domingo, 1 de julho de 2012

Paródia em Fitopatologia - Ilariê - Bruna Ribeiro, Nathalia Silva Mello e Paulo Vinícius.


Música: Ilariê

Autores da paródia: Bruna Ribeiro; Nathalia Melo e Paulo Vinicius

Tá na hora, Tá na hora, Tá na hora
de estudar.
Fungo, fungo, Bactéria
Tudo, tudo sem colar
Dá um clique e vai pra frente
Chegando no grupo V
São as manchas foliares
Oídios, Míldios e Ferrugens
Ilariê, Ilariê Oidium sp.
Ilariê, Ilariê Peronospora
Ilariê, Ilariê Puccinia
È a turma do Tôlima que vai dando
seu alô!

Tá na hora, Tá na hora, Ta hora
De estudar.
Vírus, Vírus, Nematóides
Tudo, tudo sem colar
Dá um clique e vai pra frente
Chegando no grupo VI
Afetam os produtos da fotossíntese
Carvões, Galhas e Viroses
Ilariê, Ilariê Ustilago
Ilariê, Ilariê Meloidogyne
Ilariê, Ilariê Begonovirus
È a turma do Tôlima que vai dando
seu alô!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Seminário em Microbiologia Agrícola - Carlos Alessandro de Freitas - LAND-USE SYSTEMS AFFECT ARCHAEAL COMMUNITY STRUCTURE AND FUNCTIONAL DIVERSITY IN WESTERN AMAZON SOILS

LAND-USE SYSTEMS AFFECT ARCHAEAL COMMUNITY STRUCTURE AND FUNCTIONAL DIVERSITY IN WESTERN AMAZON SOILS

Acácio Aparecido Navarrete(2), Rodrigo Gouvêa Taketani(3), Lucas William Mendes(4), Fabiana de Souza Cannavan(2), Fatima Maria de Souza Moreira(5) & Siu Mui Tsai(6)


Part of the Master’s Thesis of the first author for the Applied Ecology Program of the University of Sao Paulo (USP). Work
supported by grants from FAPESP, CNPq and GEF/UNEP. Received for publication in December 15, 2010 and approved in
June 27, 2011.
(2) Master’s Degree, Graduate Program in Applied Ecology of the Luiz de Queiroz College of Agriculture – ESALQ. University of Sao Paulo – USP. E- mails: navarrete@cena.usp.br; cannavan@cena.usp.br
(3) Pos-Doctor, Cell and Molecular Biology Laboratory, CENA-USP. E-mail: rgtaketani@yahoo.com.br
(4) Master’s Degree, Graduate Program in Science of the Centre for Nuclear Energy in Agriculture – CENA. University of Sao Paulo – USP. E- mail: lwmendes@cena.usp.br
(5) Associate Professor of Soil Microbiology and Biochemistry, Soil Science Department, Federal University of Lavras – UFLA. CEP 37200-000, Lavras (MG). E-mail: fmoreira@dcs.ufla.br
(6) Full Professor at Cell and Molecular Biology Laboratory, CENA. University of Sao Paulo – USP. Av. Centenário 303, CEP 13400-970 Piracicaba (SP) Brazil. E-mail: tsai@cena.usp.br


The study of the ecology of soil microbial communities at relevant spatial scales is primordial in the wide Amazon region due to the current land use changes. In this study, the diversity of the Archaea domain (community structure) and ammonia-oxidizing Archaea (richness and community composition) were investigated using molecular biology-based techniques in different land-use systems in western Amazonia, Brazil. Soil samples were collected in two periods with high precipitation (March 2008 and January 2009) from Inceptisols under primary tropical rainforest, secondary forest (5–20 year old), agricultural systems of indigenous people and cattle pasture. Denaturing gradient gel electrophoresis of polymerase chain reaction-amplified DNA (PCR-DGGE) using the 16S rRNA gene as a biomarker showed that archaeal community structures in crops and pasture soils are different from those in primary forest soil, which is more similar to the community structure in secondary forest soil. Sequence analysis of excised DGGE bands indicated the presence of crenarchaeal and euryarchaeal organisms. Based on clone library analysis of the gene coding the subunit of the enzyme ammonia monooxygenase (amoA) of Archaea (306 sequences), the Shannon-Wiener function and Simpson’s index showed a greater ammonia-oxidizing archaeal diversity in primary forest soils (H’ = 2.1486; D = 0.1366), followed by a lower diversity in soils under pasture (H’ = 1.9629; D = 0.1715), crops (H’ = 1.4613; D = 0.3309) and secondary forest (H’ = 0.8633; D = 0.5405). All cloned inserts were similar to the Crenarchaeota amoA gene clones (identity ≥ 95 %) previously found in soils and sediments and distributed primarily in three major phylogenetic clusters. The findings indicate that agricultural systems of indigenous people and cattle pasture affect the archaeal community structure and diversity of ammonia-oxidizing Archaea in western Amazon soils. 

Index terms: soil microbial ecology; soil microbiology; microbial diversity; land use changes; tropical soils.

Revista Brasileira de Ciência do Solo, 35:1527-1540, 2011.

Seminário em Microbiologia Agrícola - ALINE SUELEN DA SILVA - LIGNIN DEGRADATION, LIGNINOLYTIC ENZYMES ACTIVITIES AND EXOPOLYSACCHARIDE PRODUCTION BY GRIFOLA FRONDOSA STRAINS CULTIVATED ON OAK SAWDUST (1-2012)

LIGNIN DEGRADATION, LIGNINOLYTIC ENZYMES ACTIVITIES AND EXOPOLYSACCHARIDE PRODUCTION BY GRIFOLA FRONDOSA STRAINS CULTIVATED ON OAK SAWDUST

Nona A. Mikiashvili; Omoanghe S. Isikhuemhen*; Elijah I. Ohimain

Mushroom Biology & Fungal Biotechnology Laboratory, School of Agriculture and Environmental Sciences, North Carolina A&T State University, Greensboro, NC 2741, USA.

ABSTRACT
Fourteen strains of Grifola frondosa (Dicks.) S. F. Gray, originating from different regions (Asia, Europe
and North America) were tested for lignin degradation, ligninolytic enzyme activities, protein accumulation
and exopolysaccharide production during 55 days of cultivation on oak sawdust. Lignin degradation varied
from 2.6 to7.1 % of dry weight of the oak sawdust substrate among tested strains. The loss of dry matter in
all screened fungi varied between 11.7 and 33.0%, and the amount of crude protein in the dry substrate
varied between 0.94 to 2.55%. The strain, MBFBL 596, had the highest laccase activity (703.3 U/l), and the
maximum peroxidase activity of 22.6 U/l was shown by the strain MBFBL 684. Several tested strains
(MBFBL 21, 638

Key words: Grifola frondosa; exopolysaccharide; laccase; lignin degradation; peroxidase

Brazilian Journal of Microbiology (2011) 42: 1101-1108


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Ocorrência de Phragmidium rosae-pimpinellifoliae em folha de Rosa sp. em Londres

Hospedeiro: Rosa, Rosa sp.
Família Botânica: Rosaceae
Local: Londres.
Doença: Ferrugem
Agente Causal: Phragmidium rosae-pimpinellifoliae
Métodos diagnose: Diagnose indireta.






A ferrugem das roseiras é uma doença de rara constatação, pois atualmente a maioria das variedades cultivadas é resistente. O fungo ocorre nas folhas e outras partes verdes debilitando a planta e comprometendo seu valor ornamental. Em casos de maior severidade, causa desfolha.
A ocorrência da doença é favorecida com tempo quente e úmido, sendo que esse é o clima predominante durante quase toda a fase vegetativa das roseiras. Ocorre em todo o mundo e, no Brasil, está presente nos estados da Regiões Nordeste, Sul e Sudeste.



 
Danos: A ferrugem das roseiras provoca queda das folhas no estágio mais severo. Causando também enfraquecimento da planta, queda de produção e predisposição ao ataque de outros patógenos. São os órgãos mais comumente infectados, caracterizando-se pelo aparecimento de manchas cloróticas amarelas ou avermelhadas na face superior. Na face inferior há a formação de numerosas pústulas que produzem uma grande quantidade de esporos (uredosporos) que são visualizados como um pó amarelo/alaranjado que cobre grande parte da folha. Em estágios mais adiantados da doença aparecem pontuações escuras ou negras nas pústulas, devido a formação de esporos sexuais (teliósporos). Podem aparecer pústulas em pecíolos, estípulas, receptáculos, sépalas e ramos novos.

Controle: Uso de variedades resistentes é a medida mais efetiva de controle. Em cultivares menos resistentes deve-se realizar podas com a eliminação e destruição das partes afetadas, recolhimento e queima das folhas caídas; espaçamentos mais largos entre as linhas de cultivo, podas de forma a deixar as plantas abertas, arejadas e ensolaradas, adubação rica em Fósforo e Potássio. Nos caso de repetidos surtos da doença, realizar rotação de cultura. Controle químico com o uso de Fungicidas a base de Óxido cuproso registrados para a cultura.
  
Texto Retirado: fERRUGEM DAS ROSEIRAS, DISPONÍVEL EM , 24 DE MAIO DE 2012.

Fotos: Propriedade Milton Lima.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Atlas de Descrições Micológicas do Curso de Agronomia (2-2011)



terça-feira, 8 de maio de 2012

BOLSA POS-DOC PNPD em Curitiba - UFPR

BOLSA POS-DOC PNPD em Curitiba - UFPR Area: Fitopatologa/Genética Coordenação: Louise LArissa MAy De Mio As inscrições para a seleção de um bolsista do Programa Nacional de Pós-Doutorado - PNPD da CAPES, no período de 1 a 30 de maio de 2012, dentro do projeto intitulado: “EPIDEMIOLOGIA MOLECULAR NO ESTUDO DA VARIABILIDADE DE ISOLADOS DE Monilinia spp E MANEJO DE RESISTÊNCIA À FUNGICIDAS”. A bolsa PNPD é uma bolsa de pós-doutorado no valor mensal de R$ 3.300,00 (três mil e trezentos reais) paga ao bolsista diretamente pela CAPES, durante o período de execução do projeto (de 2011 a 2014). O projeto também conta com taxa de bancada. PERFIL DO BOLSISTA Os candidatos à bolsa PNPD devem ter doutorado concluído ou com defesa de Tese agendada até julho de 2012, necessariamente com graduação e pós-graduação em Agronomia ou Biologia. A seleção será feita pelo Colegiado do Programa da Produção Vegetal, linha Proteção Vegetal, por meio de entrevista e avaliação do currículo Lattes e Histórico Escolar dos candidatos em data a ser definida por e-mail após recebimento das inscrições. DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA INSCRIÇÃO (documentos podem ser enviados online) a) Curriculum Vitae modelo Lattes atualizado (www.cnpq.br); b) Cópia do Diploma ou certificado de conclusão do Doutorado ou declaração (emitida pela Coordenação do Programa de Pós-Graduação) de agendamento da defesa de Tese até julho de 2012; c) Histórico Escolar da Graduação e da Pós-Graduação; d) Carta de intenção explicitando os motivos que o levaram ao interesse pelo projeto (formato livre); e) Cópia de CPF e identidade; INSCRIÇÕES As inscrições poderão ser feitas no período de 08 a 18 de novembro de 2010, diretamente na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Agronomia. Observação: As inscrições podem ser realizadas via correio (Sedex), respeitando-se a data limite de postagem de 19 de novembro de 2010. Inicio: Julho a Agosto de 2012 CONTATO Coordenador do Projeto Professora. Dra. LOUISE LARISSA MAY DE MIO Tel.: 55 41 3350-5736 - E-mail: maydemio@ufpr.br Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Agronomia – Produção Vegetal Tel.: 55 41 3350-5601 - E-mail: pgapv@ufpr.br Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo – UFPR/SCA Rua dos Funcionários, 1540 80035-050 – Curitiba, PR

domingo, 4 de março de 2012

Sintoma do tipo Galha

Galhas ou Cecídios são estruturas que se originaram em determinado órgão de uma planta através de hipertrofia e hiperplasia do tecido afetado, ocorre inibição do desenvolvimento ou modificação citológica e/ou histoquímica em resposta ao ataque de organismos indutores que podem ser vírus, bactérias, fungos, nematóides, ácaros ou insetos - parasitas, geralmente específicos à espécie (gênero ou família) da hospedeira. São estruturas às vezes comparadas a tumores.

"Galhadores" são altamente específicos ao órgão e hospedeiro, ou seja, eles induzem galhas em apenas uma espécie ou um grupo muito pequeno de espécies de hospedeiras.

As galhas, que podem ser causadas por herbívoros como bactérias, vírus, fungos, protozoários, nematóides, ácaros ou insetos, dependendo do órgão e da planta afetada são interpretadas em sua maior parte como reação defensiva contra o causador.

A alta especificidade dos galhadores aos seus hospedeiros reflete-se na morfologia da galhas, ou melhor, cada tipo de inseto causador de galha forma um morfotipo específico. Por exemplo, insetos causadores de galhas são extremamente sensíveis a pequenas diferenças na fisiologia, química, desenvolvimento e fenologia da planta hospedeira, o que os leva às vezes a discriminar até mesmo espécies muito pouco distintas.

A especificidade entre algumas plantas é tão forte que pesquisadores podem se beneficiar do conhecimento dos abundantes tipos de galhas para separar plantas híbridas de parentais.


Galhas de insetos são estruturas patológicas originadas da deformaçao de tecidos, como resultado de um estímulo químico e/ou mecânico do inseto. Durante o desenvolvimento da galha, modificações estruturais ocorrem com formação de tecidos cecidogênicos, que geralmente incluem os nutritivos que alcançam a câmara larval, cujas células mostram características de alta atividade metabólica que permitem a nutrição do parasita. As galhas de insetos se desenvolvem após indução por larvas ou adultos, que realizam a postura de ovos ou se alimentam do vegetal, injetando substâncias e ainda realizando alterações mecânicas.

Pela indução de galhas, os insetos são responsáveis por revelar novas potencialidades morfogenéticas da planta hospedeira, que inicialmente são dirigidas contra eles, mas que o inseto então usa para obtenção de comida e abrigo.


A escolha do local da indução de galhas requer extrema especialização do herbívoro. A galha é uma estrutura séssil e na maioria dos casos pode persistir por um tempo considerável, até que a progênie do indutor ecloda.

Então, a viabilidade destes descendentes é influenciada pela possibilidade da proteção pela galha de fatores abióticos, predação, parasitismo, patógenos e resistência da planta.

Alguns botânicos observaram que as espécies (ou às vezes gêneros) de plantas e as espécies de galhadores possuem uma íntima relação evolutiva, e, em algumas destas relações, após haver alterações cecidogênicas, as substâncias (metabólitos secundários) e a estrutura da galha favorecem o agente etiológico causador. Isto ocorre devido ao afastamento dos predadores dos agents causais ou dos herbívoros competidores destes organismos. Não há, porém, benefício às plantas na maioria dos casos, ou seja, o mutualismo na galha geralmente não é observado.


A alteração anatômica observada pode apresentar desde apenas a lignificação de alguns tecidos até mesmo o crescimento e formação de novos tecidos (hipertrofia e hiperplasia), inexistentes nos órgãos sadios.


Existem estudos de grupos taxonômicos de plantas que expressam sintomas de galhas que permitem averiguar a co-evolução entre os agentes causadores de galhas e plantas afetadas, demonstrando íntima associação entre estes, às vezes até mesmo entre subespécies de plantas. Estes estudos são feitos através de testes de agrupamento elaborados do grupo de agentes causais e grupos vegetais, que são comparados, e às vezes é detectada uma correlação muito íntima entre ambos nos agrupamentos. A anatomia e histoquímica da galha pode ser um caráter ecológico-morfológico para construção de hipóteses de filogenias, porém deve-se, como precaução, utilizar, como prevê a Sistemática Cladística, o maior número de caracteres úteis, já que pode haver casos em que a galha não indicará informação correta ou útil, pois existem fenômenos de convergência evolutiva, que teoricamente poderiam ocorrer para quaisquer tipos de caracteres.

Texto retirado de: [http://www.jornallivre.com.br/174423/o-que-e-galha-ou-cecidios.html].

quinta-feira, 1 de março de 2012

ConteúdoTeórico e Audios da disciplina de Microbiologia I - 2012



Aula 4 Microbiologia I 01 de março 2012 5o. e 3o. períodos parte 1


Aula 4 Microbiologia I 01 de março de 2012 5o. e 3o. períodos parte 2


Aula 4 Microbiologia I 01 de março de 2012 5o. e 3o. períodos parte 3

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