segunda-feira, 2 de maio de 2011

BOLETIM TÉCNICO: Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides (Penz)) incidente nas folhas e frutos da manga (Mangífera indica).

Acadêmico: Paulo Vinicius de Sousa

INTRODUÇÃO

A manga é uma das frutas mais procuradas no mundo. Consumida principalmente ao natural, pode ser transformada em numerosos produtos: popa simples, suco, sorvete, geléias, compotas, tec. É ótima fonte de vitaminas A e C (Fonseca et al., 2006).

Segundo Fonseca et al. (2006) há doenças que podem comprometer a produção de frutos, as mais danosas, em nossas condições, são a Antracnose, a Seca-da-mangueira, o oídio, o Botriodiplodia, o colapso-interno-do fruto e a Malformação.

Dentro dessas doenças destaca-se a Antracnose, causada pelo fungo Colletotrichum gloesporioides, é uma das doenças mais importantes da mangueira. O fungo não só pode sobreviver por longo tempo em ramos secos e em frutos velhos remanescentes na planta ou caídos no chão, como também hospedar-se em várias espécies de plantas silvestres e cultivadas (abacateiro, cajueiro, tec.) (Monteiro et al., 2002).

A doença pode atacar os frutos e também causar o amarelecimento e danos aos pecíolos das folhas. Ainda que os frutos colhidos não apresentem sintomas da doença, ela se manifesta na fase de embalagem, transporte, amadurecimento e comercialização (Andrade et al., 2007).

Segundo Kimatti, et al. (1995) a antracnose é uma importante doença em todas as regiões produtoras de manga. É um dos maiores problemas fitossanitários, principalmente na exportação de mangas, exigindo pulverizações periódicas com fungicidas nos pomares e tratamentos pós-colheita.

No Brasil, estudos envolvendo caracterização morfológica, patogênica e molecular sugerem o C. gloeosporioides como o único agente causal responsável pela antracnose da mangueira. Espécies de fungos são tradicionalmente diferenciadas com base em caracteres morfológicos e culturais, porém, no caso do Colletotrichum esta identificação encontra dificuldades em função da grande diversidade fenotípica e instabilidade destes caracteres em função do ambiente (Wicker, et al., 2009).

A antracnose é encontrada em todas as áreas produtoras de manga do mundo, variando a intensidade de sua infestação com os níveis de umidade do ambiente. Há menção de grandes perdas causadas por esta doença na Índia, Austrália, África, América do Sul, nas Filipinas e no Caribe (Monteiro et al., 2002).

Objetivos

O objetivo deste trabalho é comentar a respeito da doença Antracnose causada pelo patógeno Colletotrichum gloesporioides, visto que é muito comum a sua ocorrência nas plantas frutíferas.

MATERIAIS E MÉTODOS

As folhas da hospedeira manga, a qual apresentou o fungo Colletotrichum gloesporioides, foram coletadas na cidade de Urutaí-GO.

Com uma lupa pode-se retirar fragmentos do fungo, com auxílio de um estilete levando-os a uma gota de corante azul-algodão (ácido lático, ácido acético, água e glicerina) vertida sob uma lâmina de microscópio. Logo após foi adicionada uma lamínula por cima da gota do corante, sendo este preparado para melhor identificação em microscópio ótico. As lâminas foram vedadas com esmalte de unha.

Os sintomas nas folhas foram isolados em meio de cultura agar-ágar (AA) permanecendo incubado por um período de 48 horas. Posteriormente realizou-se a repicagem do fungo em meio AA para o meio batata-dextrose-ágar (BDA). Com isso realizou-se a confecção de lâminas para a observação das estruturas fúngicas.

Sob microscopia ótica, verificando as características morfológicas podemos identificar o organismo como sendo Colletotrichum gloesporioides. Logo após identificação do fungo foram retiradas fotos usando câmera digital. Foi utilizado o programa Office Picture Manager para edição das imagens e o Power Point para elaboração da prancha de fotos.

Todos esses trabalhos foram realizados no laboratório de Microbiologia do IFGoiano campus Urutaí-GO com o auxílio do Prof. Dr. Milton Luiz da Paz Lima.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Hospedeiro/cultura: Manga (Mangífera indica).

Família Botânica: Anacardiaceae

Doença: Antracnose-da-mangueira

Agente Causal (Anamorfo): Colletotrichum gloesporioides (Penz.), Glomerella cingulata Stoneman (teleomorfo).

Local de Coleta: Instituto Federal Goiano campus-Urutaí

Data de Coleta: 14/03/11

Taxonomia: A fase anamórfica pertence ao Reino Fungi, grupo incerto dos Fungos Mitospóricos, subgrupo Coeleomicetes. A fase teleomórfica pertence ao Reino Fungi, Divisão Ascomycota, Classe Pyrenomycetes, Ordem Phyllachorales, Família Phyllachoraceae

Sintomatologia: Nas folhas, os sintomas são o aparecimento de manchas marrons, arredondadas ou irregulares e de tamanho variável (1-10 mm de diâmetro). As lesões podem surgir tanto no ápice e nas margens das folhas como no centro do limbo foliar. Em condições ambientais propícias, elas aumentam de tamanho, chegam a coalescer e podem causar o rompimento do limbo foliar, assumindo a aparência de queimadura. Nas brotações e nos ramos novos surgem lesões escuras e necróticas, que podem evoluir com o tempo. Em conseqüência, os ramos secam e escurecem a partir da ponta para a base, o que causa o desfolhamento (Monteiro et al., 2002).

Segundo Kimatti et al. (1995) na raque da inflorescência e suas ramificações, aparecem pequenas manchas de coloração marrom-escura, profundas e secas, alongadas no sentido longitudinal, destruindo grande número de flores. As raques e ramificações danificadas quebram com facilidade, causando a queda dos frutos antes da maturação fisiológica.

As inflorescências podem ser afetadas pelo aparecimento e pela progressão de pequenas manchas escuras e profundas sobre as flores, das quais provocam a morte. Nas raques, formam-se lesões que podem levar à queda de frutos antes da sua maturação fisiológica (Monteiro et al., 2002).

Segundo Fonseca et al. (2006) as inflorescências também ficam escuras, tornam-se quebradiças e acabam por cair. Nos frutos, surgem lesões irregulares, deprimidas e escuras, chegando a atingir até a parte interna.

No final da fase de desenvolvimento dos frutos, a infestação pode ocorrer através das lenticelas, mostrando uma pequena mancha negra ou numerosas lesões corticosas, pardo-amareladas, na superfície (Kimatti et al., 1995).

Etiologia (Sinais): O gênero Colletotrichum apresenta 707 espécies válidas em literatura, possui a fase anamórfica pertence ao Reino Fungi, grupo incerto dos Fungos Mitospóricos, subgrupo Coeleomicetes. A fase teleomórfica pertence ao Reino Fungi, Divisão Ascomycota, Classe Pyrenomycetes, Ordem Phyllachorales, Família Phyllachoraceae (Index Fungorum, 2011).

O agente transmissor da doença é o fungo Gloemerella cingulata, que na forma imperfeita ou anamorfa corresponde a Colletotrichum gloeosporioides. Esse fungo produz acérvulos subepidermeais dispostos em círculos (Monteiro et al., 2002).

Segundo Kimatti et al. (1995) os conídios são liberados dos acérvulos através de uma massa viscosa de coloração rosada. Os conídios são hialinos e gutulados, uninucleados, com 12-19 µm de comprimento por 1,0 - 6,0 µm de largura, arredondados nas extremidades e levemente curvos. Peritécios são rostrados, subesféricos e agrupados em um estroma ou bem separados.

O estroma pode ser bem desenvolvido ou estar ausente. Os ascos são subclavados, medindo 46-60 µm x 10-12 µm. Os ascósporos são hialinos, unicelulares e curvados, medindo 12-24 x 4-6 µm (Monteiro et al., 2002).

Os conídios são disseminados na planta pela água da chuva e produzidos durante todo o ano em lesões novas ou velhas de folhas, ramos verdes ou secos, inflorescências mumificadas e nas raques desenvolvidas. A maior produção de conídios ocorre nas lesões das folhas novas em condições de alta umidade relativa, acima de 95% (Kimatti et al.,1995).

Segundo Kimatti et al. (1995) as condições ideais para ocorrência de epidemias são longos períodos de chuva, a principal fonte de inóculo é proveniente dos fluxos vegetativos infectados. Períodos úmidos seguidos de períodos secos reduzem drasticamente a viabilidade dos esporos. O período de umidade para que ocorra a infecção é de 12-18 horas sendo, portanto, o desenvolvimento da doença bastante favorecido por chuvas que ocorrem no fim da tarde, prolongando durante toda a noite o período de alta umidade. Períodos chuvosos e encobertos ou orvalho pesado no período noturno, freqüentes no inverno paulista, são favoráveis à ocorrência da antracnose.

Epidemiologia: A maior produção de conídios ocorre nas lesões das folhas novas em condições de alta umidade relativa, acima de 95%, ou em água livre e numa larga faixa de temperatura que vai acima de 10°C a 30°C, sendo a ideal para a formação de apressório acima de 25°C. Os conídios são disseminados na planta pela água da chuva e produzidos durante todo o ano em lesões novas ou velhas de folhas, ramos verdes ou secos, inflorescências mumificadas e nas raques desenvolvidas (Kimatti et al., 1995). Apresentam uma forma parasitária, que ocorre na planta hospedeira, e uma fase saprofítica, que ocorre na matéria orgânica. A fase saprofítica corresponde à estrutura de sobrevivência do patógeno na ausência de seu hospedeiro. Nessa fase os patógenos sobrevivem em restos de cultura ou em matéria orgânica do solo, na forma de micélio, escleródio.

Os fungos que infectam a hospedeira no Brasil são: Cercospora mangiferae Koord. (Cercosporiose, ocorre em sementes) (PE, SP, PB), Elsinoë fawcettii Bitanc. & Jenkins (Verrugose) (SP), Esinoë mangiferae Bitanc. & Jenkins (Verrugose) (GO), Phyllosticta sp. Pers. (Mancha foliar) (SP), Oidium mangiferae Berthet (Oídio) (BA, Ne, S, PE, SP, CE), Lasiodiplodia theobromae (Pat.) Griffon & Maubl. (Podridão de pós-colheita, morte descendente, ocorre em sementes) (MA, RN, GO, PE, SP, BA, DF, MG) (CERNAGEN, 2011).

São conhecidos os seguintes hospedeiros do fungo Colletotrichum gloesporioides no Brasil: Allium fistulosum L. (Liliaceae) (CEBOLINHA) (Antracnose) (PE), Allium porrum L. (Liliaceae) (ALHO-PORÓ), Annona squamosa L. (Annonaceae) (FRUTA-DO-CONDE) (Podridão do fruto, Antracnose, ocorre nas sementes) (SP, AL), Coffea arabica L. (Rubiaceae) (CAFEEIRO) (Antracnose, Seca dos ponteiros, ocorre em sementes) (MG, DF), Glycine max Merr. (Fabaceae) [SOJA] (Antracnose, ocorre em sementes) (DF), Gossypium hirsutum L. (Malvaceae) [ALGODÃO] (Antracnose, ocorre em sementes) (SP) (CERNAGEN, 2011).

O fungo Colletotrichum gloesporioides na espécie Mangífera indica foi identificado em países como Austrália, China, Cuba, México, Peru, Tailândia, Porto Rico, Venezuela, Colômbia, África, Filipinas, e os fungos registrados para espécie hospedeira Mangifera indica são em média 1400, e foram encontradas cerca de 1944 registros de ocorrência em espécies hospedeiras (SMML, 2011).

A doença ocorre de forma igual em outra cultivares manchas marrons, arredondadas ou irregulares e de tamanho variável, sendo freqüente na região. O patógeno é muito agressivo podendo afetar toda região da planta, nas folhas, frutos.

A disseminação dos esporos de C. gloeosporioides dá-se principalmente pelo vento e por respingos de chuva, estando totalmente relacionado a sua incidência com a presença de molhamento foliar. Períodos chuvosos e encobertos como também orvalhos intensos durante o período noturno favorecem muito o desenvolvimento do patógeno. Em condições de elevada umidade relativa (superior a 90%) e temperaturas superiores a 22°C é possível observar no centro das lesões pontuações pardo-amareladas que são as frutificações do patógeno (Tavares, 1995).

Controle: O controle deve ser feito por meio de uma associação de métodos culturais e químicos. Dentre as medidas culturais de controle temos: maior espaçamento favorecendo a ventilação e insolação das plantas; podas leves abrindo a copa para penetração dos raios solares; podas de limpeza reduzindo as fontes de inóculo e instalação dos pomares em regiões mais secas (Kimatti et al,1995).

Durante os períodos de repouso, recomenda-se proceder às podas de limpeza, para eliminar os galhos secos, os restos de panículas e os frutos velhos remanescentes, recolhendo-se, ainda, os caídos. Essas medidas têm a finalidade de reduzir as fontes de inóculo do fungo na área de plantio (Zabolim et al., 2002).

Segundo Kimatti et al. (1995) o aparecimento dos fungicidas orgânicos, os cúpricos são usados exclusivamente com variáveis graus de sucesso como a calda bordalesa, óxido cuproso, oxicloreto de cobre e sulfato básico de cobre. Os fungicidas orgânicos zineb, maneb e captan, em pulverizações semanais durante o florescimento, são eficientes no controle da antracnose. Apesar de menos estáveis que os cúpricos, os fungicidas orgânicos têm algumas vantagens, pois não causam desequilíbrio na população de insetos com aumento de cochonilhas, causam menos injúrias às flores abertas e não interferem na atividade dos insetos polinizadores.

A antracnose pode ser controlada com o uso de fungicidas à base de cobre: benomyl (30 g/100 L de água), mancozeb (250 g/100 L de água) e triazóis ou Tebuconazole a 0,25%. As cultivares Tommy Atkins e Keiitt são consideradas mediamente resistentes (Fonseca et al.,2006).

Os fungicidas registrados no Ministério da Agricultura e Pecuária e Abastecimento para o controle da Antracnose-da-Mangueira, são os seguintes: Amistar WG ® (azoxistrobina), Cercobin 500 SC ® (tiofanato-metílico), Cobox ® (oxicloreto de cobre), Cobre Atar BR ® (óxido cuproso), Cobre Atar MZ ® (óxido cuproso), Comet ® (estrobilurina), Difere ® (oxicloreto de cobre), Dithane NT ® (mancozebe), Domark 100 EC ® (triazol), Elite ® (triazol), Flare ® (triazol), Folicur 200 EC ® (triazol), Garant ® (hidróxido de cobre), Protectin ® (tiofanato-metílico), Ramexane 850 PM ® (oxicloreto de cobre), Reconil ® (oxicloreto de cobre), Score ® (triazol), Sportak 450 EC ® (procloraz), Status ® (oxicloreto de cobre), Tecto SC ® (benzimidazol), Triade ® (triazol) e Vantigo ® (azoxistrobina) (AGROFIT, 2011).

Nas regiões de clima favorável à antracnose, a primeira pulverização é geralmente efetuada antes do florescimento, quando os botões florais se apresentam intumescidos. Outras pulverizações devem ser feitas durante o florescimento e a frutificação, em intervalos variáveis de 15 a 20 dias, de acordo com as condições climáticas e a gravidade da doença (Zabolim et al., 2002).

Segundo Zabolim et al. (2002) o tratamento em pós-colheita consiste na imersão dos frutos em tanques de água à temperatura de 55°C, durante cinco minutos, em um período de, no máximo, 24 horas, após a colheita. Na pós-colheita a antracnose pode ser controlada de forma eficaz, pelo uso de defensivos naturais.

O controle biológico por meio da imersão dos frutos em uma suspensão de Bacillus licheniformis a 10.000.000 células/ml foi eficiente no controle da antracnose e podridão-peduncular nas variedades de manga Sensation e Keitt (Zabolim et al., 2002).

RESULTADO E DISCUSSÃO

Figura 1. Antracnose incidentes em folhas de manga (Mangifera indica) A. início do sintoma na fase abaxial. B. sintoma progredindo pela folha na fase abaxial. C. fase final do sintoma na fase abaxial. D.E.F. visualização na lupa. D. esporos observados na fase adaxial. E. pequena quantidade de esporos parasitando a folha da manga. F. esporos na fase adaxial. G. detalhe na estrutura e organização dos conídios (barr = 60 µm). H. conídios hialinos e no seu interior pode ser observado gútulas presentes (barr = 19 µm). I. conídios hialinos e uninucleados (barr = 25 µm).

CONCLUSÃO

Com a elaboração deste trabalho foi possível concluir que a antracnose é uma doença popular entre as frutíferas, e através deste estudo conhecendo a complexidade do taxón e a especificidade do hospedeiro permiti estabelecer estratégicas que limitam a capacidade adaptativa do patógeno e reduzem as perdas causadas pela doença.


LITERATURA CITADA:


AGROFIT Sistema Agrofit – sistema de agrotóxicos fitossanitários. Disponível em:< http://agrofit.agricultura.gov.br/ agrofit_cons/principal_agrofit_cons>, acessado em 15 de abril de 2011.


ANDRADE, E.M., UESUGI, C.H., UENO, B. & FERREIRA, M.A.S.V. Caracterização morfocultural e molecular de isolados de Colletotrichum gloeosporioides patogênicos ao mamoeiro. Fitopatologia Brasileira 32:021-031. 2007.


BERGAMIN FILHO, A., KIMATI, H. & AMORIM, L. Manual de Fitopatologia: princípios e conceitos. 3a Ed, Vol. I, Editora Agronômica Ceres Ltda, São Paulo SP. 1995.


CERNAGEN, Disponível em: http://pragawall.cenargen.embrapa.br/aiqweb/michtml/fgbanco01.asp. Acessado em: 10 de abril de 2011.


FARR & ROSMAN, SBML Systematic Botany of Mycological Resources. Disponível em: . Acesso em: 10 de abril de 2011.


FONSECA, N., CUNHA, G.A.P., NASCIMENTO, A.S., FILHO, H.P.S., A cultura da manga. 2a Ed, Embrapa Informação Tecnológica, Brasília DF, p. 44-48, 2006.


INDEX FUNGORUM. Disponível em: http://www.indexfungorum.org/Names/Na-mes.asp. Acessado em: 10 de abril de 2011.

JABOLIM, L.; JUNQUEIRA, N.T.V. Manejo integrado de doenças da mangueira, Departamento de Fitopatologia, Planaltina DF. 2002.


TAVARES, S.C.C. H. Principais doenças e alternativas de controle. In: MONTEIRO, A.J.A.; ZAMBOLIM, L.; VALE, F.X.R.; COSTA H. Controle de Doenças de Plantas Fruteiras. Vol. 1, Viçosa MG. 2002.


WICKERT, E.; GOES, A. DE; LEMOS, E. G. M.; SOUZA, A. DE; SILVEIRA, E. L. DA; PEREIRA, F. D.; RINALDO, D. Relações filogenéticas e diversidade de isolados de Guignardia spp. oriundos de diferentes hospedeiros nas regiões ITS1-5,8S-ITS2. Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v.31, n.2, p. 360-380, 2009.

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Um comentário:

  1. Tenho um pezinho de manga que está com as folhas infectadas. Não sei se poderei salvar com anti-fungos pois ela é muito pequena, só tem cinco folhas. Mas irei tentar os sol para não perdê-la.

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