quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Boletim Técnico: Manha foliar da árvore chuva-de-ouro (Cassia fistula(L.)) causado por Phyllachora bakeriana P. (Henn).

 Paulo Vinicius de Sousa 
Acadêmico do curso de Agronomia


1. INTRODUÇÃO

    A planta Cassia fistula L. (Fabaceae), conhecida como "Chuva de ouro" é uma das nativas ornamentais tropicais da Ásia, mas é cultivada ao longo dos trópicos do mundo como uma árvore exótica ornamental (FAZENDA CITRA, 2011).  A C. fistula é uma das principais espécies hospedeiras, é amplamente plantada nos trópicos como uma árvore ornamental, suas vagens foram anteriormente utilizados como um purgante (CMI, 1990).
    Ao longo dos últimos anos tem aumentado o cultivo de espécies de árvores de tamanho, para decoração de praças, ruas e avenidas, e também é usado para jardins privados para a beleza de seus cachos de flores bonitas e grandes de amarelo brilhante (HYDE et al., 2000).
    Chuva-de-ouro é um arbusto de baixa altitude e folhas compostas de grande porte, nativa da Índia, usado como um medicamento para as propriedades terapêuticas das folhas e vagens. A espécie foi estabelecida na América tropical e subtropical (HYDE et al., 2000).
     Nos ecossistemas brasileiros, particularmente na Mata Atlântica, o gênero Cassia sp. é muito freqüente, sendo que na região sudeste algumas espécies são bastante apreciadas devido à beleza de suas flores e, por conseqüência, muito utilizadas como plantas ornamentais. Algumas espécies como Cassia acutifolia Delile, C. angustifolia Vahl e C. fistula Herbb. ex Oliv. são bastante usadas na medicina tradicional como purgativos. A planta C. fistula, também conhecida como chuva-de-ouro ou simplesmente Senna sp., é muito apreciada pela beleza de seus cachos de flores amarelas e pelas propriedades laxativas de suas vagens, folhas e flores. Além da ação laxativa, esta planta também é indicada em diversos países para tratamento de infecções bacterianas, reumatismo e lesões cutâneas (JUNIOR et al., 2006).
    O gênero Cassia sp. (Fabaceae) é constituído por mais de 600 espécies incluindo arbustos, árvores e ervas, distribuídas em regiões tropicais e subtropicais de todo o mundo (JUNIOR et al., 2006).
    Além de suas qualidades ornamentais, ela é utilizada em fitoterapia, tendo destaque especial na medicina “Ayurveda” (JARDINEIRO, 2011). A Cassia fistula é usado em muitos países como uma planta medicinal (ESQUIVEL, 2009). É indicada na prisão de ventre, intoxicações, cefaléias, ansiedade, febre, artrite, problemas nervosos, hemorragias, refluxo ácido, reumatismo, afecções de pele, envenenamentos, contém propriedades de laxante, emoliente, depurativa, desintoxicante, purgativo, estimulante da vesícula biliar, aperiente, vermífugo, as partes da planta usadas na medicina são as sementes, polpa dos frutos, folhas e raízes (JARDINEIRO, 2011). Os frutos de Cassia fistula é tradicionalmente usada para doenças pulmonares e problemas estomacais (MARWART et al., 2011).
    As informações sobre as doenças desta espécie é escasso. Geralmente são mencionado sérios problemas com doenças. O Phyllachora bakeriana tem sido relatada em Cassia fistula, C. hoffinanseggiana e C. inaequilatera. Outros autores citam a Phyllachora canafistulae Chardon. e P. cassiae Henn. em Cassia fistula, mas estes são considerados sinônimos (ESQUIVEL, 2009).
    O fungo pode causar manchas de árvores ornamentais, que normalmente não é visível, e por isso tem pouco significado econômico. Tendo em conta a ampla distribuição da espécie de hospedeiro, o fungo é muito raro (CMI, 1990).
    No Oeste do Panamá (América Central), em abril de 2009, houve inúmeras mudas de Cassia fistula, que foram atacadas por manchas nas folhas. As amostras foram colhidas e analisadas em laboratório de fitopatologia. As observações microscópicas revelaram que ela era uma espécie de fitopatógenos Phyllachora sp. ascomiceto (ESQUIVEL, 2009).
    A doença não é significativo em termos econômicos, e parece ser incipiente, e não seriamente prejudicial para a planta hospedeira. Pouco se sabe sobre sua ecologia. Por ser uma espécie tropical que provavelmente não mostra sazonalidade marcada, mas ascomas parecem ser mais freqüentemente em janeiro ou fevereiro (CMI 1990).
    O objetivo deste trabalho é descrever, registrar e caracterizar respeito de uma Mancha foliar causada por um Ascomiceto Phyllachora bakeriana, descrevendo sua sintomatologia, etiologia, epidemiologia e controle.

2. MATERIAIS E MÉTODOS

    As folhas da hospedeira da Chuva-de-ouro, a qual apresentou o fungo Phyllachora bakeriana, foram coletadas na cidade de Pires do Rio-GO.
    Com uma lupa retirou-se fragmentos do fungo, com auxílio de um estilete levando-os a uma gota de corante azul-algodão (ácido lático, ácido acético, água e glicerina) vertida sob uma lâmina de microscópio. Logo após foi adicionada uma lâminula por cima da gota do corante, sendo este preparado para melhor identificação em microscópio óptico. As lâminas foram vedadas com esmalte de unha.
Os sintomas nas folhas foram isolados em meio de cultura agar-ágar (AA) permanecendo incubado por um período de 48 horas. Posteriormente realizou-se a repicagem do fungo em meio AA para o meio batata-dextrose-ágar (BDA). Com isso realizou-se a confecção de lâminas para a observação das estruturas fúngicas.  Utilizou-se o método de corte histologico para preparo das lâminas. As lâminas foram vedadas com esmalte adesivo. O excesso de corante foi recolhido com o uso de papel toalha. As estruturas do fungo foram analisadas em microscópio óptico.
Sob microscopia óptica, verificando as características morfológicas podemos identificar o organismo como sendo Phyllachora bakeriana. Logo após identificação do fungo foram retiradas fotos usando câmera digital, modelo Cyber Shot da marca Canon ®. Foi utilizado o programa Office Picture Manager para edição das imagens e o Power Point para elaboração da prancha de fotos.
    Todos esses trabalhos foram realizados no laboratório de Microbiologia do IFGoiano campus Urutaí-GO com o auxílio do Prof. Dr. Milton Luiz da Paz Lima.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
 
Hospedeiro/cultura: Chuva-de-Ouro (Cassia fistula (L.)).
Família botânica: Fabaceae
Doença: Mancha foliar
Agente causal (Teleomórfica): Phyllachora bakeriana P. Heen (teleomorfo)
Local de coleta: Fazenda Marrecos, Pires do Rio, GO
Data da coleta: 18/09/2011  
Taxonomia: Este fungo pertence Reino Fungi, Divisão Ascomycota, Gênero Phyllachora, Classe Pyrenomycetes, Ordem Phyllachorales, Família Phyllachoraceae (INDEX FUGORUM, 2011).

Sintomatologia:
No material coletado foram observados sintomas da doença em uma porcentagem significativa de folhas de diferentes idades. As lesões começam como pontuações escuras arredondadas na parte adaxial, rodeados de coloração amarela arredondada, que por elipsóides evolução tornam-se rodeado por um halo de larguras cloróticas. No centro das lesões foram observadas frutificação globosas subepidérmicas, de coloração preta, representados pelos sinais da presença do patógeno (ESQUIVEL, 2009).
    A doença causa mancha foliar em espécies de Cassia spp. A doença não causa danos economicamente significativos (MYCOBANK, 2012).
    Nas folhas verdes (Fig. 1A) os sintomas são o aparecimento de manchas pretas de até 1 cm de diâmetro, rodeado por uma área de necrose e um halo amarelo. Estes pontos são compostos de um material estromático de até 1 mm (ESQUIVEL, 2009).
    As manchas podem surgir tanto no ápice, nas margens, como também no centro do limbo foliar (Fig. 1A). Com o desenvolvimento da doença, os ramos secam causando o desfolhamento (ESQUIVEL, 2009).
    Lesões necróticas expandem em grandes áreas dos folíolos, dando a folhagem uma aparência carvão. A doença provoca desfolha intensa, deixando  o tronco nu. A infecção se espalha para pecíolos e ramos jovens, causando necrose dos ramos descendente do ano, agravando o quadro clínico (ESQUIVEL, 2009).
    Os ramos também são infectados, apresentando lesões escuras que se estendem até atingir o caule principal. Pode-se observar que os ramos jovens são mais suscetíveis do que as folhas verdes, porque os sintomas são mais graves nas folhas jovens. No entanto, em plantas adultas é possível ver pouca ou nenhuma manchas com halo em torno da folhagem (ESQUIVEL, 2009).
    Aparentemente não é significante e não causa danos sérios ao hospedeiro. Sua ecologia é pouco conhecida (MYCOBANK, 2012).

Etiologia:
    Sua espécie foi descrita no livro Annuaal Mycology, volume VI em 1908 na pág. 448, sendo descrita infectando Cassia hoffmannseggii Benth, na cidade de Brasília (INDEX FUNGORUM, 2011; MYCOBANK, 2012).
    O anamorfo nunca foi identificado na natureza para este patógeno (MYCOBANK, 2012).
    Estromas de diâmetro de 0,5-3 mm, distribuem-se de forma espalhada sobre a superfície adaxial das folhas, distribui-se de forma irregular, possuem aspecto enegrecido, às vezes verrucoso (Provavelmente uma característica da arquitetura foliar da epiderme), aumentando ligeiramente a superfície do substrato, ascoma possui de 1- 4 lóculos individuais de forma obovóide, os ostíolos geralmente indistintos (Fig. 1C) (RICHARD, 1989).     Paráfise possuem 3 µm de largura, afinando gradualmente, possuem paredes finas, às vezes com alguns ramos perto do ápice. Ascos possuem dimensões de 88-130 X 18-11 µm, cilíndricos, ápice obtuso, de paredes finas (Fig. 1D). Ascósporos de dimensões de 15-23 (27) x 6-9 µm, fusiforme a ovóides, mas muitas vezes com uma pequena proporção de formato irregular (dando a impressão de que a germinação iniciou dentro do ascos antes da era que estabelece as paredes de ascósporos completo), hialina , asseptado, relativamente paredes espessas, as paredes aparecem gelatinosa em alguns meios de montagem (Fig. 1E) (CMI 1990). Ascoma peritecial é ostiolado de forma obpiriforme a subgloboso, imersos no tecido hospedeiro (Fig. 1G), com ostíolo se tornando erronpentes através da epiderme do hospedeiro que ocorrem isoladamente, mas freqüentemente amontoados, rodeado pelo menos, ao redor do pescoço por um clípeo escuro, clípeo muitas vezes anfígenos (Fig. 1H). Peritécio de parede composta por células achatadas, as células exteriores marrom escuro, células hialinas interior. Asco unitunicados, cilíndrico ao elipsóide ou ocasionalmente saciforme, ápice não amilóide, indiferenciado, contendo 8 ascósporos, diversamente organizadas. Ascósporos hialinos, unicelulares, ovais ou globosos (RICHARD, 1989).
    O fungo apresenta estromata de 0,5-3 mm de diâmetro, distribuído na superfície adaxial das folhas,  over the adaxial surface of leaves, de bordas irregulares negro, algumas vezes verrucosos (provavelmente devido a arquitetura da folha), 1 a 4 loculos, os ostíolos inconspícuos. As paráfises apresenta aproximadamente 3 µm de espessura, gradualmente cônico, de parede fina e pouco ramificada. Os ascos apresenta dimensões de 88-130 x 11-18 µm, cilíndricos, curtos ou longos, possuem ápice obtuso, sua parede é espessa, sem estrutura apical visível, e apresenta 8 ascósporos por asca. Os ascósporos apresenta dimensões de 15-23 (-27) x 6-9 µm, são fusiformes ou estreitados, sao hialinos, asseptados, de parede fina, e suas paredes possuem aparência gelatinosa (MYCOBANK, 2012).
    O gênero Phyllachora apresenta 1096 espécies válidas em literatura, possui a fase teleomórfica pertence ao Reino Fungi, Divisão Ascomycota, Gênero Phyllachora sp., Classe Pyrenomycetes, Ordem Phyllachorales, Família Phyllachoraceae (INDEX FUNGORUM, 2011).





 Figura 1. Mancha Foliar de Phyllachora bakeriana incidente nas folhas de chuva-de-ouro (Cassia fistula) A. sintomas de manchas irregulares na face abaxial, B. crosta estromática de formato irregular na superficie epidermica (lupa), C. estroma miceliado na lesão, D. ascos hialinos e unitunicados, (bar = 23 µm), E. ascosporos alantóides e dispostos em 8 ascosporos por asca (bar = 35 µm), F. ascoma peritecial ostiolado (bar = 25 µm). G. H. ascoma, ascas imersos no tecido vegetal (bar = 28 µm).


Epidemiologia: O fungo Phyllachora bakeriana foi observado infectando Cassia fistula nas Bermudas (ELLIS,1853), no Brasil (MENDES et al.,1998), na Índia (PANDE e Rao,1998), no Pakistan (BOA e Lenné, 1994), na Malásia (WILLIAMS e LIU, 1976), em Cuba (ARNOLD,1986), nos EUA (MILLER, 1991), no Panamá (PIEPENBRING, 2006) e em Porto Rico (STEVENSON, 1975). Infectando Cassia fistula foram observados 70 registros de fungos, destes os ascomicetos registrados foram Capnodium cassiae registrado na Índia (PANDE e RAO, 1998), Ceratocystis fimbriata registrado no Brasil (MENDES et al., 1998), Glomerella cingulata registrado em Cuba (URTIAGA, 1986), Hypoxylon rubiginosum registrado na Sierra Leone (LENNE, 1990), Leptosphaeria sp. na Malásia (BOA e LENNÉ, 1998), Meliola aethiops na Malásia (WILLIAMS e LIU, 1976), Phyllachora cassiae  no Brasil (HANLIN,1992) (citados por FARR & ROSSMAN, 2011).
    Não se sabe como essa doença é transmitida, pelo fato de não ter sido muito estudada, mas os ascósporos são, provavelmente, dispersos no ar e diretamente depositados nas folhas, em comum com outras espécies de Phyllachora (CMI, 1990).
    Pouco se conhece sobre a produção do fungo, sabe-se que em condições de alta umidade relativa favorece seu aparecimento, sendo comum as folhas no período de setembro à outubro cairem deixando a árvore toda nua.     No início do mês de novembro a árvore brota com novas folhas e estas já começam emitir sinais do ataque do fungo, emitindo um período mais severo nesta fase.
    Os hospedeiros conhecidos são Cassia fistula, C. hoffmanseggiana e C. Inaequilatera (MYCOBANK, 2012).
    São conhecidos os seguintes hospedeiros do fungo Phyllachora bakeriana no Brasil: Cassia hoffmannseggii Mart. ex Benth. (Fabaceae) “lava-pratos”, Chamaefistula inaequilatera G. Don (Fabaceae), Mucuna sp. Adans. (Fabaceae), Mucuna urens DC. (Fabaceae) “MUCUNA” (CERNAGEN, 2011). No Brasil os índices de localidade do fungo são: AC, Alagoas, AP, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MT, MS, MG, PA, PR, PR, PE, PI, RJ, RN, RS, RO, RR, SC, SP e SE (CERNAGEN, 2011).
    Nao foi identificado nenhuma especializacao fisiológica para P. bakeriana (MYCOBANK, 2012).
    Trata-se de um fungo de distribuição nos trópicos e que nao tem ocorrencia sazonal, o ascoma tem sido encontrado maduro nos meses de naeiro a fevereiro (MYCOBANK, 2012).
    Possui como distribuição geográfica na América Central, Grenada, Jamaica e Porto Rico; e na América do sul n Brasil e provavelmente outros lugares (MYCOBANK, 2012).
 

Controle: Pouco se conhece sobre os métodos de controle desta doença. O melhor à fazer com árvores infectadas é a poda de limpeza, removendo e queimando as partes infectadas, podendo ser feito ainda o recolhimento dos galhos caídos eliminando-os. Essas medidas têm a finalidade de reduzir as fontes de inóculo do fungo nas áreas infestadas.
    Não contém registros no Agrofit (2011) sobre este fungo, porém contém o gênero Phyllachora torrendiella doença do Coqueiro, não contendo registros de fungicida para o controle deste fungo. Vários trabalhos de pesquisa têm sido realizados para possibilitar o controle químico deste patógeno, mas a utilização desta técnica em grandes culturas é considerada inviável devido ao tamanho das plantas (AGROFIT, 2011).
    As árvores com infestação muito avançado o melhor a fazer é cortá-las, removendo estas para evitar a disseminação do fungo para outras áreas. Não contém registros de controle genético da doença. Não contém registros em literatura sobre controla biologico desta doença. 
    Não contém registros de informações dos anais do congresso brasileiro de fitopatologia, sobre este patógeno (SBFITO, 2011).




LITERATURA CITADA:

AGROFIT, Disponível em:                                                                         http://extranet.agricultura.gov.br/agrofit_cons/principal_agrofit_cons. Acessado em 26/10/2011. 
CERNAGEN, Disponível em: http://pragawall.cenargen.embrapa.br/aiqweb/michtml/fgbanco01.asp. Acessado em: 10 de outubro de 2011.
CMI, List of sets, index of species, and list of accepted names for some obsole species names in CMI Descriptions of Pathogenic Fungi and Bacteria Sets 1-100, Nos. 1-1000, issued January 1864-March 1990. CMI Descriptions of Pathogenic Fungi and Bacteria No 903.
ESQUIVEL, A.R.E., La Mancha Folha tar Cassia fistula L. (Fabaceae), causada por Henn Phyllachora bakeriana.(Fungi Phyllachoraceae) no Panamá. 2009.
FARR & ROSSMAN, SBML Systematic Botany of Mycological Resources. Disponível em: . Acesso em: 10 de abril de 2011.
FAZENDACITRA. Disponível em: http://www.fazendacitra.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=139:chuva-de-ouro-brasileira-cassia-ferruginea&catid=14:plantas-em-destaque&Itemid=25. Acessado em 21 de setembro de 2011.
HYDE, D.K., ZHOU, D.. Host-specificity, host-exclusivity, and host-recurrence in saprobic fungi. The British Mycological Society, 10 July, 2000.
INDEX FUNGORUM. Disponível em: http://www.indexfungorum.org/Names/Na-mes.asp. Acessado em: 10 de outubro de 2011.
JARDINEIRO.NET. Disponível em: http://www.jardineiro.net/br/banco/cassia_fistula.php. Acessado em 21 de setembro de 2011.
JUNIOR,C.V., REZENDE, A., SILVA,D.H.S., GAMBÔA, I.C., SILVA, V.. ASPECTOS QUÍMICOS, BIOLÓGICOS E ETNOFARMACOLÓGICOS DO GÊNERO Cassia. Vol. 29, No. 6, 1279-1286, 2006.
MARWAT, S.K., REHMAN, F.U., KHAN, M.A., AHMAD, M., ZAFAR, M., GHULAM, S. Medicinal folk recipes used as traditional phytotherapies in district dera ismail khan, kpk, pakistan. Pak. J. Bot., 43(3): 1453-1462, 2011.
MYCOBANK Fungal Databases Nomenclature and species banks online taxonomic novelties submission. Disponível em:< http://www.mycobank.org/mycotaxo.aspx>, acessado em janeiro de 2012.
RICHARD, T.H., Illustrated Genera of Ascomycetes. The American Phytopathological Society. St. Paul, Minnesota. APS PRESS. Vol. 1 june, 1989.
SBFITO, Disponível em:                                                                 http://www.sbfito.com.br., acessado em dezembro de 2011.

3 comentários:

  1. A Cassia fistula L. não é a Senna sp vc está se confundindo,meu caro.

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  2. Plantei 3 árvores de acácia na minha casa na zona rural mas infelizmente as folhas estão ficando com manchas parecendo ferrugem e o caule estriado.

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