sexta-feira, 5 de novembro de 2010

“ASPECTOS GERAIS E MORFOLÓGICOS DE Cladosporium sp"

Tarlei Urânio Lopes de Oliveira
Acadêmico do curso de Tecnologia em Gestão Ambiental


1.INTRODUÇÃO


O fungo Cladosporium sp. seu posicionamento taxon, Fungos Mitósporicos, e à classe dos Hyphomycetos (Index Fungorum, 2010). Apresenta forma anamórfica representada pelo fungo Cladosporium sp., pertencente ao Reino Fungi.
O gênero Cladosporium possui 734 espécies registradas válidas na literatura, apresentando 73 variedades e 40 formas especiais (Index Fungorum, 2010), no Brasil são conhecidas 26 gêneros de Cla
dosporium (Embrapa, 2010). O Cladosporium sp., possui 915 hospedeiras ocorrendo em vários países, como: Acacia decurrens (Malásia), Bauhinia variegata (Índia), Tabebuia sp. (Brasil), Citrus aurantifolia (México), Phoenix dactylifera (Califórnia) (SBML, 2010.)
O fungo Cladosporium sp. Autoridade tem a seguinte aplicação industrial na cultura do café (Coffea arabica sp): Cladosporium cladosporioides é um fungo endofítico importante no controle biológico de insetos e de fungos fitopatogênicos envolvidos na deterioração do grão de café, o fungo Cladosporium sp., atua como regulador das populações de pulgões (Almeida et al., 2004) o mesmo impede o desenvolvimento de outros micro-organismos pela capacidade de parasitá-los e de produzir metabólitos tóxicos (INCT Café). “Além disso, o ‘fungo do bem’ não promove fermentações láticas e butírica típicas de outros fungos que prejudicam a qualidade final do produto”
Efeitos de saúde Cladosporium sp as espécies são raramente patogênicos aos seres humanos, mas foram relatados às infecções da causa da pele e das unhas dos pés e sinusite e infecções pulmonares (Rivas e Thomas, 2005). Se não tratar, estas infecções podem gerar problemas respiratórios como a pneumonia. Em animais silvestres causam ceratomicose e alergias (Microbiologia ICB/UFMG, 2010). Já em plantas o, Cladosporium sp, é um freqüente invasor secundário, associado às lesões de Colletotrichum sp. e Phoma sp. (Rezende & Fancelli, 1997).
O Cladosporium sp. tem sido relatado como agente patogênico em frutos de pessegueiro (Prunnus persicae) provocando danos em pós-colheita (Martins et al., 2006); fazendo parte da microbiota das sementes de cagaiteira (Eugenia dysenterica) (Gomide et al., 1994); provocando verrugose em maracujazeiro (Passiflora edulis), sendo esta doença uma das mais importantes da cultura (Negreiros et al., 2004). Das doenças registradas no mundo existem 4786 registros de ocorrência de doenças em vários hospedeiros no mundo (Farr & Rosman, 2010).
O fungo Cladosporium sp. causa a verrugose (C. cladosporioides) é uma doença da vinha de maracujá-amarelo (Passiflora edulis f.sp. flavicarpa). Ele ataca tecidos novos de folhas, galhos, flores e frutos, causando necrose no local infectado (DPUFV, 2003). Na cultura do coquinho-azedo (Butia capitata) (Mart. Becc.) é uma palmeira nativa dos cerrados brasileiros e seus frutos são fonte de alimento para seres humanos e animais. O fungo Cladosporium sp causa nessa cultura descoloração das sementes, redução da taxa de germinação, queda do vigor das plântulas, escurecimento das sementes, provocando deterioração do endosperma, necrose nas raízes e morte de plântulas em viveiro de modo geral (FAIAD et al., 2004).Na alimentação o fungo Cladosporium sp não teve registro, esse fungo produz toxinas como : Toxinas fusariais (ata).Nome derivado da intoxicação causada pela toxina aleuxia toxica alimentar (ata) produzida pelo fungo Cladosporium sp que crescem nos grãos de milho (Zea mays), trigo(Triticum aestivum) e cevada. Uma intoxicação grave pode causar lesões bucais, angina e leucemia. Existe estudos químicos e biológicos sobre o fungo Cladosporium sp como:Impacto da colonização do fungo sobre a argamassa do concreto,estudo em plantas,e em humanos.
O objetivo deste trabalho é apresentar aspectos gerais e morfológicos do fungo Cladosporium sp e adquirir novos conhecimentos na disciplina de microbiologia para minha formação acadêmica .


2. MATERIAIS E MÉTODOS


O trabalho foi realizado no Laboratório de Microbiologia do Instituto Federal Goiano campus Urutaí.
Os propágulos do fungo foram retirados de uma placa pétri com colônias já desenvolvidas, mostrada pela monitora Sara a extração foi feito com auxilio de uma pinça flambada sobre o fogo de uma lamparina e em seguida colocados em uma lâmina contendo uma gota de fixador a base de azul de metileno, em seguida colocou-se uma lamínula sobre a lâmina. Retirou-se o excesso de corante com papel higiênico, logo após vedou-se com esmalte e levou o conjunto para visualização em microscópio ótico. E levou-as para a visualização em microscópio estereoscópico com a finalidade de se encontrar propágulos fúngicos.
No microscópio a primeira objetiva a ser usada deve ser a menor (4x), para que possamos observar se os propágulos foram depositados na lâmina, após a observação destes, aumentamos as objetivas para os aumentos de 10x e 40x, para se observar as estruturas fúngicas com mais detalhes.
Comparamos as estruturas observadas com estruturas descritas em literatura para identificar o gênero ao qual o fungo pertence. Nesse trabalho o fungo identificado pertenceu ao gênero Cladosporium sp..
Para esse trabalho foram realizadas microfotografias das estruturas fúngicas no microscópio ótico e das frutificações fúngicas no microscópio estereoscópico, utilizando câmera digital Samsung modelo PL 100 e Canon® modelo Power Shot A580 do professor Milton Luiz da Paz Lima.



3. RESULTADOS E DISCUSSÃO


Figura 1. Aspectos morfologicos do Cladosporium sp. A.conidióforo alongado e feo., B.Células conidiogênicas cicatrizadas e conidióforo, C. células conidiogênicas, D. Conidios se desprendendo da célula coidiogenica, E.F.G. conídio feo

LITERATURA CITADA.


DOENÇAS FÚNGICAS NA CULTURA DO MAMOEIRO
Disponível em: http://www.todafruta.com.br/portal/icNoticiaAberta.asp?idNoticia=2788 acessado em Outubro de 2010.

Fungo associado ao café de boa qualidade, acessado em Outubro de 2010 Disponível em: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=66704 acessado em outubro de 2010.
INDEX FUNGORUM disponível em: http://www.indexfungorum.org/Names/Names.asp
acessado em Outubro de 2010.

Micoses sistêmicas Doenças em animais silvestres.http://www.icb.ufmg.br/mic/mic/m-25.html. Acessado dia 07 de Outubro de 2010.

NEGREIROS, J. R. S.; BRUCKNER, C. H.; CRUZ, C. D.; SIQUEIRA, D. L.; PIMENTEL, L. D.; Seleção de progênies de maracujazeiro amarelos vigorosos e resistentes à verrugose (Cladosporium cladosporioides). Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal-SP, vol. 26, n. 2, p. 272-275, Agosto 2004.

(P A 2010) Distribuição do fungo Cladosporium Cladosporioides em regiões produtoras de café na Bahia Edição: Novembro - 2004 Seções: Pesquisa Agrícola Disponível em: http://www.cenargen.embrapa.br/ acessado em Setembro de 2010.


(P, A, B) GOMIDE, C. C. C.; FONSECA, C. E. L.; NASSER, C. B.; CHARCHAR, M. J. D.; FARIAS NETO, A. L.; Identificação e controle de fungos associados a sementes armazenadas de cagaita (Eugenia dysenterica DC.). Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, vol. 29, n.6, p. 885-890, jun. 1994.

Revista Brasileira de Fruticultura, Print version ISSN 0100-2945 Seleção de progênies de maracujazeiro-amarelo vigorosas e resistentes à verrugose (Cladosporium cladosporioides). Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s0100-29452004000200022#back1 acessado em Outubro de 2010.

Rivas, S. & Thomas C.M., 2005. As interações Molecular entre o tomate e a folha moldam o pathogen: Fulvum do Cladosporium. Revisão anual de Phytopathology 43: 395-436.< Disponível em: http://www.worldlingo.com/ma/enwiki/pt/Cladosporium. Acessado dia 06 de Outubro de 2010.

O fungo Cladosporium sp., como (regulador das populações de pulgões). Disponível em: http://www.fazendacoqueiral.com.br/Pragas/plantas_orn/plantas_orn.html

Disponível em: http://www.proumih2.com.br/br/infotec.asp Disponível em: http://www.usp.br/agen/rede494.htm.

Disponível em: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=66704. . Acessados em Outubro de 2010.




























14 comentários:

  1. Guilherme Araujo TGA.
    A prancha de fotos ficou muito pequena.

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  2. Sou Caullius da turma de tecnologo em gestão Ambiental.
    Está faltando a nome do aluno e do professor na prancha.

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  3. O mais breve estará tudo corrigido obrigado pela observaçao.

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  4. Bruna curso Tecnologo em Gestão Ambiental
    As citações devem ter a mesma fonte.

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  5. Diego Araújo TGA.
    Não há espaços no início dos parágrafos.

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  6. Sou Sabrina Pasetto, academica do curos de Tecnologia em Gestão Ambiental, na prancha contem fotos repitidas e pouco nitidas.

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  7. A prancha está pequena, e sem nome do aluno e do professor, pequenos erros de formatação no texto, não há espaçamento em alguns parágrafos, e as referencias não estão com a mesma fonte

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  8. As imagens da prancha não estão muito nítidas, e a mesma está muito pequena

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  9. Charles na introdução voce disse (Efeitos de saúde) não seria efeitos à súde.

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  10. Verificar a acentuação das palavras.

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  11. Sou Tatiane do curso de TGA, falta a descrição, e a prancha de foto esta pequena.

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  12. Taísa Mamedes- TGA 2°periodo,Tarlei meu querido seu trabalho está ótimo,so a prancha qeu ficou pequena

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  13. Falta a descrição, e a prancha de foto esta pequena, da uma olhada nos erros ortográficos.

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