quinta-feira, 24 de junho de 2021

Diagnose do Mês de Junho de 2021.

Nome comum: bucha, Nome científicoLuffa aegyptiaca, Família botânica: Cucurbitaceae, Nome da doença: mancha-zonada, Agente causalLeandria momordicae, Local de coleta: Urutaí, GO, Autor da Foto: Milton Luiz da Paz Lima, Observações: sintoma de mancha zonada na face adaxial; as lesões encontram-se distribuidas por todo limbo foliar, o centro da lesão é poligonal, por vezes confluentes, pouco presentes nos bordos, apresentam de 1-2 mm de diâmetro nessa amostra, algumas lesões apresentam halo clorótico indistinto. 
Nome comum: bucha, Nome científicoLuffa aegyptiacaFamília botânica: Cucurbitaceae, Nome da doença: mancha-zonada, Agente causalLeandria momordicaeLocal de coleta: Urutaí, GO, Autor da Foto: Milton Luiz da Paz Lima, Observações: sintoma de mancha zonada na face adaxial; as lesões encontram-se distribuidas por todo limbo foliar, o centro da lesão é poligonal, apresentam de 1-2 mm de diâmetro nessa amostra, halo clorótico por vezes maior que a área do tecido necrótico. 

Nome comum: bucha, Nome científicoLuffa aegyptiacaFamília botânica: Cucurbitaceae, Nome da doença: mancha-zonada, Agente causalLeandria momordicaeLocal de coleta: Urutaí, GO, Autor da Foto: Milton Luiz da Paz Lima, Observações: sintoma de mancha zonada na face abaxial; as lesões encontram-se distribuídas por todo limbo foliar, o centro da lesão é poligonal, apresentam de 1-2 mm de diâmetro nessa amostra, halo clorótico por vezes maior que a área do tecido necrótico. 
Nome comum: chuchu, Nome científicoSechium edulisFamília botânica: Cucurbitaceae, Nome da doença: mancha-zonada, Agente causalLeandria momordicaeLocal de coleta: Urutaí, GO, Autor da Foto: Milton Luiz da Paz Lima, Observações: sintoma de mancha zonada na face abaxial; as lesões cloróticas distribuidas radomicamente no limbo foliar. 

Nome comum: chuchu, Nome científicoSechium edulisFamília botânica: Cucurbitaceae, Nome da doença: mancha-zonada e antracnose, Agente causalLeandria momordicae e Colletotrichum lagenariaLocal de coleta: Urutaí, GO, Autor da Foto: Milton Luiz da Paz Lima, Observações: sintoma misto de mancha zonada representado pelos polígonos cloróticos e menores, e o sintoma de mancha necrótica, maior e negra progredindo sobre as nervuras principais (característico de antracnoses).

 

Nome comum: melão-de-são-caetano, Nome científico: Momordica charantia, Família botânica: Cucurbitaceae, Nome da doença: mancha-zonada, Agente causal: Leandria momordicae, Local de coleta: Urutaí, GO, Autor da Foto: Dr. Milton Luiz da Paz Lima, Observações: sintoma de mancha zonada na face adaxial, centro da lesão de cor pálea a branca.  












terça-feira, 22 de junho de 2021

Vídeo Aula - Classificação dos fungicidas






 

Vídeo de Extensão, UFG e UFAM, Importância e Doenças de Milho














segunda-feira, 17 de maio de 2021

Doença: mancha-zonada-do-melão-de-são-caetano ou mancha-de-leandria-do-melão-de-são-caetano

Agente causal: Leandria momordicae;

Local de coleta: Urutaí, GO

Data de Coleta: maio de 2021. 

    A mancha-zonada ou mancha-de-leandria é uma doença bastante frequente em pepino e chuchu, principalmente durante o verão em condições de elevada umidade à campo ou plasticultura. Durante muito tempo essa doenças foi considerada como sem importância para a cultura do pepino, pois a variedade Aodai, antigamente a mais plantada é resistente ao patógeno (Dalla Pria e Camargo, 2016).


Sintoma face adaxial

Sintoma  face abaxial

    Os sintomas são representados por pequenas áreas encharcadas, que em seguida passam para pequenos pontos necróticos (negros a pálios), que com o tempo passam a tornarem-se angulosas e paleáceas. Podem coalescerem, tornarem-se arredondadas. Os sinais podem ser observados em microscópio estereoscópio representados por corpúsculos arredondados, isolados e localizados no centro da lesão. Na face abaxial é observado a maior quantidade de sinais do fitopatógeno (Dalla Pria e Camargo, 2016). 


Lesões na face abaxial de centro páleo e circundadas por um halo não delimitado e/ou sem borda evidente









quinta-feira, 18 de março de 2021

Mancha-de-septoria e Septoriose do tomateiro causada por Septoria lycopersici

 Dr. Milton Luiz da Paz Lima

Graduando, Marciel José Peixoto

São observados inicialmente na face abaxial de folhas baixeiras, na forma de pequenas e numerosas manchas encharcadas de formato circular e elíptica, medindo de 1-3 mm de diâmetro. A medida que a doença de desenvolve a doenças adquire coloração marrom acinzentada, apresentando no centro e bordas tonalidades escurecidas, circundadas com estreito halo amarelado. Podendo atingir mais de 5 mm de diâmetro. No centro das lesões, observa-se a presença de pequenos pontos pretos que consistem pelas frutificações picnidiais do patógeno. Com o tempo a doença progride de forma ascendente na planta. As lesões coalescem, as folhas amarelecem, secam e caem, causando desfolha acentuada nas plantas. Plantas severamente afetadas produzem frutos menores sujeitos a queimaduras pela exposição direta aos raios solares (escaldadura) (Inoue-Nagata et al., 2016).
    O tomate atualmente teve seu táxon que antes era chamado de Lycopersicon esculentum e hoje é denominado de Solanum lycoperiscon. Infectando Solanum lycopersicum (tomate) existem duas espécies de Septoria spp., representadas por Septoria hortensis (um registro no Canadá), Septoria lycopersici (um registro na Argentina, um registro na Austrália, um registro na Eritréia, dois registros da Coréia do Sul, um registro de Sri Lanka e um registro da Tasmânia). Existem sete registros de ocorrência de S. lycopersici em Solanum lycopersicon (tomate).
    Infectando Lycopersiconesculentum (tomate) existem CINCO espécies e formae speciales e variedade de Septoria spp., representadas por Septoria dulcamarae (um registro no China e um registro em Miamar), Septoria lycopersici (82 registros nos EUA, Austrália, Brasil, Bulgária, China, Colômbia, Costa Rica, Cote d’Ivoire, Cuba, Cyprus, Republica Dominicana, El Salvador, Etiópia, Fiji, Grécia, Guatemala, Guiné, Haiti, Havai, India, Itália, Sicília, Jamaica, Quênia, Coréia, Líbia, Malawi, Ilhas Mauritius, México, Nepal, Nova Caledônia, Nova Zelândia, Nicarágua, Panamá, Papua nova Guiné, Filipinas, Polônia, Porto Rico, Romênia, África do Sul, Espanha, Sudão, Taiwan, Ucrânia, Venezuela, Ilhas Virgens, Iuguslávia, Zambia e Zimbabue); Septoria lycopersici f.sp. italica infectando L. esculentum (um registro na China e um registro em Taiwan); Septoria lycopersici var. microspora infectando L. esculentum (um registro na Polônia); Setoria tomates infectando L. esculentum (um registro na Romênia) (Farr e Rossman, 2021).


Na face abaxial, lesões necróticas acinzentadas. 

Lesões esféricas e necróticas circundadas por área clorótica

Sintoma de mancha foliar esférica e aleatoriamente distribuida no limbo foliar na face adaxial

Sintoma de mancha foliar esférica e aleatoriamente distribuida no limbo foliar na face adaxial

Sintaomas de manchas foliares na face abaxial


Lesões irregulares na face adaxial, com pontuações circunscritas, confluentes, com halos cloróticos indistintos e amplos

Lesões acinzentadas isoladas e distribuídas no limbo foliar na face abaxial, sem a observação de sinais abundantes ou pontuações relacionadas a saida do ostíolo picnidial.  

INOUE-NAGATA, A.K., LOPES, C.A., REIS, A., PEREIRA, R.B., QUEZADO-DURVAL, A.M., PINHEIRO, J.B., LIMA, M. F. 2016. Doenças do tomateiro. In: AMORIM, L., REZENDE, J.A.M., BERGAMIN FILHO, A., CAMARGO, L.E.A. Manual de Fitopatologia, doenças das plantas cultivadas, org. Ouro Fino, MG: Editora Agronômica Ceres, p. 697–732.

domingo, 21 de junho de 2020

Grupo B dos fungicidas e seus mecanismos de ação que atuam sobre a divisão celular

Microtúbulos são formados pela polimerização da proteína tubulina. Subunidades alfa e beta da tubulina formam dímeros que, por sua vez, formam filamentos delgados. Os microtúbulos têm especial importância na constituição do fuso mitótico, promovendo a separação das cromátides irmãs.
A tubulina é um dos vários membros de uma pequena família de proteínas globulares. Os membros mais usuais da família da tubulina são a α-tubulina e a β-tubulina, que são as proteínas que compõem os microtúbulos. Cada uma delas tem um peso molecular de aproximadamente 55 kDa. Os microtúbulos são formados por dímeros de α- e β-tubulina. Estas subunidades são ligeiramente acídicas, com um ponto isoeléctrico entre 5,2 e 5,8.

Desde há muito se julgava que a tubulina era específica dos eucariotas. No entanto, foi demonstrado recentemente que a proteína FtsZ que participa no processo de divisão celular procariótico tem relação evolutiva com a tubulina.

Abaixo segue uma listagem da classificação dos fungicidas de que seu mecanismo de ação age sobe a beta tubulina, divisão celular fúngica e mitose:


terça-feira, 19 de maio de 2020

Diagnoses no mês de maio de 2020





NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: carvão, AGENTE CAUSAL: Ustilago maydis, LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020


 NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: uva, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Vitis vinifera, FAMÍLIA BOTÂNICA: Vitaceae, NOME DA DOENÇA: ferrugem, AGENTE CAUSAL: Phakopsora euvitis, LOCAL DE COLETA: Pires do Rio, GO, Data de Coleta: 12/05/2020, Foto: Alyson Nascente Amorim de Brito


NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: uva, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Vitis vinifera, FAMÍLIA BOTÂNICA: Vitaceae, NOME DA DOENÇA: ferrugem, AGENTE CAUSAL: Phakopsora euvitis, LOCAL DE COLETA: Pires do Rio, GO, Data de Coleta: 12/05/2020, Foto: Alyson Nascente Amorim de Brito


   A ferrugem da videira foi constatada pela primeira vez no Brasil em 2001 no Paraná, e logo em seguida em SP, e hoje está relatada em todos os estados das regiões Sul e Sudeste, além de MT, MS, BA, PE e RO (nessa publicação relata em Goiás). Por sua ampla distribuição nos plantios e ocorreênbcia frequente, a doença  é considerada endêmica no sudoeste e Sul do país. Os sintomas caracterizam-se por diminutas pústulas amareladas, de sinais predominantemente visíveis na face abaxial, sendo que na face adaxial observam-se lesõesinicialmente amareladas que posteriormente necrosam e coalescem (Amorin et al., 2016). 





NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: enfezamento vermelho, AGENTE CAUSAL: Candidatus Phytoplasma asteris, LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020



NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: enfezamento vermelho, AGENTE CAUSAL: Candidatus Phytoplasma asteris e algumas lesões de mancha branca (complexo), LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020





NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: enfezamento vermelho, AGENTE CAUSAL: Candidatus Phytoplasma asteris, LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020

NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: mancha branca, AGENTE CAUSAL: complexo Patoea ananatis  e Phyllosticta sp. (Phaeosphaeria maydis), LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020

NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: mancha branca, AGENTE CAUSAL: complexo Patoea ananatis  e Phyllosticta sp. (Phaeosphaeria maydis), LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020


NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: mancha branca, AGENTE CAUSAL: complexo Patoea ananatis  e Phyllosticta sp. (Phaeosphaeria maydis), LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020

NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: mancha branca, AGENTE CAUSAL: complexo Patoea ananatis  e Phyllosticta sp. (Phaeosphaeria maydis), LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020




NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: mancha branca, AGENTE CAUSAL: complexo Patoea ananatis  e Phyllosticta sp. (Phaeosphaeria maydis), LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020

 NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: mancha-foliar-de-diplodia, AGENTE CAUSAL: Diplodia macrospora (Stenocarpella maydis), LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020



NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: mancha-foliar-de-diplodia, AGENTE CAUSAL: Diplodia macrospora (Stenocarpella maydis), LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020

 NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: doença abiótica - deficiencia de nitrogênio, LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020

NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: doença abiótica - deficiencia de nitrogênio, LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020




NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: Cercosporiose, AGENTE CAUSAL: Cercospora zea-maydis, Cercospora Zeina e Cercospora sorghi f.sp. maydis, LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020

 NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: virus da risca do milho (vetor cigarrinha Daubulus maidis), AGENTE CAUSAL: Maize raiado fino virus, LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020


NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: milho, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Zea mays, FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae, NOME DA DOENÇA: virus da risca do milho (vetor cigarrinha Daubulus maidis), AGENTE CAUSAL: Maize raiado fino virus, LOCAL DE COLETA: Cristalina, GO, Data de Coleta: 12/05/2020


 NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: feijoa-rajada, feijão-de-lima, feijão bonje, feijão fava, fava-da-terra, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Phaseolus lunatus, FAMÍLIA BOTÂNICA: Fabaceae, NOME DA DOENÇA: nematoide das galhas, AGENTE CAUSAL: Meloidogyne sp., LOCAL DE COLETA: Damianópolis, GO, Data de Coleta: 20/05/2020

  NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: feijoa-rajada, feijão-de-lima, feijão bonje, feijão fava, fava-da-terra, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Phaseolus lunatus, FAMÍLIA BOTÂNICA: Fabaceae, NOME DA DOENÇA: nematoide das galhas, AGENTE CAUSAL: Meloidogyne sp., LOCAL DE COLETA: Damianópolis, GO, Data de Coleta: 20/05/2020


  NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: feijoa-rajada, feijão-de-lima, feijão bonje, feijão fava, fava-da-terra, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Phaseolus lunatus, FAMÍLIA BOTÂNICA: Fabaceae, NOME DA DOENÇA: nematoide das galhas, AGENTE CAUSAL: Meloidogyne sp., LOCAL DE COLETA: Damianópolis, GO, Data de Coleta: 20/05/2020



 NOME COMUM DO HOSPEDEIRO: feijoa-rajada, feijão-de-lima, feijão bonje, feijão fava, fava-da-terra, NOME CIENTÍFICO DO HOSPEDEIRO: Phaseolus lunatus, FAMÍLIA BOTÂNICA: Fabaceae, NOME DA DOENÇA: nematoide das galhas, AGENTE CAUSAL: Meloidogyne sp., LOCAL DE COLETA: Damianópolis, GO, Data de Coleta: 20/05/2020




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