sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Preparo do solo, plantio, adubação e calagem, e irrigação do algodão (Gossypium hirsutum L.)




Leonardo Malestein
Curso Técnico em Agropecuária do IFGoiano câmpus Urutaí
Turma 2º C (ano 2012)
Professor Orientador Milton Luiz da Paz Lima

INTRODUÇÃO

O algodão (Gossypium hirsutum L.) provém de uma planta denominada algodoeiro. Conforme a variedade pode ser uma árvore ou um arbusto, com folhas alternadas e que dão flores amarelas ou vermelhas. A qualidade do algodão varia de acordo com o tipo de algodoeiro, pois umas variedades fornecem fibras mais compridas que outras. No Brasil, o algodão é colhido entre maio e junho, quando os frutos amadurecem e as cápsulas que envolvem as sementes se abrem, podendo então ser colhida a matéria fibrosa constituída de pelos, que revestem as sementes e que se denomina capulho. O algodão, que é considerado a mais importante das fibras têxteis, naturais ou artificiais, é também a planta de aproveitamento mais completo e que oferece os mais variados produtos de utilidade (EMBRAPA, 2003).
            Por se tratar de uma planta oleaginosa, o algodoeiro herbáceo (Gossypium hirsutun L.r latifolium Hutch), afirma-se, teoricamente, como exigente, no que se refere ao solo, preferindo aqueles de textura média, profundos, ricos em matéria orgânica, permeáveis, bem drenados e de boa fertilidade. No entanto, trata-se de uma cultura de larga adaptação, no que se refere às condições edáficas, podendo ser cultivada em diversos tipos de solo de características físicas adversas e menos férteis, desde que sejam efetuadas as devidas correções, de forma que passem a apresentar características suficientes para atender às necessidades básicas ao seu pleno desenvolvimento (EMBRAPA, 2003).
             O plantio do algodão deve ser realizado logo no início das primeiras chuvas. Isso é para garantir que a florada chegue antes de
começar o período mais frio, isto diminui a presença dos bicudos nas plantas e elimina a queda de botões florais (DIACONIA, 2006).
            O espaçamento de plantio é 80cm. entre fileiras e 20cm. entre covas com colocação de 4-5 sementes/cova a 5cm. de profundidade (LIMA, 2012) Desbate (raleamento): diminuição do número de plantas no algodoal, deve-se
deixar 2 plantinhas vigorosas por cova ou 10 plantinhas por metro de linha de
plantio (LIMA, 2012).
            A adubação e a calagem em algodão devem ser feitas com base na análise de solo. Quanto menos ácido, melhor será o solo para produzir algodão; as mais altas produções se obtêm em terras com pH em torno da neutralidade. Experiências em diversos tipos de solo têm evidenciado a grande vantagem da aplicação de adubos na cultura algodoeira. Com racional adubação obtém-se, em média, um aumento de 30% na produtividade dos algodoais em terras que já vem sendo cultivadas há anos.(EMBRAPA,2003).
Mais de 60% do cultivo do algodoeiro no mundo é em regime de irrigação. Isto porque, embora o algodoeiro seja considerado uma planta resistente à seca, às vezes, sua exploração só sob regime de sequeiro, não tem se mostrado compensadora, haja vista a ocorrência de veranicos durante  o seu ciclo fenológico,  quando a umidade no solo não é suficiente para atender às necessidades hídricas da planta, refletindo-se em baixa produtividade (EMBRAPA, 2003).




OBJETIVO

O objetivo desse trabalho é discorrer sobre o manejo do solo, plantio, adubação, calagem e irrigação da cultura do algodão, demonstrando que diversas práticas são necessárias para que se obtenham bons rendimentos com a cotonicultura.


DESENVOLVIMENTO

Preparo do solo 
 
            Na cultura do algodão, o preparo do solo deve ser feito de maneira correta, pois é um importante veículo para a germinação; o desenvolvimento e para o cultivo. Quando a terra vem sendo ocupada há anos consecutivos com a mesma cultura, geralmente o solo se encontra em boas condições de receber a aração, pois a destruição das anteriores soqueiras de algodão deve ter sido feita em junho/julho e ainda não houve tempo para desenvolvimento de nova vegetação. Nesse caso, uma aração deve ser suficiente; recomendam-se duas arações em terreno muito atacado de ervas daninhas. Mais de duas não se justifica. Uma a duas gradeações é suficiente. Há lavradores que tem por hábito fazer quatro, cinco ou mais gradeações; isto é contraindicado, pois o terreno não deverá ficar pulverizado superficialmente (EMPRAPA, 2003).
            O manejo do solo se constitui de práticas simples e indispensáveis ao bom desenvolvimento das culturas e compreende, um conjunto de técnicas que,utilizadas racionalmente, proporcionam alta produtividade, mas, se mal utilizadas, podem levar à destruição dos solos em curto prazo. A aragem deve ser feita 1 vez se o cultivo do algodão já é feito naquela terra e 2 vezes para solos mais danificados e sem o cultivo de algodão anteriormente. Não se justificam mais que duas aragens, apenas duas, no máximo, já são satisfatórias. A aragem deve ter entre 20 e 30 cm que é mais ou menos o tamanho da raiz do algodão. A cada cinco anos a aragem deve ser mais profunda, com o intuito de quebrar a crosta que se fixa abaixo do patamar de 30 cm e dar maior circulação de ar e água no solo (EMPRAPA, 2003).
Quando o terreno é recém implantado, o algodão deve ser precedido, pelo menos de 1 ano por outra cultura, como milho e sorgo por exemplo. E quando o terreno foi utilizado para outra cultura anteriormente deve-se, antes da aração, passar um rolo-faca, para apodrecimento mais rápido dos restos de cultura existentes.(MEDEIROS et al., 2002).
            De maneira geral, podemos considerar, os seguintes tipos de manejo do solo:

1.1 Preparo convencional - provoca inversão da camada arável do solo, mediante o uso de arado; a esta operação seguem-se outras, secundárias, com grade ou cultivador, para triturar os torrões; 100% da superfície são revolvidos por implementos. Este tipo de preparo só deve ser utilizado quando da correção de algumas características na subsuperfície do solo, onde haja necessidade de incorporação de corretivos ou rompimento de camadas compactadas (EMBRAPA, 2003).

1.2 Preparo mínimo - é um manejo intermediário, que consiste no uso de implementos sobre os  resíduos da cultura anterior, com o revolvimento mínimo necessário para o cultivo seguinte. Geralmente é utilizado um escarificador, suficiente para romper crostas e pé de grade niveladora (EMBRAPA, 2003).

1.3 Plantio direto - aqui, as sementes são plantadas através de semeadora especial sobre a palhada do cultivo anterior ou de culturas de cobertura produzidas no local para este fim (EMBRAPA, 2003).


1.4 Plantio semi-direto - semelhante ao Plantio Direto; semeadura direta sobre a superfície, com semeadora especial, diferindo deste sistema apenas por haver poucos resíduos na superfície do solo (EMBRAPA, 2003).

Os manejos referidos nos itens 2, 3 e 4, são conhecidos como conservacionistas considerando-se uma das melhores formas, até o momento, estabelecidas na conservação de água e do solo (EMBRAPA, 2003).
As técnicas de manejo do solo a serem aplicadas em determinada área dependem de vários fatores. Cada área rural tem suas peculiaridades e requer decisão própria. Para cada caso, deve-se definir as práticas, de acordo com os seguintes parâmetros: textura do solo, grau de infestação de invasoras, resíduos vegetais que se encontram na superfície, umidade do solo, existência de camadas compactadas, pedregosidade e riscos de erosão. (EMBRAPA, 2003; MEDEIROS et al., 2002).



Plantio do Algodão

*Época de plantio

            A influência do tempo é de grande importância na produção, tanto em quantidade como em qualidade. As condições climáticas variam de ano para ano, embora obedecendo a características definidas. Sendo assim, somente a experimentação por um longo período de anos pode indicar a melhor época. (EMBRAPA, 2003).Porém, a literatura recomenda o plantio no início das chuvas (DIACONIA, 2006).
            É sabido que a época de semeação tem influência também sobre a maior ou menor incidência de determinadas pragas em certos anos.(EMBRAPA, 2009).
            Ultimamente, com a generalização do uso de modernos inseticidas de solo e sistêmicos, controlando com maior eficiência algumas pragas, as épocas puderam sofrer ligeira, antecipação de 10 dias, em relação ao que ficara estabelecido há alguns anos atrás, representando isto várias vantagens para os agricultores.(EMBRAPA, 2003).

*Espaçamento

            Tradicionalmente o espaçamento utilizado varia entre 0,70 a 1,0m. (CRIAR E PLANTAR, 2001). Quanto menor o desenvolvimento das plantas, mais cerrado deverá ser o espaçamento, ou vice-versa. Ao iniciar uma cultura de algodão, o espaçamento a ser empregado deverá levar em conta o provável desenvolvimento vegetativo das plantas sob condições normais, devendo nos anos seguintes ser feitas às correções para chegar mais próximo do ótimo (EMBRAPA, 2003).
            Os resultados experimentais de muitos anos correlacionadas às produções com a altura média das plantas indicaram que as melhores produções foram obtidas quando o espaçamento entre linhas correspondia aproximadamente a 2/3 (dois terços) da altura média das plantas (EMBRAPA, 2003).

      *Semeadura

            É uma operação que exige muito cuidado. Na melhor época, escolhida o espaçamento, a primeira preocupação é a calha de plantio. Esta deve ser superficial, cerca de 5 a 8 cm de profundidade, pois assim as sementes terão melhores condições para a germinação e será mais fácil a mecanização dos tratos culturais (EMBRAPA, 2003).
            As semeadeiras, de tração animal ou motora, possuem um dispositivo especial para bem distribuir as sementes. Estas devem cair em número de 30 a 40 por metro de sulco e serem cobertas com pouca terra. Justifica-se o emprego desta quantidade de sementes, que traz como conseqüência, o gasto de 3 a 4 sacos por alqueire, o fato de não se desejar correr o risco de ter lavouras falhadas (EMBRAPA, 2003).
            Com condições climáticas favoráveis processa-se a germinação, quase sempre com bom número de plantas, muito além daquilo que pretenderia deixar como definitivo (EMBRAPA, 2003).


*Desbaste

Também chamada raleação, é a prática de arrancar algumas plantas que consideramos como sobra, a fim de deixar na linha da cultura um número razoável delas, para que possam crescer e produzir livremente. (EMBRAPA, 2003).
            Na prática recomenda-se deixar 5 (cinco) plantas por metro de linha quando o espaço entre as fileiras é de um metro (p/ plantas que crescem até 1,50 m); de 7(sete) a 8(oito) plantas por metro de linha, quando o espaçamento entre as fileiras é de 80 cm (p/ plantas que crescem até 1,20 m). Espaçamentos menores que 80 cm, até 10 plantas por metro linear poderão permanecer. (EMBRAPA, 2003).
Com dados experimentais já se comprovou que o desbaste deve ser feito entre 20 e 30 dias de vida da planta; a operação é mais perfeita com terreno úmido, razão pela qual, pode-se esperar cair uma chuva para depois se proceder a raleação. Atenção: O lavrador quando for proceder a operação do desbaste, deve caminhar ao lado da linha de cultura para vê-la de um certo ângulo, pois assim ele poderá enxergar as plantinhas de menor porte, que são, justamente as que deverão ser arrancadas, pois as mais vigorosas têm maior probabilidade de desenvolvimento normal e melhor proteção
            Hoje os produtores procuram empregar máquinas simples e os resultados são surpreendentes, pois o rendimento é muito maior. O adubo deve ficar em um filete continuo, retirado 20 cm da linha de plantas e sobre o solo. (EMPRAPA, 2003)


Adubação e Calagem

A adubação é uma das práticas mais importantes na cultura do algodão. A  grande necessidade de aplicação de elementos químicos no solo para que a  produção seja compensadora, tem sido bastante evidenciada experimentalmente.(EMBRAPA, 2003).
Em geral, nos solos cultivados, verifica-se primeiro a falta de fósforo e em seguida de nitrogênio e potássio. Se as terras estiverem em pousio, com vegetação espontânea, relativamente densa ou mesmo com pastagens, nos primeiros anos de cultura de algodão não é necessário aplicar fósforo; se ao contrário, vem sendo cultivadas repetidamente, há necessidade dos três elementos. Tratando-se de solos constantemente adubados com fósforo, esse elemento deverá integrar as formulas em doses mais reduzidas, igualando-se ao nitrogênio e potássio. Em terras recém desbravadas, inicialmente recomenda-se outra cultura (o milho, por exemplo); pode-se até dispensar a adubação no primeiro ano com algodão, se a fertilidade observada no solo para com a cultura anterior mostrou-se grande (EMBRAPA, 2003; ROSOLAM, 2006).
O nitrogênio deve ser fornecido ao algodoeiro na ocasião do plantio e fracionado (2-3 vezes) em cobertura até 40 dias após emergência. A planta requer grandemente o fósforo entre 30 e 50 dias, o potássio entre 30 e 50  diase em torno de 90 dias, o magnésio a partir de 35 dias, o enxofre em torno de 50 dias e 80 dias após a emergência. A adubação deve seguir as recomendações da análise de solos; ela é feita no plantio e em coberturas (LIMA, 2012).
Há, entretanto, uma circunstância especial para que o algodoeiro produza bem: é que a acidez do solo não seja muito forte, pois ela é fator limitante para a produção de algodão. Quando o pH do solo se apresenta de 5(cinco) para baixo, há necessidade de se corrigir a acidez do solo, principalmente se, na análise deste, aparecer íons de alumínio. A correção se faz com aplicação de calcário no solo e a cobertura varia da variedade do algodão.A adubação é feita após a colheita da safra anterior (EMBRAPA, 2003; ROSOLAM, 2006).
            O algodoeiro, por ser pouco tolerante à acidez e à presença de alumínio trocável e ser exigente em cálcio, elemento importante na germinação e desenvolvimento inicial das raízes, a correção da acidez é essencial para a obtenção de boa produtividade. A calagem é a aplicação de corretivo da acidez (geralmente calcário) no solo e tem o objetivo de corrigir a acidez, neutralizar o alumínio trocável, elevar a saturação de bases e fornecer cálcio e magnésio para as plantas. Além desses efeitos diretos, com a calagem a cultura é beneficiada indiretamente pelo aumento da capacidade de troca de cátions (CTC) e da disponibilidade de N, S, P, B e Mo, melhoria do desenvolvimento do sistema radicular, que permite exploração de maior volume de solo e conseqüentemente maior eficiência na absorção de nutrientes do solo pela planta (EMPRAPA, 2003).

Irrigação

 

            No Brasil, é mais comum o algoão sequeiro, porém  a cotonicultura irrigada começa a ganhar espaço, porque além de garantir a estabilidade da produção, ainda possibilita ganhos excepcionais de produtividade, se comparados com os da agricultura de sequeiro (EMBRAPA, 2003). Os sistemas de irrigação mais comuns no Brasil são de pivô central e por aspersão.


Irrigação por aspersão

 

Entre os métodos de irrigação por aspersão, os mais usados são os sistemas de aspersão convencional e o pivô central, este último a nível de médios e grandes produtores (EMBRAPA, 2003).
O sistema de aspersão convencional mais usado no Brasil para irrigar o algodoeiro é o sistema semiportátil, em que a linha principal é fixa e as laterais são móveis. Em relação aos demais sistemas por aspersão (fixo, canhão hidráulico, autopropelido e pivô central), este sistema requer menor investimento de capital; contudo, exige mais mão-de-obra, devido às mudanças de tubulação. Dependendo do comprimento da linha lateral, a sua movimentação de uma posição a outra requer um tempo de mudança, que varia de 20 a 60 minutos. Para minimizar o seu custo, o sistema deve ser projetado para uma jornada de trabalho entre 18 e 24 horas por dia, porque o funcionamento contínuo do sistema reverte em menor custo por unidade de área. O tempo de funcionamento da lateral por posição, é determinado em função da lâmina a ser aplicada por irrigação e da intensidade de precipitação dos aspersores (EMBRAPA, 2003; CRIAR E PLANTAR, 2001).
            A aspersão via pivô central no cultivo do algodoeiro no Brasil é mais usada por grandes produtores que visam uma maior eficiência no uso da propriedade com redução de mão-de-obra e automação do sistema. Recomenda-se a instalação do equipamento sobre a fonte de água, no caso de poço, para melhor eficiência de recalque e economia de potência. Existem áreas no Nordeste em que a instalação é distante da fonte, o que torna o sistema mais oneroso. O comprimento do raio do pivô pode variar de 200 a 800m (EMBRAPA, 2003).

Irrigação por gotejamento

            Neste sistema de irrigação a água é conduzida sob pressão por tubos, até ser aplicada ao solo através de emissores diretamente sobre a zona do sistema radicular. A água é aplicada com pequena intensidade que varia de 1 a 4 e com uma alta freqüência de irrigação que, de maneira geral, varia de 1 a 4 dias. Deste modo, há manutenção de um bulbo molhado na zona do sistema radicular, mantendo o conteúdo de umidade no solo próximo à capacidade de campo. Considerando – se as características do sistema, este método permite elevada eficiência na aplicação dos fertilizantes, no controle fitossanitário e no controle das ervas daninhas. Este sistema tem, no entanto, um elevado custo de implantação e, para minimizar este custo, recomenda–se que o sistema de plantio do algodoeiro seja efetuado em fileiras duplas, de modo que uma linha de gotejadores atenda a duas fileiras da cultura. (EMBRAPA, 2003; CRIAR E PLANTAR, 2001).

CONCLUSÃO

 

O algodão é uma cultura que necessita de muitos cuidados, do preparo do solo até o plantio.
O algodão é uma cultura de primavera, quando se inicia a chuva.
O desbaste, quando feito de maneira correta, influencia muito na produtividade.
O algodão irrigado vem ganhando seu espaço, mas o cultivo no sistema de sequeiro ainda é maior.
A adubação e a calagem são feitas com base na análise do solo. Ambas influenciam no aumento da produtividade, pois melhoram a qualidade do solo.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CRIAR E PLANTAR, Algodão-Cultivo. 2001. Disponível em:  Acesso em 05-04-12.

 DIACONIA, Série Cultivos Agroecológicos: Algodão. Recife, mar.2006. Disponível em: Acesso em: 09-04-12

EMBRAPA ALGODÃO, Sistemas de Produção Versão Eletrônica. Janeiro 2003. Disponível em : <www.sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br.> Acesso em 05-04-12.

FOLONI,J.S.S;ROSOLAM,C.A. Efeito da calagem de sulfáto de amônia noalgodão.II-Concentração de cátions e ânions na solução do solo e absorção de nutrientes pelas plantas. Rev. Brasileira de Ciência do solo, v.30, n.3, mai./jun. 2006.

MEDEIROS, J.C et al. Manejo da cultura do algodão com  resultados de pesquisa em Goiás. Campina Grande, setembro 2002. Disponível em: <www.infoteca.cnptia.embrapa.br.> Acesso em 05-04-12.

Um comentário:

  1. Essa cor do site é uma "$#@$¨%@#$#$@" ...... se eu preciso tirar informações daqui para o word fica todo preto.... vocês tem todas as informações, lindo, perfeito! mas o site deixa a desejar.!

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