segunda-feira, 8 de novembro de 2010

ASPECTOS GERAIS E MORFOLÓGICOS DE Pytium sp..

Autora:Isadora Fernandes Canedo

1. INTRODUÇÃO.

O gênero Pytium sp. é amplamente distribuído no mundo todo, como um típico habitante do solo. Ataca partes subterrâneas das plantas ou partes destas que desenvolvem próximas ao solo, causando diferentes tipos de doenças: podridão de sementes, “damping-off” de pré e pós-emergência, podridão de raiz e podridão mole de órgãos suculentos. Na ausência do hospedeiro, sobrevive saprofiticamente em restos culturais ou permanece dormente no solo, através de seu oósporo. Apresentam celulose em sua parede celular ao invés de quitina (Bergamin e Kimati et al., 1995).

O gênero Pythium sp. pertence ao Reino Chromista, Divisão Oomycota, Classe Oomycetes, Ordem Pythiales, Família Pythiaceae. É representado por apenas 298 espécies, 30 variedades e duas subespécies descritas em literatura (Index Fungorum, 2010). Apresenta como sinonímias Artotrogus Mont., Berkeley, Gard. Chron, (1845), Eupythium Nieuwl., Am. Midl. (1916), Nematosporangium (A. Fisch.) J. Schröt., Engler & Prantl, (1893), Pythium Nees, Carus, Nova Acta Phys.-Med. Acad. Caes. Leop.-Carol. (1823), Rheosporangium Edson, J. Agric. Res (Index Fungorum, 2010).

As principais espécies do gênero Pythium encontradas associadas à plantas no Brasil são: Pythium acanthicum, P. aphanidermatum, P. arrhenomanes, P. vexans, P. ultimum, P. splendens, P. rostratum, P. periplocum, P. periilum, P. nagaii, P. indigoferae, P. hydnosporum, P. deliense, P. graminicola, P. mamillatum, P. oligandrum, P. irregulare, P. myriotylum, e P. debaryanum (Mendes & Urbens, 2010).

As espécies de Pytium sp. são bastante difundidas, sendo registradas em diversos paises dos continentes Americano, Europeu, Asiático, Africano e Oceania. Foram encontradas várias espécies diferenciadas, na África encontraram 49, na Ásia foram encontradas 61, na Europa foram encontradas 68, na Oceania foram encontradas 34. Sendo as mais frequênte respectivamente, Pythium ultimum, Pythium aphanidermatum, Pythium debaryanum, Pythium irregulare (Farr & Rossman, 2010).

Foi relatado a presença de Pythium sp. associado a várias espécies de plantas no Brasil, como: Saccharum officinarum Linn.(Cana-de-açúcar), Arachis hypogaea L. (Amendoim), Brassica oleracea Linn. (Brassicaceae), Capsicum spp. [Tourn.] L. (Solanaceae), Chrysanthemum sp. [Tourn.] L. (Asteraceae), Citrus sp. L. (Rutaceae), Cucumis melo L. (Melão), Cucumis sativus L. (Pepino), Luffa acutangula Roxb. (BU) Luffa acutangula Roxb. (Bucha-de-Purga), Lycopersicon esculentum Mill. (Tomateiro), Phaseolus vulgaris L. (Feijão), Pisum sativum L. (Ervilha), Solanum gilo Raddi (Jiló), Solanum melongena L. (Berinjela), Stapelia grandiflora Mass. (Apocynaceae), Vigna unguiculata (L.) Walp. (Feijão-Fradinho), Zea mays Linn. (Milho), Sorghum bicolor (L.) Moench (Sorgo Forrageiro), Sorghum sp. Moench (Poaceae), Beta vulgaris Linn. (Beterraba), Cicer arietinum Linn. (Grão-de-Bico), Ipomoea batatas (L.) Lam. (Batata Doce), Lactuca sativa Linn. (Alface), Nicotiana tabacum L. (Solanaceae), Petroselinum crispum (Mill.) A.W. Hill (Salsinha), Phaseolus lunatus L. (Feijão-de-Lima), Pisum sativum L. (Ervilha), Poincettia sp. Klotzsch & Garcke (Euphorbiaceae), Anacardium occidentale L. (Cajueiro), Piper nigrum L. (Pimenta-do-Reino), Dendranthema morifolium Tzvelev (Crisântemo), Chrysanthemum sp. [Tourn.] L. (Asteraceae) Sp, Brachiaria brizantha Stapf (Capim-Marandu), Stapelia grandiflora Mass. (Apocynaceae), Capsicum annuum L. (Pimentão), Cichorium endivia L. (Chicória), Myrciaria jaboticaba O. Berg. (Jabuticaba), Pinus sp. [Tourn.] Linn. (Pinaceae), Solanum tuberosum L. (Batata), Glycine max Merr. (Soja), Brassica oleracea Linn. (Couve), Theobroma cacao Linn. (Cacau), Abelmoschus esculentus Moench (Quiabo), Allium cepa L. (Cebola), Carica papaya L. (Mamoeiro), Chrysanthemum sp. [Tourn.] L. (Asteraceae), Citrullus lanatus (Thunb.) Matsumura & Nakai (Melancia), Cucurbita sp. [Tourn.] L. (Abóbora), Cynara scolymus L. (Alcachofra), Dieffenbachia maculata Sweet (Araceae), Elaeis guineensis Jacq. (Dendê), Eucalyptus grandis W.Hill (Eucalipto), Fragaria ananassa Duchesne (Morango), Gossypium hirsutum L. (Algodão), Oryza sativa L. (Arroz), Rhododendron sp. L. (Ericaceae), Saintpaulia ionantha H. Wendl. (Violeta-Africana), Spinacia oleracea Linn. (Espinafre), Stanhopea saccata Bateman (Orchidaceae), Triticum aestivum Linn. (Trigo), Viola tricolor L. (Amor-Perfeito). Na maioria das espécies o gênero causa danos como: podridão da raiz, da plântula, da semente, podridão radicular, mela, tombamento, "Damping-off, estiolamento (Embrapa Cernagen, 2010).

Tozze et al (2006), estudou o efeito de cloretos benzalcônio sobre isolados de Pythium sp. descobrindo que este produto possui potencial de uso como erradicante para esta espécie.

O fungo Pythium aphanidermatum é um dos principais patógenos de alface cultivada em sistemas hidropônicos. O melhor método para o seu controle é o uso de variedades resistentes. Foram expostas ao patógeno P. aphanidermatum as variedades Regina e Elisa (folhas lisas) estas apresentaram menor severidade de doença, enquanto que a variedade Verônica mostrou-se mais sensível, reduzindo as massas aéreas e radiculares (Pinto et al., 2006).

Durante um levantamento fitossanitário realizado em cultivos hidropônicos de alface (Lactuca sativa L.) no Estado do Pará, observou-se a ocorrência de uma doença causando apodrecimento de raízes e murcha das folhas, causado por Pythium sp. (Souza et al., 2005).

A morte da Brachiaria brizantha causado por Pythium periilum na Amazônia (MBBA) foi observada por agricultores no Acre, sendo apontada como uma das principais causas da degradação de pastagens (Siviero et al., 2007).

Vida et al. (2007), estudou sobre as plântulas de pepino ‘japonês’ identificado a sobrevivência do patógeno Pythium aphanidermatum por longo período de tempo na ausência de hospedeiro em substrato comercial.

A pitiose é causada por microorganismo aquático, fungo-símile, o Pythium insidiosum, patógeno de homens e animais. Foi observada em um paciente com úlcera fagedênica no membro inferior, sendo o agente causador o P. insidiosum comprovado com exames etiológicos (Marques et al., 2006).

O objetivo desse trabalho é apresentar aspectos gerais e morfológicos de Pythium sp. .

2. MATERIAIS MÉTODOS.

O trabalho foi feito no Laboratório de Microbiologia do Instituto Federal Goiano campus Urutaí.

Fungos de solo foram coletados no Instituto Fedreral Goiano campus Urutaí, isolados e cultivados em meio BDA (batata, dextrose, ágar e água destilada), os propágulos do fungo foram retirados da referida placa de petri.

Prepararam-se lâminas semi-permanenetes para análise em microscópio óptico, foi feito o método de pescagem, que ultilizou-se de uma pinça devidamente esterelizada a qual se coletou o material do qual se imaginava que estivesse o fungo. Assim usou-se uma lâmina contendo uma lamínula a ser montada, vedada com esmalte e levada ao microscópio para visualização.

Usando uma lâmina com uma gota de fixador, (fuccina de coloração rosada) depositando neste o que foi pescado, e colocou-se uma lamínula sobre a lâmina. Retirou-se o excesso de corante com papel higiênico, logo após vedou-se com esmalte levou-se o conjunto para visualização em microscópio ótico para verificação da estrutura. Com o microscópio devidamente ligado e ajustado na primeira objetiva a ser usada a qual possui o menor aumento (4x), para que possamos observar se os propágulos foram depositados na lâmina, após observar e verificar a constatação destes aumentamos as objetivas para os aumentos de 10x e 40x, para se ter uma observação melhorada e com maior riquezas de detalhes das estruturas fúngicas.

Após a visualização da lâmina em microscópio óptico comparamos as estruturas que estavam ali presentes com estruturas descritas em literatura, identificando assim o gênero ao qual o fungo pertencia. Nesse trabalho o fungo identificado pertenceu ao gênero Pythium sp.

Posteriormente foram feitas macro e microfotografias das estruturas fúngicas no microscópio ótico, tiradas com o auxilio de uma câmera digital Sony® modelo Cyber Shot com 7.2 mega pixel. As fotos foram editadas utilizando o programa Microsoft Office Picture Menager para a edição e o Power Point para elaboração e montagem da prancha.

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES.


Figura 1. Aspectos morfológicos de Pythium sp. A. esporangióforo e esporângio indiferenciado (bar= 20,5 µm), B. visão geral do protoplasma no esporângio (bar= 23,12 µm), C. esporângio formado a partir de outro esporângio (bar= 84 µm), D. esporângio germinado em um nível (bar= 42 µm), E. esporângios em níveis diferentes de maturação (bar= 46,25 µm), F. abertura do esporângio papila e esporângio germinando em quatro níveis (bar= 48,6 µm).

Descrição micológica:

O gênero Pythium pertence à classe dos oomycetes, estes apresentam celulose ao invés de quitina na sua parede celular, são caracterizados através da sua reprodução assexual, pela formação de zoósporos biflagelados, tendo um flagelo do tipo chicote e outro do tipo “tinsel”. Os zoósporos são formados dentro ou a partir de esporângios (Figura 1B), que variam de forma, conforme os gêneros e espécies de fungos envolvidos.

O talo dos oomicetos é micelial, bem desenvolvido, diplóide, com hifas asseptadas. A reprodução sexual é caracterizada pela formação do oósporo, esporo de repouso diplóide, de parede espessa, originário da fecundação do oogônio pelo anterídio.

Pertencente a família Pythiaceae cuja característica básica é a formação de esporangióforos (hifas especializadas formadoras dos esporângios) pouco diferenciados do micélio vegetativo, com crescimento indeterminado, este pode ter crescimento reiniciado após a produção do esporângio. (Bergamin e kimati et al., 1995).

Em condições de ambientes favoráveis, crescimento de hifas podem surgir das pré – existêntes ou da germinação de oósporo para infectar haste de muda , justapostamente, ou produzir esporangióforos (Figura 1A) com esporângios. A germinação de cada oósporo ou esporângio parte um primórdio de tubo germinativo terminado por uma visícula. O conteúdo protoplasmático do oósporo ou do esporângio (Figura 1B) migra para o interior da visícula, onde se diferência em esporos unicelulares móveis, promovidos de flagelos, denominados zoosporos. Esses esporos nadam em meio líquido ou em filmes de água por pouco tempo. Em seguida, perdem os flagelos e realizam a etapa denominada de encistamento, a partir da qual germinam, produzindo tubos germinativos, que poderão iniciar o processo de penetração e colonização de tecidos vivos de haste justaposta ou de fragmentos orgânicos no solo. Nas hastes, a penetração ocorre de maneira direta, independente da presença de aberturas naturais ou ferimentos. A colonização de tecidos dá-se pelo desenvolvimento de hifas inter e intracelularmente. Tanto para a penetração quanto para a colonização, enzimas pectinoliticas e celulosídicas são emitidas pelo fungo.

A lesão resultante costuma ser estrangulante, tem aspecto de podridão-mole constituída de alteração tecidual por ação enzimática e de abundantes estruturas do fungo, hifas, esporangióforos, esporângios, gametângios, e oósporo, no interior e na superficie do tecido lesionado. O ciclo sexual ocorre com a produção de oósporo, devido a fertilização do oogônio pelo anterídio, ele é a estrutura mais resistente deste fungo a qual pode lhe garantir sobrevivência na ausência de hospedeiros vivos e em condições de ambiente desfavoráveis (Ferreira.,1989).

De acordo com Putzke e Putzk, (2004). São chave para os gêneros Pythiacea especificamente Pythium, hifas sem ramos, zoosporângios correspondendo a uma porção não diferenciada do micélio, eucárpicos, parasitas terrestres ou sapróbios em água ou solo.

O gênero Pythium sp. possui as seguintes dimensões: Esporângio 92,5 µm de diâmetro. Oogônios excluindo protuberâncias 21,8-30 µm em diâmetro protuberâncias 2.5 x 2,2-3,6 µm. Oósporo (18,2) 20-22-5 µm em diâmetro, segundo Watanabe, (1937). As dimensões da prancha foram feitas de acordo com sua literatura.

4. LITERATURA CITADA.

ALEXOPOULOS, C. J.; MIMS, C. W. Introductory Mycology. 3 ed.New York: John Wiley & Sons, 1979.

BERGAMIN F., A. KIMATI, H. AMORIM, L. et al. Manual de Fitopatologia.3 ed.São Paulo -SP:Agronômica Ceres LTda. ANO.

Farr, D.F., & Rossman, A.Y. Fungal Databases, Systematic Mycology and Microbiology Laboratory, ARS, USDA. Disponível em: http://nt.arsgrin.gov/fungaldatabases/. Acesso em: 23/10/2010.

FERREIRA, Francisco Alves. Patologia Florestal – Principais doenças no Brasil. Viçosa - MG: Viçosa. 1989.

INDEX FUNGORUM Disponível em: :http://www.speciesfungorum.org/Names/SynSpecies.asp?RecordID=20465. Acesso em: 30/09/2010.

MARQUES, S.A.; BAGAGLI, E.; BOSCO, S. M. G.; CAMARGO, R. M. P.; MARQUES, M. E. A. Pythium insidiosum: relato do primeiro caso de infecção humana no Brasil. Anais Brasileiros de Dermatologia, Rio de Janeiro, v.81 n.5, Set - Out, 2006.

MENDES, M. A. S.; URBEN, A. F.; Fungos relatados em plantas no Brasil, Laboratório de Quarentena Vegetal. Brasília, DF: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. Disponível em : . Acesso em: 08/10/2010.

PINTO, Z.V.; CIPRIANO, M.A.C.P.; SANTOS A.S.; BETTIOL, W; PATRÍCIO, F.R.A. Seleção de variedades de alface no controle de Pythium aphanidermatum em sistema hidropônico. Fitopatologia Brasileira. 31 (Suplemento), agosto 2006.

PUTZKE, J. PUTZKE, M.T.L. Os Reinos dos Fungos. 2 ed. Santa Cruz do Sul - RS: Edunisc, 2004.

SIVIERO, A.; ANDRADE, C.M.S.; SILVA, A.L.T.; ALMEIDA, M.; ARARUNA, E.; LEITE, F.; SILVA, M.; PESSOA, J.; GUEDES, R.S. Metodologia de isolamento de Pythium periilum de Brachiaria brizantha. Fitopatologia Brasileira 32 (Suplemento), agosto 2007.

SOUZA, A. C.; Poltronieri, L. S.; SANTOS, I. P.; JUNIOR, I. M.; CUNHA, V. F.; CARDOSO, S. S. Ocorrência de Pythium sp.em alface hidroponico no Estado do Pará. Fitopatologia Brasileira 30 (Suplemento), agosto 2005.

TOZZE Jr., H.J.; FIRMINO, A.C.; PALA, M.C. MASSOLA Jr.,N.S. Efeitos de Cloretos de Benzalcônio (Fegatex®) sobre o crescimento micelial e germinação de esporos de alguns fungos veiculados pelo solo. Fitopatologia Brasileira 31 (Suplemento), agosto 2006.

VIDA, J.B.; TESSMANN, D.J.; OLIVEIRA, R.R.; AGUIAR, B.M.; CAIXETA, M.P.; COLELLA, J.C.T. Sobrevivência de Pythium aphanidermatum em substrato comercial. Fitopatologia Brasileira 32 (Suplemento), agosto 2007.

WATANOBE, TSUNEO. Pictorial Atlas of Soil and Seed Fungi: Morphologies of cultured Fungi and Key to Species. Tokyo – Japão: Lewis Publishers,1937.


23 comentários:

  1. A prancha ficou pequena e nao formatada(lados desiguais).

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  2. Rever a prancha, no mais muito bom.

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  3. Faltam alguns links de sites pesquisados no trabalho. Precisa-se fazer algumas correções no texto. ex: colocar em italico o nome do fungo e também o nome cientifico das plantas em que o fungo se ospeda e causa danos. Parabéns pelo trabalho. Fico muito feliz em ver seu esforço para buscar conteúdos para seu trabalho.(como a utilização de artigos cientificos e anais de congressos).....

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  4. Cássio: Não demonstrou a composição do corante.

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  5. O sexto parágrafo foi iniciado com um tema sem nexo algum com o restante descrito. No geral, um bom trabalho.

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  6. No geral ficou muito bom o trabalho.

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  7. não e necessário citas as lentes utilizadas no microscópio

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  8. prancha ficou pequena, dificultando um pouco a visualização.

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  9. Falta colocar os nomes científicos em itálico

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  10. aumentar um pouco mais a prancha.

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  11. Tálita Borges.

    Falta no Itálico.
    No mais Ótimo trabalho!

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  12. Alicionon Oliveira: Otimo trabalho Isa. Faltou mesmo só alguns itens na parte de citaçoes.

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  13. ótimo trabalho faltou apenas alguns sites na referência.

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  14. Marcelo Mueller: Trabalho muito bom.

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  15. A prancha ta um pouco pequena dificultando visualizar as estruturas muito bom barbalho...

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  16. Ivo, as fotos ficaram mal redimensionadas.

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  17. Alisson : o trabalho ficou bom, mas teve uns erros de formataçao .

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  18. faltaram algumas citações e a prancha ficou um pouco pequena.

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  19. Lucas da Silva :Na introdução tem paragrafos que estão confusos ver isso dar concordancia, ser mais obejetiva no seu tabalho

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