser sexual ou assexual. Os fungos septados e que apresentam estádio dicariótico (Ascomycota e Basidiomycota) são chamados fungos superiores (Microbiologia e Bioquímica do Solo, 2006).
Nectria galligena Bres. 1901, forma teleomórfica, pertence ao reino Fungi, filo Ascomycota, classe Ascomycetes, ordem Hypocreales, família Nectriaceae e gênero Nectria (NATURDATA, 2011). A forma anamórfica, Cylindrocarpon heteronema (Berk. & Broome) Wollenw., se classificada segundo o Index Fungorum (2011) em reino Fungi, filo Ascomycota, classe Sordariomycetes, ordem Hypocreales, família Nectriaceae.
O gênero é representado por 1062 espécies, 126 variedades, 3 subespécies e 1 formae speciale descritas em literatura (INDEX FUNGORUN, 2010).
Os ascomicetos constituem o grupo mais numeroso de fungos. Ocorrem nos mais variados habitats, exercendo saprofitismo ou parasitismo, causando diversos tipos de doenças em plantas. Sua característica básica é a formação, após a meiose, de esporos sexuais, os ascósporos, dentro de uma estrutura em forma de saco, o asco (BERGAMIN FILHO et al., 1995).
Segundo o Index Fungorum (2011) Nectria Galligena apresenta como variedades Nectria galligena var. galligena Bres. 1901 e Nectria galligena var. major Wollenw. 1926, pertencentes a família Nectriaceae e como sinonímias Dialonectria galligena (Bres.) Petch ex EW Mason & Grainger , em Mason & Grainger,: 32 (1937) e Neonectria galligena (Bres.) Rossman & Samuels , em Rossman, Samuels, Rogerson & Lowen,Stud. Mycol. 42 : 159 (1999).
De acordo com Farr e Rossman Nectria galligena está distribuído pela Europa, América do Norte (Canadá, EUA), Ásia (Japão, China), África (África do Sul, Madagascar). Também relatado na América do Sul (Argentina, Chile, Uruguai) e da Nova Zelândia (CMI mapa 38) e tem como substratos para desenvolvimento casca, madeira, frutas e provoca doenças como cancro, coroa dieback e podridão de frutos de maçã e pêra.
A fase perfeita apresenta peritécios, estruturas esféricas de cor avermelhada e tamanho semelhante ao do ovo do ácaro vermelho das macieiras (Panonychus ulmi). Essas estruturas desenvolvem-se durante o período de repouso das plantas, em grupos ou espalhados na superfície dos cancros velhos e, as vezes, nos cancros novos.
A partir da primavera, os ascósporos podem ser ejetados e disseminados pelo ar, ou acumulados no ápice do peritécio, formando uma massa gelatinosa que dispersa os esporos, quando atingida por respingos de água.
Outra forma deste fungo é a assexuada ou imperfeita que produz aglomerados de esporos que podem apresentar cor branca, creme, amarela ou rosa-claro formados de preferência sob condições de chuva ou de alta umidade relativa, no centro das lesões dos ramos. Esta fase do fungo (Cylindrocarpon heteronema) é disseminada pelo vento e pode ocorrer durante todo o período de desenvolvimento da cultura na presença de temperaturas amenas e de umidade (VALDEBENITO-SANHUEZA, 1998).
O cancro europeu é também conhecido como cancro das macieiras ou cancro por Nectria. Este fungo que tem como forma imperfeita Cylidrocarpon heteronema é uma doença quarentenária para o Brasil. A infecção inicia-se, geralmente, pela contaminação dos ferimentos da queda das folhas, da base das gemas, nas feridas causadas pela poda no início do outono, ou em qualquer outro tipo de lesão das plantas. Os sintomas são evidentes somente na primavera, e consistem de manchas com margens definidas, de tonalidade avermelhada e marrom-escura, que se encontram ao redor das cicatrizes foliares, nos ramos novos, ou centros de frutificação, estrangulando, às vezes, os ramos afetados. Na medida em que a lesão se desenvolve, forma-se um cancro constituído por áreas concêntricas ao redor de um setor central mais deprimido. Esses cancros podem afetar ramos de um mais anos e o tronco das plantas. A casca nessas lesões rompe-se e nas margens pode ser observada a epiderme solta como papel. Na presença de umidade, os frutos podem ser contaminados pelo fungo em pré-colheita ou após caírem no chão, desenvolvendo uma podridão firme, de cor marrom-escura, geralmente iniciada pela infecção das lenticelas, cálice ou ferimentos. O controle desta doença é fundamentado principalmente na poda dos ramos afetados, na proteção dos cortes de poda e no uso de tratamentos com fungicidas. A poda e queima dos ramos doentes devem ser feitas no verão, para diminuir a população do patógeno no pomar quando se iniciar a queda das folhas. Os ramos infectados devem se removidos do pomar e destruídos, para evitar que deles se originem novas infecções. Calda bordalesa, outras formas de cobre, ziram, captan ou benzimidazóis devem se aplicados nas doses recomendadas para cada produto, durante a queda das folhas, e no estádio B, no início da brotação (Manual de Fitopatologia, 2005).     
Perdas de 10-60% na produção foram relatadas no passado em várias partes do mundo (Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, 2011).   
De acordo com SIR - Sistema de Informação Rural, N. galligena pode infectar além das macieiras, as pereiras européias e o marmeleiro. A susceptibilidade de cada variedade é variável consoante o local.                                                                                   
 Cortes de poda, cicatrizes foliares e galerias de insetos constituem “portas de entrada” naturais e mais frequentes para a penetração do fungo.
O desenvolvimento do fungo afeta o líber e o lenho, circunda o ramo e acaba por provocar a sua morte (SAPEC AGRO, 2011).
É comum em pomares situados em zonas mais úmidas e em anos de invernos amenos. A temperatura ótima 10 - 16ºC + umidade relativa elevada, presença de feridas nas plantas. As fases mais susceptíveis são: início da queda da folha (pomares atacados e/ou anos chuvosos) 50 % da queda, após a queda total das folhas e após poda. Em resposta a infecção por Nectria Galligena a macieira produz uma fitoalexina simples, o ácido benzóico. Tais fitoalexinas são sintetizados através de três caminhos matabólicos: acetato-mevalonato, acetato-malonato e acetato-shiquimato. Essas fitoalexinas são definidas como compostos antimicrobianos de baixo peso molecular, que são sintetizadas pelas plantas e que se acumulam nas células vegetais em resposta à infecção microbiana (Manual de Fitopatologia, 1995).                                                                       
Como estratégias de proteção SIR – Sistema de Informação Rural cita o uso de variedades mais resistentes ou menos susceptíveis, a eliminação dos restos da cultura, eliminar os órgãos da planta atacado, não abusar das fertilizações azotadas, realizar adubações equilibradas, podar com o tempo seco, implementar a poda em verde e a desinfecção dos instrumentos de corte, concentrar as colheitas, pois colheitas muito repartidas em períodos de chuva aumentam a possibilidade de contaminações, pelas feridas que causam e combater as pragas que provocam feridas ou galerias na árvore.  
Foi relatado por Hanada, R.E et al. na revista Fitopatologia Brasileira em 2007, pela primeira vez, ocorrência de cancro em rambutazeiro (Nephelium lappaceum L., família Sapindeceae) pelo agente causal Nectria sp.. A espécie frutífera tradicional no sudeste asiático foi introduzida no Estado do Amazonas em 1980 encontrando condições favoráveis ao seu estabelecimento. No segundo semestre de 2006 foram observados rambutazeiros apresentando cancros nos galhos e troncos e secamento dos ramos mais finos. Foi realizada análise no Laboratório de Patologia da Madeira do INPA e após estudos taxonômicos revelaram ser o fungo.
Como hospedeiras foram encontradas Acer circinatum (Index…, 1960), Acer macrophyllum (Index…, 1960), Acer palmatum (Spauliding, 1961), Acer pseudoplatanus (Ginns, 1960-1980; Spauliding, 1961), Acer rubrum (bordo vermelho) (Ginns, 1960-1980; Index…, 1960; Manion & French, 1967), Acer saccharum (Ginns, 1960-1980; Index…, 1960), Acer sp. (Conners, 1967), Aesculus sp. (Dennis, 1978), Alnus incana (Index…, 1960), Alnus rubra (Index…, 1960), Alnus sp. (Ginns, 1960-1980; Spauliding, 1961), Amelanchier laevis (Index…, 1960), Betula alleghaniensis (Ginns, 1960-1980), Betula lenta (Index…, 1960; Sylvia & Tattar, 1978; Anagnostakis & Ferrandino, 1998;), Betula lutea (Conners, 1967), Betula nigra (Index…, 1960), Betula papyrifera (Ginns, 1960-1980; Conners, 1967; Manion & French, 1967), Betula populifolia (Sylvia & Tattar, 1978), Betula pubescens (Spauliding, 1961), Betula spp. (Spauliding, 1961; Dennis, 1978), Carpinus betulus (Spauliding, 1961), Carpinus caroliniana (Index…, 1960), Carpinus sp. (Spauliding, 1961), Carya cordiformis (Index…, 1960), Carya glabra (Index…, 1960), Carya illinoensis (Alvarez, 1976), Carya sp. (Index…, 1960), Carya tomentosa (Index…, 1960), Cercis canadensis (Booth, 1967), Citrus sinensis (Alvarez, 1976), Cornus nuttallii (Index…, 1960; Shaw, 1973), Corylus sp. (Conners, 1967), Crataegus oxyacantha (Spauliding, 1961), Crataegus sp. (Shaw, 1973), Cydonia oblonga (Index…, 1960; Shaw, 1973; Alvarez, 1976), Fagus grandifolia (Ginns, 1960-1980; Index…, 1960; Booth, 1967; Cotter & Blanchard, 1981; Mielke et al., 1982), Fagus sylvatica (Spauliding, 1961; Foister, 1961), Fraxinus bungeana (Spauliding, 1961), Fraxinus excelsior (Spauliding, 1961; Foister, 1961), Fraxinus mandshurica (Kobayashi & Zhao, 1989), Fraxinus nigra (Index…, 1960), Fraxinus spp. (Dennis, 1978; Spauliding, 1961), Ilex aquifolium (Foister, 1961; Shaw, 1973), Juglans cinerea (Index…, 1960), Juglans nigra (Grand, 1985; Thomas & Hart, 1986), Juglans regia (Booth, 1967; Grand, 1985), Juglans sp. (Index…, 1960), Malus domestica (Grove 1997; Sampson & Walker, 1982), Malus domestica (Pennycook, 1989), Malus pumila (Mujica & Oehrens, 1967), Malus pumila var. domestica (List…, 1979), Malus sp. (Dennis, 1978), Malus sylvestris (Nichols & Wilson, 1956; Index…, 1960; Foister, 1961; McCartney, 1967; Pantidou, 1973; Shaw, 1973; Dubin & English, 1975; Grove, 1997), Pyrus malus (Alvarez, 1976), Pyrus pyrifolia (Pennycook, 1989), Pyrus sp. (Dennis, 1978), Quercus alba (Index…, 1960), Quercus bicolor (Index…, 1960), Quercus borealis (Index…, 1960), Quercus coccinea (Index…, 1960), Quercus garryana (Index…, 1960; Shaw, 1973), Quercus glandulifera (Spauliding, 1961), Quercus montana (Index…, 1960), Quercus rubra (Spauliding, 1961), Quercus sp. (Booth, 1967), Rhus typhina (Index…, 1960), Salix alba (Spauliding, 1961), Salix amygdalina (Spauliding, 1961), Salix purpurea (Spauliding, 1961), Salix spp. (Spauliding, 1961; Shaw, 1973; Dennis, 1978), Sorbus aria (Spauliding, 1961), Tilia americana (Index…, 1960; Manion & French, 1967), Tilia sp. (Spauliding, 1961), Ulmus americana (Index…, 1960), Viola sp. (Index…, 1960), Wisteria sp. (Index…, 1960) (Embrapa recursos genéticos e biotecnologia, 2011).
O fungo ocorre em toda a região produtora de pomáceas do Chile e, ocasionalmente, no Uruguai e Argentina. No Canadá e nos Estados Unidos da América, está presente em diversos estados. É bastante agressivo no noroeste dos Estados Unidos e no norte da Califórnia. Diversos países europeus produtores de pomáceas tem constatações de N. galligena. As maiores perdas ocorrem na 'Red Delicious' e outras cultivares relacionadas. Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e Japão também apresentam esta doença (VALDEBENITO SANHUEZA, 1998).   
Não foi encontrado nenhum registro de doenças em humanos causadas pelo fungo Nectria galligena (Vidotto, 2004); registro de uso industrial do fungo também não foram encontrados.                                                                                                                                                      
O objetivo deste trabalho é apresentar aspectos gerais e morfológicos do fungo Nectria galligena.

 MATERIAIS E MÉTODOS

O trabalho foi feito no Laboratório de Microbiologia do Instituto Federal Goiano campus Urutaí.
Os propágulos do fungo foram retirados de caule de maciera (Malus sp.) coletado na cidade de Utrecht, localizada na Holanda. O caule com lesão foi levado para a visualização em microscópio estereoscópico com a finalidade de se encontrar propágulos fúngicos.
Após a visualização dos propágulos foram coletados da superfície caulinar com o auxílio de uma pinça e colocados em uma lâmina contendo uma gota de fixador lactofenol cotton-blue, em seguida colocou-se uma lamínula sobre a lâmina. Retirou-se o excesso de corante com papel higiênico, logo após vedou-se com esmalte e levou-se o conjunto para visualização em microscópio ótico. No microscópio a primeira objetiva a ser usada deve ser a menor (4x), para que possamos observar se os propágulos foram depositados na lâmina, após a observação destes, aumentamos as objetivas para os aumentos de 10x e 40x, para se observar as estruturas fúngicas com mais detalhes.
Comparamos as estruturas observadas com estruturas descritas em literatura para identificar o gênero ao qual o fungo pertence. Nesse trabalho o fungo identificado pertenceu ao gênero Nectria.
Com o auxílio de uma objetiva métrica, foram medidas as estruturas e estabelecidas médias de tamanho entre elas.
Ainda para esse trabalho foram realizadas microfotografias das estruturas fúngicas no microscópio ótico e das frutificações fúngicas no caule de macieira no microscópio estereoscópico, utilizando câmera digital Canon® modelo Power Shot A580 do professor Milton Luiz da Paz Lima.
Por fim, as fotografias foram editadas no programa Microsoft Office Picture Manager e organizadas na forma de prancha no programa Microsoft Office Power Point 2007.


RESULTADOS E DISCUSSÃO


Figura 1. Aspectos morfológicos de Nectria galligena. A. Lesão de cancro europeu em caule de macieira (Malus sp.). B. Peritécios do cancro por N. galligena (bar = 1,06 µm). C. Peritécios (corpo de frutificação de teleomorfos) (bar = 1,06 µm). D. Ascos agrupados (bar = 1,36 µm). E. Asco e ascósporos (esporos sexuais); paráfise (bar = 0.75 µm). F. Ascósporos hialinos, didimoseptados (bar = 1,7 µm).

DESCRIÇÃO MICOLÓGICA

Os peritécios, de cor vermelho-brilhante para alaranjado (Fig. 1B), desenvolvem-se sobre os cancros velhos no inverno. Esta doença, além de provocar a deformação (Fig. 1A) da planta devido à presença do cancro, provoca a redução do crescimento ou a morte, além de facilitar a quebra dos ramos pelo vento. O fungo também pode infectar o fruto por meio das lenticelas, cálice e ferimentos, formando lesões necróticas com leve depressão. Lesões originadas das lenticelas são circulares, necróticas e marrom, com centro marrom-claro (Embrapa recursos genéticos e biotecnologia, 2011).                              
Peritécio, ostiolado e agregado na superfície e margens do cancro (Fig. 1B). Ascos são clavados (Fig. 1D) e ascósporos (Fig. 1F), os quais são hialinos, bicelulares, unitunicados, ovais, elipsóides ou longos e finos, sendo que geralmente possuem uma leve constrição no septo central.
Apresenta peritécios como corpo de frutificação na fase teleomórfica ou fase perfeita. Paráfises cilíndricas, retas ou curvas com extremidades arredondadas (Fig. 1E).     Filtrado de culturas mostram atividade pectolítica. 3-Indolacético ácido é secretado por N. galligena e acredita-se ser a causa do cancro de formação. Pequenas quantidades dessa substância estimula o crescimento em cultura, mas as concentrações mais elevadas inibem o crescimento. A presença de outros fungos ou a adição de anti-auxinic metaboliza, como pirúvico, cítrico ou málico vai neutralizar o efeito de 3-Indolacético ácido (CMI DESCRIPTIONS OF PATHOGENIC FUNGI AND BACTÉRIA).

Tabela 1. Comparação dos elementos morfológicos e morfométricos de Nectria galligena com os elementos morfológicos e morfométricos descritos por outros autores.


Os elementos morfológicos e morfométricos que sofreram sucessivas medições foram comparados com os elementos morfológicos descritos em CMI DESCRIPTIONS OF PATHOGENIC FUNGI AND BACTÉRIA e tiveram uma variação entre os ascos e menor variação quanto aos ascósporos.

LITERATURA CITADA

BERGAMIN-FILHO, A.; KIMATI, H. & AMORIM, L.: Manual de fitopatologia. Agronômica Ceres. 3. ed. São Paulo, 1995. v. 2.: il.

CMI DESCRIPTIONS OF PATHOGENIC FUNGI AND BACTÉRIA. nº. 147. Nectria galligena. Mycopathologia. vol. 111.1990.

Farr, DF, & Rossman, AY Fungal Databases, Systematic Mycology e Laboratório de Microbiologia, ARS, USDA. Disponível em: . Acesso em: 11/12/2011.

EMBRAPA CENARGEM. Fungos de Expressão Quarentenária para as Fruteiras de Clima Temperado no Brasil. <http://www.cenargen.embrapa.br/publica/trabalhos/liv004.pdf>.  Acesso em: 21/11/2011.

HANADA, R.E.; ALENCASTRO FILHO, T.R.; DEZORDI, C.; LEITE, R.S.V.; GASPAROTTO, L.; Ocorrência de cancro em rambutazeiro no Estado do Amazonas. Fitopatologia Brasileira 32. p 159. Maringá, PR, 2007.

INDEX FUNGORUM Disponível em: . Acesso em: 02/11/2011.

INDEX FUNGORUM. Disponível em: < http://www.indexfungorum.org/names/Names.asp?pg=2>. Acesso em: 11/12/2011.

INDEX FUNGORUM Disponível em: . Acesso em: 16/12/2011.

MOREIRA, F. M. S.; SIQUEIRA, J. O.: Microbiologia e Bioquímica do Solo. Editora UFLA. 2 ed. atual. e ampl. Lavras, 2006.

NATURDATA. Disponível em: . Acesso em: 20/11/2011.

SAPEC AGRO. Disponível em: . Acesso em: 02/11/2011.

VALDEBINITO-SANHUEZA, R. M.; BETTI, J. A.: Doenças da macieira. Manual de fitopatologia. Agronômica Ceres Ltda. 4. Ed. São Paulo, 2005. v. 2.

VALDEBENITO SANHUEZA, R. M.: Cancro europeu das pomáceas (Nectria galligena). Embrapa Uva e Vinho. Circular Técnica, 23. Bento Gonçalves, 1998. Disponível em: . Acesso em: 03/11/2011.

VIDOTTO, V. Manual de micologia médica. Ribeirão Preto-SP: Tecmedd, 2004.

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