terça-feira, 30 de março de 2010

Ferrugem asiática da soja



Autor: Cássio Jardim Tavares


A ferrugem-da-soja e/ou ferrugem-asiática, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, foi descrita pela primeira vez no Japão, em 1902, e em 1914, já havia se espalhado por diversos países do sudeste da Ásia. Na América, o primeiro registro ocorreu em Porto Rico, em 1976. Na América do Sul o primeiro registro ocorreu em 2001, atingindo também lavouras no Paraguai e no Brasil, e também em plantas voluntárias. A ferrugem-asiática já foi registrada no continente africano, asiático, australiano e americano (Yorinori et al., 2002 e 2005).

Em função de sua fácil disseminação pelo vento, os urediniósporos podem ser encontrados em praticamente todas regiões produtoras do Brasil com reduções de produtividade de até 75 %. Já na Austrália e na Índia as perdas podem atingir 80 % a 90 %, respectivamente (Almeida et al., 2005).

A importância da ferrugem-asiática no Brasil pode ser avaliada pela sua rápida expansão, virulência e pelo montante de perdas causadas. Na propriedade, a doença atingiu níveis de perda total devido a inviabilidade da colheita (360 a 480 kg/ha), essa situação foi comum nos Cerrados. Nas safras de 2001/02 a 2005/06, os Estados mais afetados foram: BA (em 2003); GO, MG, MT, MS (região do chapadão do sul); PR, SP e RS (em 2004). Na safra 2005/06, a incidência de ferrugem foi observada em praticamente todas as regiões produtoras do país, com exceção de RO (Zambolim, 2006).

O objetivo deste trabalho é identificar, descrever e apontar medidas de controle de P. pachyrhizi incidente em folhas de soja.

Folhas de soja apresentando sintomas da ferrugem-asiática foram coletadas no campo experimental do IFGoiano e levadas ao Laboratório de Microbiologia. Utilizando-se o método de “pescagem direta”, preparou-se lâminas semipermanentes utilizando corante azul de algodão. Após confecção da lâmina ela foi observada em microscópio ótico onde foi analisado as estruturas morfológicas para caracterização. As lâminas semi-permanentes após analisadas foram vedadas com esmalte para visualização.

Com auxílio do microscópio estereoscópico foi preparado cortes transversais do mesófilo foliar das folhas apresentando urédias, para observação da interação patógeno-planta.

Foi depositado de duas a três gotas de corante azul-de-algodão em uma lâmina de microscópio e os cortes anatômicos (utilizando lâmina de barbear) feitos na lupa foram depositados sobre uma lâmina de microscópio contendo fixador; logo após foi adicionado uma lamínula e realizado a vedação com esmalte. As lâminas contendo estrutura do fungo e a interação do patógeno-planta foi analisada em microscópio ótico. Foram realizados procedimentos de macro e microfotografia digital utilizando máquina digital (Sony CANON Power Shot A580). As fotos, contendo diferentes estruturas do fungo P. pachyrhizi, foram organizadas em uma prancha de fotos, feitas com o auxílio do computador, todas devidamente identificadas.

Hospedeiro/cultura: Soja (Glycine max (L.)Merrill).

Família Botânica: Fabaceae

Doença: Ferrugem-asiática-da-soja

Agente Causal: Phakopsora pachyrhizi Sydow & P. Sydow. (1914).

Local de Coleta: Fazenda Palmital, Urutaí, GO.

Data de Coleta: 21/03/10

Taxonomia: O fungo pertence ao Reino Fungi, Divisão Basidiomycota, Classe Urediniomycetes, Sub-classe Incertae sedis, Ordem Uredinales, Família Phakopsoraceae, Gênero Phakopsora e Espécie Phakopsora pachyrhizi (Index Fungorum, 2010; Kirk et al., 2001).

Sintomatologia

Provoca uma ferrugem de coloração pulverulenta marrom em soja e outras leguminosas, produzindo urédia em formato de cópula localizada na parte abaxial da folha (Fig. 1LI) (Anahosur & Waller, 1990).

É bastante semelhante a ferrugem americana. Pode aparecer em qualquer estádio de desenvolvimento em cotilédones, folhas e hastes, sendo os sintomas nas folhas os mais característicos da doença.

Nas folhas observa-se minúsculos pontos mais escuros do que o tecido sadio da folha, e pode possuir coloração esverdeada a cinza-esverdeada, com correspondente protuberância (urédio) localizada na face abaxial da folha (Fig. 1BC). As folhas infectadas amarelam, secam e caem prematuramente, causando abortamento de flores e vagens e deficiência na granação. Quanto mais cedo ocorre a desfolha, menor será o tamanho dos grãos e maior a perda do rendimento e da qualidade (Almeida et al., 2005).

São reconhecidos dois tipos de sintomas da ferrugem: tipo Tan e RB, que se caracterizam por lesões com grande produção de esporos no primeiro, onde as pústulas são amareladas, ocorrendo em material suscetível, e, no segundo, as lesões apresentam-se com ausência ou pequena produção de urediniósporos de coloração marrom-avermelhada, delimitada pelas nervuras, ocorrendo em materiais resistentes (Almeida et al., 2005).

Etiologia

Não é conhecida a fase de pícnia e écio. A urédia (Fig. 1DEH) é hipófila, subepidérmica, tornando–se errompentes, é densa, espalhada e recobre quase que completamente a superfície foliar. Possui coloração avermelhada e as lesões apresentam de 0-4 mm de diâmetro. As paráfises são numerosas, algumas vezes curvadas, hialinas a sub-hialinas, e possuem de 25-45 µm de comprimento e 8-13 µm de largura. O perídio é angular, a parede é fina e possue 10-15x8-12 µm de dimensões. Os urediniósporos são globosos ou sub-globosos, algumas vezes elipsóides de coloração alaranjada e são equinulados (Fig. 1JM). Os poros germinativos são distribuídos nos urediniósporos, possuem parede fina e suas dimensões são de 20-28x18-22 µm (Fig. 1-L). A télia é hipófila, subepidérmica tornando errompente, distribuída aleatoriamente ou agregada, regular a circundante, pequena, com coloração marrom escura e possue 0-15x0-25 µm de dimensões. Os telióporos são agregados aderidos lateralmente, algumas vezes clavados a oblongos, possuem coloração marrom-alaranjada, paredes lisas, são unicelulares com um curto pedicelo e suas dimensões são de 18-30x6-12 µm (Anahosur & Waller, 1990).

Os urédios são predominantes na face inferior, mas podem, esporadicamente, aparecer na face superior das folhas. Progressivamente, os urédios, adquirem cor castanho-clara a castanho-escuro, abrem - se em um minúsculo poro, expelindo os urediniósporos (Fig. 1G). Os urediniósporos, possuem inicialmente de coloração hialina (cristalina) (Fig. 1F), tornam-se bege (Fig. 1G)e acumulam-se ao redor dos poros ou são carregados pelo vento. À medida que prossegue a esporulação, o tecido da folha ao redor dos primeiros urédios, adquire coloração castanho-clara à castanho-avermelhada, formando as lesões que são facilmente visíveis em ambas às faces da folha (Fig. 1ABC) (Almeida et al., 2005).

Dois tipos de esporos pertencente aos ciclos das ferrugens são conhecidos em P. pachyrhizi: urediniósporos (II) e telióporos (III). Os urediniósporos (15-24 x 18-34 µm) são os mais comuns e se constituem na fase endêmica da doença (Fig. 1M) (Almeida et al., 2005).

Epidemiologia

O fungo P. pachyrizi é um parasita obrigatório. A perpetuação do fungo depende de hospedeiros alternativos existentes em grande quantidade na natureza, cerca de 95 espécies em 42 gêneros da família Fabaceae são relatados como hospedeiros (Zambolim, 2006). Essa espécie de ferrugem pode infectar os seguintes gêneros de plantas hospedeiras: Calopagonium sp., Erythrina sp., Centrosema sp., Glycine sp., Lablab sp., Pachyrhizus sp., Phaseolus sp., Physostigma sp., Pueraria sp., Teramnus sp., Vigna sp. (Anahosur & Waller, 1990).

Essa espécie pode infectar os seguintes gêneros: Calopagonium sp., Erythrina sp., Centrsema sp., Glycine sp., Lablab sp., Pachyrhizus sp., Phaseolus sp., Physostigma sp., Pueraria sp., Teramnus sp., Vigna sp., porém apenas os gêneros Vigna sp., Phaseolus sp. e Pachyrhizus sp. Foram distinguidas, obtendo diferenças de virulência entre os isolados em Porto Rico, onde foi detectada mais de uma raça existente. Foram encontradas duas raças em Quiensland (Anahosur & Waller, 1990). Em Taiwam, foram identificadas nove raças e no Japão, onze. No Brasil, a quebra de resistência em uma safra evidenciou a existência de raças, quatro genes dominantes com heranças independentes são conhecidos e denominados como Rpp1 – Rpp4 (Almeida et al., 2005).

Os urediniósporos são transmitidos através do vento, e a função do estágio telial é somente sobrevivência, não sendo observado até o momento a produção de basidiósporos (Anahosur & Waller, 1990).

Urediniósporos germinam nas temperaturas entre 10-28oC, a temperatura ótima é 20ºC e 10-18 horas são necessário para a infecção máxima. Os urediniósporos germinam por volta de duas horas no escuro e a 20 ºC e penetram na cutícula em um período de sete horas. A formação uredinial e a esporulação ocorrem por um período de nove dias e quatro semanas após a infecção. A urédia em variedades resistentes forma–se tarde e torna senescente cedo. A doença aparece ser mais importante em áreas úmidas. A reação varietal entre variedades de soja é apreciada para identificação de cultivares resistentes, algumas cultivares resistentes tem sido obtidas por indução da mutação (Anahosur & Waller, 1990).

É necessário de 6 a 12 horas de molhamento na superfície das folhas (Melching et al., 1989). É por isso que nas regiões mais quentes é mais difícil aparecer a doença, ou quando aparece, não desenvolve de forma explosiva. As regiões com altitude superior a 700 metros são mais favoráveis à ocorrência da doença devido as temperaturas noturnas mais amenas associadas a um maior número de horas de orvalho. Regiões mais baixas, porém com chuvas bem distribuídas, também são favoráveis para um desenvolvimento mais rápido da doença (Zambolim, 2006).

O molhamento foliar seja por orvalho ou chuva, favorece a doença, sendo chuva a mais importante condição para níveis finais de epidemias (Tschanz, 1982).

Controle

O controle químico é feito com o uso de Benomyl, Mancozeb e Oxicarboxin nos Estados Unidos (Anahosur & Waller, 1990).

A existência de raças dificulta o controle através da resistência vertical, sendo o controle químico a ferramenta mais viável atualmente para evitar perdas pela ferrugem.

Os fungicidas dos grupos triazóis e estrobilurinas têm - se mostrado mais eficientes para controle da doença, com diferença na eficiência curativa entre princípios ativos dentro de cada grupo. Além do controle químico, é importante considerar o manejo da cultura, devendo-se evitar a semeadura da soja na época mais favorável à doença, selecionar variedades mais precoces e, fundamentalmente, fazer o levantamento periódico da lavoura para detectar a ocorrência da doença no seu início (Almeida et al., 2005). Existe atualmente 69 produtos químicos registrados no Ministério da Agricultura para o controle da ferrugem-asiática, sendo eles: Adante WG (ciproconazol (triazol)+tiametoxam (neonicotinóide)); Alterne EC tebuconazol (triazol); Alto 100 ciproconazol (triazol); Aproach Prima ciproconazol (triazol)+Picoxistrobina (estrobilurina); Array 200EC tebuconazol (triazol); Artea ciproconazol (triazol)+propiconazol (triazol); Atento fluquinconazol (triazol); Band flutriafol (triazol); Battle carbendazim (benzimidazol)+flutriafol (triazol); Biver epoxiconazol (triazol); Brio epoxiconazol (triazol)+cresoxim-metílico (estrobilurina); Buran flutriafol (triazol); Burgon ciproconazol (triazol)+propiconazol (triazol); Caramba 90 metconazol (triazol); Celeiro flutriafol (triazol)+tiofanato-metílico (benzimidazol; Constant tebuconazol (triazol); Decisor flutriafol (triazol); Domark 100 EC tetraconazol (triazol); Elite tebuconazol (triazol); Emerald tetraconazol (triazol); Emerald 230 ME tetraconazol (triazol); Eminent 125 EW tetraconazol (triazol); Envoy epoxiconazol (triazol)+piraclostrobina (estrobilurina); Fagot ciproconazol (triazol)+trifloxistrobina (estrobilurina); Flutriafol Sinon flutriafol (triazol); Folicur 200 EC tebuconazol (triazol); FOX Protioconazol (Triazolinthione)+ trifloxistrobina (estrobilurina); Guapo epoxiconazol (triazol)+cresoxim-metílico (estrobilurina); Icarus 250 EC tebuconazol (triazol); Impact Duo flutriafol (triazol)+tiofanato-metílico (benzimidazol; Impact 125 SC flutriafol (triazol); Juno propiconazol (triazol); Juwel epoxiconazol (triazol)+cresoxim-metílico (estrobilurina); Keep 125 SC epoxiconazol (triazol); Konazol 200 EC tebuconazol (triazol); Nativo tebuconazol (triazol)+trifloxistrobina (estrobilurina); Opera epoxiconazol (triazol)+piraclostrobina (estrobilurina); Oranis Picoxistrobina (estrobilurina); Orius 250 EC tebuconazol (triazol); Palisade fluquinconazol (triazol); Potenzor flutriafol (triazol); Priori azoxistrobina (estrobilurina); Priori Xtra azoxistrobina (estrobilurina)+ciproconazol (triazol); Proline Protioconazol (Triazolinthione); Rival 200 EC tebuconazol (triazol); Riza 200 EC tebuconazol (triazol) ; Rubigan 120 EC fenarimol (pirimidinil carbinol); Rubric epoxiconazol (triazol); Score difenoconazol (triazol); Simboll 125 SC flutriafol (triazol); Skip 125 SC flutriafol (triazol); Solist 430 SC tebuconazol (triazol); Soprano 125 SC epoxiconazol (triazol); Sphere Max ciproconazol (triazol)+trifloxistrobina (estrobilurina); Stratego 250 EC propiconazol (triazol)+trifloxistrobina (estrobilurina); Systemic tebuconazol (triazol); Systhane EC miclobutanil (triazol); Tasker flutriafol (triazol); Tatico flutriafol (triazol); Tebuco Nortox tebuconazol (triazol); Tebuconazole Nortox tebuconazol (triazol); Tebuconazole Nortox 200 EC tebuconazol (triazol); Tebuhelm tebuconazol (triazol); Tebuzol 200 EC tebuconazol (triazol); Tornado flutriafol (triazol); Triade tebuconazol (triazol); Virtue SC epoxiconazol (triazol); Warrior SC epoxiconazol (triazol); Zoom SC flutriafol (triazol) (Agrofit, 2010).

Para dificultar ainda mais o controle das doenças da soja, cultivada em condições de irrigação na entressafra ou plantas guaxas que permanecem no campo após a entressafra constituem o elo entre duas safras, formando assim o que se denomina ponte-verde para o inóculo da doença. Assim, o surgimento da doença em cada safra é antecipado, sendo necessário de quatro a cinco aplicações de fungicidas para o controle, onerando o custo de produção (Zambolim, 2006).

O desenvolvimento de cultivares resistentes tem sido dificultado pela variabilidade genética do fungo. Na safra 2001/02, cultivares que haviam sido selecionados com resistência completa tiveram sua resistência quebrada com isolados do fungo provenientes do MS. Na ausência de cultivares resistentes, medidas de manejo como a utilização de cultivares de ciclo precoce e semeaduras no início da época recomendada, monitoramento constante da lavoura associado ao controle químico com fungicidas têm sido recomendadas para diminuir os danos que essa doença pode causar. A aplicação do fungicida deve ser feita após os sintomas iniciais da doença na lavoura ou na região ou preventivamente (Zambolim, 2006).

A decisão sobre o momento de aplicação (sintomas iniciais ou preventivo) deve ser técnica, levando em conta os fatores necessários para o aparecimento da ferrugem (presença do fungo na região, idade das plantas e condição climática favorável), a logística de aplicação (disponibilidade de equipamentos e tamanho da propriedade), a presença de outras doenças e o custo do controle.

O atraso na aplicação após constatados os sintomas iniciais, pode acarretar em redução de produtividade, caso as condições climáticas favoreçam o progresso da doença. O número e a necessidade de re-aplicações vão ser determinados pelo estádio em que for identificada a doença na lavoura e pelo período residual dos produtos (Zambolim, 2006).

Dessa forma, o controle da ferrugem da soja exige a combinação da várias táticas, como utilizar cultivares precoces no início da época recomendada; evitar o prolongamento do período de semeadura; realizar vistorias periódicas na lavoura, manejar adequadamente o solo, fazer rotação de culturas; evitar o desequilíbrio nutricional (P, K, micronutrientes) (Yorinori, 2002). O histórico fitossanitários da área de plantio, o histórico do clima da região onde a soja vai ser cultivada e a diagnose e o monitoramento da doença são considerados os pilares de sustentação para se iniciar um programa de manejo integrado da ferrugem. A partir daí deve ser levado em consideração outro aspecto iniciando pelo uso de variedades resistentes que é a densidade e espaçamento de plantio (tendo em vista que o aumento da incidência de radiação solar através do aumento do espaçamento e diminuição da densidade de plantas diminui a severidade da doença (Domingues et al., 2008) e o controle químico. Outra tática que pode ser utilizada é o tratamento de sementes visando o controle da ferrugem asiática em parte aérea, devendo ser encarado como uma ferramenta adicional no manejo da doença, não substituindo as demais medidas de controle (Moraes, et al., 2008). Porém, há estudos mostrando que não existe uma correlação significativa entre a porcentagem de incidência de doença no campo e a quantidade de esporos encontrados nas sementes (Magnani et al., 2008).

Entretanto, as táticas a serem adotadas vão depender do custo benefício de tal medida e de outras, observando–se o preço da soja no mercado (Zambolim, 2006).



LITERATURA CITADA


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