Na agricultura, essa diferença é fundamental.
O controle biológico envolve o uso de organismos vivos, capazes de atuar diretamente sobre organismos-alvo e de se estabelecer e multiplicar no ambiente. Já diversas substâncias de origem natural podem ser importantes ferramentas de manejo, mas não são, por definição, agentes de controle biológico.
Entre os exemplos apresentados estão extratos de plantas ou algas, semioquímicos, metabólitos secundários e indutores de resistência, além de plantas transgênicas e determinados fertilizantes ou organismos vivos cuja promoção do crescimento vegetal ocorre por mecanismos que não envolvem ação direta sobre as pragas.
Essa distinção é especialmente importante no contexto dos bioinsumos e da bioproteção, porque diferentes tecnologias podem ter origens naturais e funções agrícolas distintas.
🔬 Bioproteção é um conceito amplo. Controle biológico é uma categoria específica.
Conhecer essa diferença ajuda a interpretar corretamente conceitos como bioinsumos, agentes de controle biológico, substâncias naturais e manejo integrado de pragas e doenças.
📚 Fonte: Stenberg et al. (2021).
Você já tinha percebido essa diferença?
Salve este post para consultar quando surgir aquela dúvida: “Se é natural, então é controle biológico?”
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